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  • Por que nossa saúde é tão impactada pela mudança do clima?

    Entenda por que Brasília alterna entre chuva, frio e tempo seco — e como isso afeta sua garganta, nariz e ouvido** Brasília tem um dos climas mais peculiares do Brasil. Em poucos dias, o tempo pode passar de quente e abafado, para chuvoso e frio, e depois voltar ao seco. Essa oscilação não é apenas desconfortável — ela impacta diretamente a saúde respiratória e faz muita gente procurar um otorrino por causa de dor de garganta, nariz entupido, crises de rinite e até dores de ouvido. Mas por que isso acontece? Vamos explicar de forma simples e baseada em informações corretas. ⸻ 🌦️ 1. O clima em Brasília muda rápido — e isso mexe com o corpo O Distrito Federal tem duas características marcantes: ✔️ Estação seca muito intensa (maio a setembro) Com pouca chuva e umidade baixa, o ar fica mais pesado para as vias aéreas. ✔️ Estação chuvosa com quedas bruscas de temperatura (outubro a abril) As chuvas podem chegar com ventos frios e, no mesmo dia, o sol forte volta. Essa alternância cria mudanças rápidas de temperatura e umidade — e o nosso corpo não se adapta tão rápido quanto o clima muda. ⸻ 👃 2. Como o clima afeta o nariz O nariz é o primeiro filtro do ar que respiramos. Quando o clima muda, ele precisa trabalhar mais: 🔸 Quando chove e a umidade sobe: • A mucosa incha um pouco (processo natural). • Aumenta a produção de muco. • Quem tem rinite sente nariz entupido e espirros. 🔸 Quando volta a fazer frio: • O ar frio irrita a mucosa nasal. • O nariz tenta “aquecer” o ar, liberando mais muco. • Isso causa coriza e sensação de entupimento. 🔸 Quando o ar seca de novo: • A mucosa resseca. • Pode haver ardência, sangramentos e maior risco de sinusite. Resumo: A cada mudança brusca, o nariz muda o comportamento — e isso vira sintoma. ⸻ 👂 3. E o ouvido, por que dói com o clima? A orelha média se conecta ao nariz pela trompa de Eustáquio, responsável por equilibrar a pressão. Quando o nariz inflama por causa do clima, essa trompa não abre bem. Isso pode causar: • Pressão no ouvido • Dor • Estalos • Sensação de ouvido tampado É muito comum no frio e após chuva com vento. ⸻ 🗣️ 4. Garganta: a primeira a reclamar A garganta sente a temperatura e a umidade quase imediatamente. ❄️ Com o ar frio: • A musculatura contrai • A mucosa resseca • Pode causar dor, queimação ou arranhado 🌧️ Depois da chuva: • A queda de temperatura favorece vírus respiratórios • A garganta fica mais sensível Além disso, mudanças bruscas deixam o sistema imunológico mais “lento”, facilitando infecções. ⸻ 🌡️ 5. Por que sentimos tanto as mudanças em Brasília? Três fatores explicam: ✔️ 1. Altitude Brasília está a mais de 1.000 metros. Isso deixa o ar naturalmente mais seco e frio à noite. ✔️ 2. Oscilações rápidas de temperatura Pode cair 5 a 10°C em poucas horas, principalmente com pancadas de chuva. ✔️ 3. Sistema respiratório sensível à umidade Nariz, garganta e ouvido reagem imediatamente a qualquer mudança no ambiente. ⸻ 🩺 6. Quando procurar um otorrino? É recomendado buscar atendimento quando você perceber: • Dor de garganta que não passa em 3–5 dias • Nariz sempre entupido, mesmo sem gripe • Crises repetitivas com mudança do clima • Dores de ouvido ou sensação de pressão constante • Muita coriza, espirros ou tosse persistente • Sinusites frequentes Mudanças de clima são naturais, mas viver sofrendo com elas não é. ⸻ ❤️ Como a OtorrinoDF pode ajudar Nossa equipe está preparada para identificar o que está por trás dos sintomas, orientar tratamentos e prevenir crises típicas desse período de clima instável. Com avaliação especializada, você volta a respirar melhor, dormir melhor e viver sem desconfortos.

  • Você já limpou o seu ar-condicionado hoje?

