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  • Cuidados com o ouvido dos bebês durante o voo

    Viajar com crianças pequenas, principalmente, os recém-nascidos sempre gera uma dúvida para os pais: devo viajar de avião com o bebê? De acordo com o Dr. José Stênio Ponte, otorrinolaringologista da clínica Otorrino DF, tanto crianças quanto os bebês podem voar, mas afirma que desconfortos podem aparecer devido à mudança de altitude e a pressão durante a viagem. “A dor de ouvido durante o voo ocorre, muitas vezes, pelo retardo da compensação da pressão de dentro do ouvido e de dentro do avião. Com isso, surge a dor no ouvido que na maioria das vezes é aguda”, explica o médico. Assim, a criança pode ficar inquieta e chorar. Segundo o especialista, é importante ressaltar que em bebês e crianças esses sintomas são mais frequentes pela imaturidade do sistema de compensação e pela própria anatomia das estruturas envolvidas na regulação desta pressão. “Uma saída para minimizar o incômodo é tentar fazer alguma coisa que movimente a mandíbula da criança como por exemplo: faça-a engolir, dê água ou uma chupeta. Isso ajuda a equilibrar a pressão do ouvido”, diz o otorrinolaringologista. Mesmo com a permissão da viagem, médicos aconselham evitar voos com o bebê antes de completar três meses de idade, a não ser que tenha necessidade.

  • O que é o Teste da Linguinha?

    O nome mais adequado à “língua presa” é anquiloglossia (anquilo= aderido; glosso= língua). Consiste na maior aderência da língua ao assoalho da boca por meio de uma fina membrana, o frênulo, e com isso ocorre limitação dos movimentos da língua. Como consequência, a criança pode ter dificuldades na amamentação, com maior chance de desmame precoce. Pode desenvolver também dificuldades na articulação de palavras, na mastigação e na deglutição. Em junho de 2014, foi aprovada a Lei 13.002/2014, que torna obrigatório o “teste da linguinha” nas maternidades do país. Trata-se de um exame simples e indolor, em que o profissional avalia os movimentos da língua e a sucção do bebê. A cirurgia para “descolar a língua” é chamada frenotomia lingual. Para bebês de até 1 ano, pode ser realizada em consultório, sob anestesia local. Logo após o procedimento, o bebê já pode mamar no peito da mãe. Já em crianças maiores, como há maior chance de sangramento e de necessidade de pontos, e, em alguns casos, necessidade de sedação, é recomendável a realização em centro cirúrgico. O aconselhável é que a cirurgia seja realizada o quanto antes, pois, quanto mais cedo, menos efeitos negativos para tratar. O otorrinolaringologista é um especialista habilitado para ao diagnóstico e a realização da cirurgia. Procure o seu!

  • Dor de ouvido - E agora?

    A dor de ouvido, denominada otalgia, é uma queixa comum nos consultórios de Otorrinolaringologia. Entre as causas mais frequentes estão otite externa aguda (processo infeccioso da região mais externa da orelha, geralmente tendo como causa o uso de cotonetes e de objetos para coçar a orelha e banhos de piscina), e a otite média aguda (processo infeccioso da região média da orelha, que muitas vezes é causado por um processo inflamatório no nariz). Em aproximadamente 50% dos casos, entretanto, a causa da dor não se encontra na própria orelha, mas em outras estruturas, caracterizando assim a dor referida. Entre as causas da dor referida, estão a disfunção da articulação temporomandibular (articulação que se localiza na frente da orelha e que nos faz abrir e fechar a boca), a faringite aguda, a neuralgia do trigêmeo (dor no nervo que controla a sensibilidade da face) e tumores de orelha, boca, nariz e faringe. Mas por que a dor de outros lugares se manifesta na orelha? Porque a forma como o cérebro entende a dor proveniente da orelha é bastante complexa: são vários os nervos que levam a informação de dor da orelha (seis, no total!) e estruturas próximas à orelha compartilham esses mesmos nervos. E como se descobre a causa da minha dor? Através de dados sobre a história da sua dor: localização, presença de algum sintoma associado, o que faz piorar, quando e como apareceu… Além disso, o médico irá examinar a orelha e, se necessário, pedir exames complementares ou avaliação de outra especialidade. Se é seu caso, procure seu otorrinolaringologista para investigação! Por: Dra Márcia Dias Voltolini

  • Qual é a relação da poluição atmosférica com as doenças respiratórias?

    Relação íntima, uma vez que nosso sistema respiratório serve como filtro e passagem do ar que respiramos. A poluição muitas vezes ultrapassa nossa capacidade de filtro e leva a doenças respiratórias diversas, seja atingindo diretamente as vias aéreas por ação de produtos tóxicos, ou indiretamente, por fragilização da mucosa e instalação de doenças oportunistas. Então, para que possamos filtrar esses poluentes da maneira mais eficaz possível, é preciso estar com o sistema respiratório (que envolve nariz, faringe, laringe, traqueia, brônquios