    O ar-condicionado é um grande aliado nos dias de calor, mas também no inverno, quando muitos modelos funcionam como aquecedores. Apesar do conforto que proporciona, é importante lembrar: o aparelho precisa de manutenção e limpeza regular. E a pergunta que fica é: você já limpou o seu ar-condicionado este mês? Por que a limpeza é tão importante? Com o uso diário, o filtro e as peças internas acumulam poeira, ácaros, fungos e até bactérias. Quando não higienizado, o ar-condicionado pode: Reduzir a qualidade do ar que você respira; Provocar ou agravar alergias respiratórias; Aumentar o risco de infecções, como sinusite e bronquite; Reduzir a eficiência do aparelho e elevar o consumo de energia. Sinais de que o ar-condicionado precisa de atenção Mau cheiro ao ligar o aparelho; Poeira em excesso no ambiente; Sensação de garganta seca ou irritada; Tosse e crises alérgicas mais frequentes; Ruídos ou perda de potência no resfriamento/aquecimento. Qual é a frequência ideal de limpeza? Filtros: devem ser limpos a cada 15 a 30 dias, dependendo da intensidade de uso. Higienização completa: deve ser feita por profissionais especializados, pelo menos a cada 6 meses, ou com maior frequência em locais de grande circulação de pessoas. Cuide da sua saúde e do seu conforto Manter o ar-condicionado limpo é mais do que uma questão de conservação do aparelho, é uma atitude de cuidado com a saúde da sua família. Respire melhor, evite crises alérgicas e garanta a eficiência do seu equipamento.

  • A sensação de garganta seca piora na estiagem?

    Nos períodos de estiagem, quando chove pouco e a umidade relativa do ar fica baixa, é comum perceber um desconforto na garganta, como ressecamento, dificuldade para engolir e até uma leve rouquidão. Mas por que isso acontece? O ar seco retira a umidade natural das mucosas que revestem nariz, boca e garganta. Essas estruturas funcionam como uma barreira protetora contra poeira, poluição e micro-organismos. Quando ressecam, tornam-se mais sensíveis e vulneráveis a irritações e infecções. Durante a estiagem, quem já sofre de rinite, sinusite ou congestão nasal tende a respirar mais pela boca. Isso intensifica o ressecamento da garganta, já que o ar não é filtrado e umidificado pelas vias nasais antes de chegar à faringe. Se, além da sensação de secura, houver dor persistente, presença de pus nas amígdalas, febre ou mau hálito, pode ser sinal de inflamação ou infecção, como faringite ou amigdalite. Nesses casos, procure avaliação médica. Como aliviar e prevenir Hidrate-se bem : beba água ao longo do dia, mesmo sem sede. Use umidificadores  ou recipientes com água nos ambientes. Evite ambientes com ar-condicionado  por longos períodos, pois ressecam o ar. Mantenha a respiração nasal  sempre que possível. Higienize o nariz  com solução salina para manter as mucosas hidratadas. A sensação de garganta seca tende a piorar na estiagem, principalmente pela baixa umidade e pelo aumento da respiração oral. Com cuidados simples, é possível reduzir o desconforto e proteger a saúde das vias respiratórias. Em caso de atendimento médico, a clínica OtorrinoDF está a disposição, oferecendo sempre um atendimento de qualidade e preciso! Agende sua consulta pelo telefone: ( 61) 3966-7551 ou se preferir, temos Pronto Atendimento, de segunda a sexta-feira, das 08h às 20h.

  • Inflamações respiratórias comuns no frio

    Com a chegada do frio, é comum que muitas pessoas enfrentem episódios de tosse, nariz entupido, garganta irritada e até febre. Esses sintomas muitas vezes estão ligados às inflamações respiratórias, que tendem a se tornar mais frequentes durante as estações mais frias. Por que as inflamações respiratórias aumentam no frio? Durante o inverno, o ar fica mais seco e frio, o que prejudica as defesas naturais das vias respiratórias. Além disso, as pessoas tendem a ficar mais tempo em ambientes fechados e com pouca ventilação, facilitando a propagação de vírus e bactérias. Essas condições criam o cenário ideal para o surgimento de doenças respiratórias inflamatórias. Principais inflamações respiratórias no inverno Rinite Inflamação da mucosa nasal, que pode ser alérgica ou infecciosa. Os sintomas mais comuns incluem espirros, coriza, obstrução nasal e coceira no nariz. Sinusite Inflamação dos seios da face, geralmente causada por infecção viral ou bacteriana. Pode provocar dor facial, congestão nasal, secreção espessa e dor de cabeça. Faringite Inflamação da faringe (garganta), causada por vírus ou bactérias. Sintomas incluem dor ao engolir, garganta seca, febre e mal-estar. Bronquite Inflamação dos brônquios, que pode ser aguda (normalmente viral) ou crônica (comum em fumantes). A tosse persistente, com ou sem catarro, é o principal sintoma. Amigdalite Inflamação das amígdalas, geralmente causada por vírus ou bactérias. Causa dor de garganta intensa, dificuldade para engolir e febre. Como prevenir essas inflamações? Mantenha-se hidratado:  A hidratação ajuda a manter as mucosas úmidas, o que fortalece a proteção natural do trato respiratório. Evite ambientes fechados e mal ventilados:  Sempre que possível, abra janelas e evite aglomerações em locais sem circulação de ar. Lave as mãos com frequência:  A higienização reduz o risco de contaminação por vírus e bactérias. Utilize umidificadores de ar:  Eles ajudam a combater o ressecamento do ar, especialmente à noite. Alimente-se bem e fortaleça a imunidade:  Frutas cítricas, vegetais e alimentos ricos em zinco e vitamina C são grandes aliados. Vacine-se:  A vacinação contra gripe e outras doenças respiratórias pode ser essencial, principalmente para grupos de risco. Quando procurar ajuda médica? Se os sintomas persistirem por mais de alguns dias, piorarem rapidamente, ou vierem acompanhados de febre alta, dificuldade para respirar ou dor no peito, é essencial procurar atendimento médico. Algumas inflamações respiratórias podem evoluir e requerem tratamento específico, como antibióticos ou anti-inflamatórios. As inflamações respiratórias são comuns no frio, mas com cuidados simples é possível reduzir bastante o risco de adoecer. Fique atento aos sinais do seu corpo, cuide da sua imunidade e, principalmente, proteja-se nos dias mais gelados. A clínica OtorrinoDF está a disposição para lhe atender se precisar de atendimento médico! Agende a sua consulta: (61) 3966-7551.

  • Otites de Inverno: por que são mais comuns nessa época do ano?

    Com a chegada do inverno, as temperaturas mais baixas e o ar seco trazem não apenas os agasalhos para fora do armário, mas também um aumento nos casos de infecções respiratórias — e, junto com elas, as temidas otites. A otite é uma inflamação ou infecção no ouvido, que pode afetar diferentes partes da orelha: externa, média ou interna. Durante o inverno, ela se torna mais frequente, especialmente em crianças. Mas por que isso acontece? No inverno, nosso corpo está mais vulnerável a gripes, resfriados e infecções respiratórias. Essas doenças podem causar o acúmulo de secreções nas vias aéreas superiores (nariz e garganta), que acabam atingindo o ouvido médio através da tuba auditiva — um canal que liga a garganta ao ouvido. O resultado? Inflamação, dor e, em alguns casos, até perda temporária da audição. Além disso, o ar seco e o uso de ambientes fechados favorecem a proliferação de vírus e bactérias, tornando o ouvido ainda mais propenso a infecções. As otites são especialmente comuns em crianças pequenas, pois a tuba auditiva delas é mais curta e horizontal, facilitando o caminho das secreções até o ouvido. Bebês e crianças também têm o sistema imunológico ainda em desenvolvimento, o que reduz sua capacidade de combater infecções. Quais os sintomas de otite? Os sinais mais comuns incluem: Dor de ouvido (de leve a intensa) Febre Sensação de ouvido "entupido" Irritabilidade (principalmente em crianças pequenas) Dificuldade para dormir Secreção no ouvido (em casos mais graves) Perda temporária da audição Como prevenir? Algumas medidas simples ajudam a evitar as otites no inverno: Tratar rapidamente gripes e resfriados Manter o nariz sempre limpo e desobstruído Evitar exposição prolongada ao frio sem proteção Usar umidificadores em ambientes secos Evitar o uso excessivo de cotonetes Estimular a hidratação Quando procurar ajuda médica? Se a dor persistir, houver febre ou saída de secreção do ouvido, é fundamental buscar atendimento médico. O tratamento pode incluir medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios ou antibióticos, dependendo da causa e gravidade da otite. Cuidar da saúde auditiva no inverno é essencial! Fique atento aos sintomas e procure um otorrinolaringologista ao primeiro sinal de problema. A prevenção e o tratamento precoce evitam complicações e garantem um inverno mais tranquilo para toda a família.

  • O que você precisa saber sobre o vírus da Bronquiolite (VSR)?

    O VSR é um vírus altamente contagioso que afeta o trato respiratório, principalmente os bronquíolos — pequenas vias aéreas nos pulmões — causando uma inflamação conhecida como bronquiolite. Ele também pode provocar pneumonia e outras complicações respiratórias, especialmente em bebês, crianças pequenas, idosos e pessoas com o sistema imunológico comprometido. Quais São os Sintomas? Os sintomas do VSR podem variar de leves a graves, dependendo da idade e das condições de saúde da pessoa. Os mais comuns incluem: Nariz escorrendo Tosse persistente Febre moderada Chiado no peito Dificuldade para respirar Perda de apetite (especialmente em bebês) Em casos mais graves, o VSR pode causar insuficiência respiratória, exigindo internação hospitalar. Como o Vírus é Transmitido? A transmissão ocorre principalmente por: Contato direto com secreções (tosse, espirro, saliva) Superfícies contaminadas (brinquedos, maçanetas, roupas) Contato próximo com pessoas infectadas O VSR pode sobreviver por horas em superfícies e se espalha com facilidade, especialmente em creches, escolas e ambientes com aglomeração. Quem Está Mais em Risco? Os grupos de maior risco são: Bebês com menos de 6 meses Prematuros Crianças com doenças pulmonares ou cardíacas Idosos Pessoas com imunidade baixa Nesses casos, o VSR pode evoluir rapidamente e exigir tratamento hospitalar. Existe Tratamento? Não há um tratamento específico para eliminar o vírus. A abordagem costuma ser de suporte, ou seja, aliviar os sintomas enquanto o corpo combate a infecção. Isso inclui: Hidratação Controle da febre Nebulizações (em alguns casos) Oxigênio suplementar em casos graves Antibióticos não são eficazes, pois o VSR é um vírus e antibióticos tratam apenas infecções bacterianas. Como Prevenir? A prevenção é a melhor forma de lidar com o VSR. Veja algumas medidas importantes: Lave bem as mãos com frequência Evite contato de bebês com pessoas resfriadas Limpe superfícies e brinquedos regularmente Amamente (o leite materno fortalece a imunidade) Mantenha ambientes ventilados Em alguns casos, o médico pode recomendar imunização com anticorpos monoclonais (como o nirsevimabe, indicado para alguns grupos de risco) Fique Atento! Se seu filho apresentar sinais de dificuldade para respirar, febre alta persistente ou recusar líquidos/alimentação, procure atendimento médico imediatamente. O Vírus Sincicial Respiratório é comum, mas merece atenção, principalmente em crianças pequenas e grupos vulneráveis. A boa notícia é que com prevenção, cuidados básicos e acompanhamento médico, é possível minimizar os riscos e proteger a saúde dos pequenos.

  • Quando a cirurgia de rinoplastia pode ser associada a cirurgia funcional para respirar melhor?

    A rinoplastia é amplamente conhecida como a cirurgia plástica realizada para modificar a aparência do nariz. No entanto, muitas pessoas não sabem que ela também pode ser combinada com procedimentos funcionais, voltados para melhorar a respiração. Mas afinal, quando essa associação é recomendada? Rinoplastia x Cirurgia Funcional: qual a diferença? Rinoplastia estética : é indicada para modificar o formato do nariz, como afinar a ponta, reduzir o dorso, corrigir assimetrias ou harmonizar o nariz com os demais traços do rosto. Cirurgia funcional nasal : tem como objetivo tratar alterações que comprometem a respiração, como desvio de septo, hipertrofia de cornetos e colapso das válvulas nasais. Quando unir as duas cirurgias? A associação entre rinoplastia estética e funcional é bastante comum, especialmente quando o paciente apresenta queixas tanto estéticas quanto respiratórias. Essa combinação pode ser indicada nos seguintes casos: Desvio de septo nasal : quando o septo (estrutura que divide as duas narinas) está torto e atrapalha a passagem do ar. Hipertrofia dos cornetos : quando os cornetos nasais (estruturas que umidificam e filtram o ar) estão aumentados e causam obstrução. Colapso da válvula nasal : quando a estrutura de suporte do nariz está enfraquecida, dificultando a entrada de ar. Fraturas ou sequelas de traumas : em que há alteração estética e prejuízo da função respiratória. Nariz com estrutura comprometida : como nariz muito torto ou assimétrico, que afeta diretamente a respiração Quais os benefícios da cirurgia combinada? Recuperação única : ao unir os procedimentos, o paciente passa por apenas um período de pós-operatório. Melhora estética e funcional simultânea : promove uma transformação completa no nariz, com benefícios na autoestima e na qualidade de vida. Resultados mais harmônicos : o cirurgião consegue planejar o procedimento de forma integrada, garantindo que a melhora funcional não comprometa o resultado estético – e vice-versa. Importância da avaliação especializada É fundamental que o paciente passe por uma avaliação com um otorrinolaringologista e/ou cirurgião plástico especializado em rinoplastia. Só assim é possível identificar as causas da obstrução nasal e planejar a cirurgia de forma segura, personalizada e eficaz. A combinação da rinoplastia com a cirurgia funcional nasal é uma excelente alternativa para quem busca respirar melhor sem abrir mão da estética. Ao optar por esse tipo de procedimento, o paciente investe não apenas na aparência, mas também na saúde e no bem-estar. Se você sente dificuldade para respirar e tem vontade de melhorar o formato do seu nariz, converse com um especialista e descubra se essa é a melhor opção para você!

  • O que é Amplitude Térmica?

    Amplitude térmica é a diferença entre a temperatura máxima e a mínima registrada em um determinado período, geralmente em um único dia. É um indicador importante para entendermos o comportamento do clima em uma região. Se em um dia a temperatura mínima foi de 12 °C e a máxima chegou a 28 °C, a amplitude térmica desse dia foi de 16 graus. Por que a amplitude térmica varia? Diversos fatores influenciam essa variação de temperatura, entre eles: Altitude:  Regiões mais altas tendem a ter maior amplitude térmica, pois esfriam mais rápido à noite. Cobertura de nuvens:  Céus limpos permitem maior perda de calor durante a noite e maior aquecimento durante o dia. Proximidade com o mar:  Regiões litorâneas geralmente têm menor amplitude térmica, pois o oceano ajuda a manter a temperatura mais estável. Tipo de solo e vegetação:  Superfícies áridas aquecem e resfriam mais rapidamente do que áreas com vegetação densa. E como isso afeta o nosso dia a dia? A amplitude térmica pode influenciar: Saúde:  Mudanças bruscas de temperatura ao longo do dia podem impactar o sistema respiratório e imunológico. Roupas e rotina:  Em locais com grande amplitude térmica, é comum sair de casa com casaco e voltar de camiseta. Agricultura:  Certas plantações são sensíveis à variação de temperatura, o que pode afetar a produção agrícola. Saber sobre a amplitude térmica ajuda a se preparar melhor para o dia, cuidar da saúde e até compreender os padrões climáticos da sua cidade. Sempre que possível, consulte a previsão do tempo completa — incluindo as mínimas e máximas, e não apenas a temperatura média. Não deixe o tempo seco prejudicar sua saúde. Agende uma consulta em uma de nossas unidades e receba orientações personalizadas para atravessar esse período com mais conforto e bem-estar. Cuidar de você é a nossa prioridade!

  • O tempo seco chegou, e agora?

    O tempo seco chegou, e com ele surgem diversos desconfortos para a saúde, principalmente para quem já sofre com problemas respiratórios, alergias ou sensibilidade na pele. A baixa umidade do ar típica de algumas regiões durante o outono e o inverno pode causar ressecamento das vias aéreas, olhos irritados, nariz sangrando e até piorar quadros como rinite, asma, bronquite e sinusite. Mas, com alguns cuidados simples, é possível atravessar esse período com mais bem-estar e proteção à saúde. O primeiro passo é manter o corpo sempre bem hidratado . Beber água ao longo do dia ajuda a compensar a perda de líquidos causada pelo clima seco e contribui para manter as mucosas das vias respiratórias funcionando corretamente. Umidificadores de ar também são bons aliados, principalmente durante a noite, mas é preciso usá-los com moderação e higienizá-los regularmente para evitar a proliferação de fungos e bactérias. Outra dica caseira eficiente é deixar uma bacia com água ou uma toalha molhada no quarto enquanto dorme. Também é importante evitar o acúmulo de poeira em casa , pois ambientes secos e com pouca ventilação favorecem o aumento de partículas alergênicas no ar. Mantenha os ambientes limpos, evite tapetes e cortinas pesadas e dê preferência à limpeza com pano úmido. Lubrificantes nasais ou soluções salinas podem ser usados para aliviar o ressecamento do nariz, sempre com orientação médica. Durante o tempo seco, a pele também sofre. Usar hidratantes após o banho e evitar banhos muito quentes e demorados são atitudes que ajudam a manter a barreira natural da pele e a prevenir rachaduras e coceiras. Para quem pratica exercícios físicos, o ideal é evitar os horários mais quentes e secos do dia, preferindo o início da manhã ou o fim da tarde. Se você perceber sintomas como falta de ar, tosse persistente, nariz constantemente entupido ou sangramentos nasais frequentes, é hora de procurar atendimento médico. Esses sinais podem indicar que o seu corpo está sentindo os efeitos do clima seco mais intensamente do que deveria. Não deixe o tempo seco prejudicar sua saúde. Agende uma consulta em uma de nossas unidades e receba orientações personalizadas para atravessar esse período com mais conforto e bem-estar. Cuidar de você é a nossa prioridade!

  • Sinusite no avião: tem como evitar?

    Viajar de avião é prático e muitas vezes necessário, mas para quem sofre com problemas respiratórios, como a sinusite, a experiência pode se tornar desconfortável. Mudanças de pressão durante o voo, ar seco da cabine e a permanência em ambientes fechados por longos períodos são fatores que podem agravar os sintomas ou até desencadear uma crise de sinusite . Mas com alguns cuidados simples, é possível viajar com mais tranquilidade. Durante a decolagem e o pouso, a pressão do ar muda rapidamente, o que pode causar sensação de ouvido tampado, dor facial e pressão nos seios da face. Para quem já tem predisposição à sinusite, esse ambiente se torna ainda mais desafiador. Se as vias nasais estiverem congestionadas, o ar não consegue circular corretamente pelos seios paranasais, aumentando o risco de inflamação e acúmulo de secreções. Para evitar crises de sinusite durante o voo , é importante manter as vias aéreas desobstruídas. Usar soluções salinas para lavar o nariz antes e durante a viagem pode ajudar a manter as mucosas hidratadas e limpas. Em alguns casos, o uso de descongestionantes nasais antes do embarque, com orientação médica, pode ser uma boa opção para facilitar a equalização da pressão. Beber bastante água também é essencial, pois o ar do avião é seco e contribui para o ressecamento das mucosas. Evitar dormir durante a decolagem e o pouso, quando a pressão muda com mais intensidade, também pode ajudar a reduzir o desconforto. Mastigar chicletes ou bocejar são formas naturais de ajudar o ouvido a se adaptar à variação de pressão. Se você estiver gripado ou com alguma infecção respiratória, o ideal é consultar um médico antes da viagem para avaliar a necessidade de cuidados extras ou até considerar o adiamento do voo, se possível. Se você costuma sofrer com sinusite e vai viajar em breve, o ideal é se preparar com antecedência. Um acompanhamento médico pode ajudar a controlar o quadro, prevenir crises e garantir que sua viagem seja mais tranquila. Vai viajar e está preocupado com a sinusite? Agende uma consulta em uma de nossas unidades e receba as orientações certas para cuidar da sua saúde antes de embarcar. Estamos aqui para garantir que sua viagem comece bem — com saúde e segurança!

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Sobre a Otorrino DF

Consultas médicas, exames e cirurgias para pacientes com necessidades relacionadas ao ouvido, nariz e garganta. Será um prazer receber você aqui em nossa clínica! 

Nossos Médicos

Os profissionais da clínica OtorrinoDF buscam atualizações constantes em suas especialidades visando oferecer um atendimento personalizado e humanizado.

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Responsável Técnico

Dr. Stênio Ponte

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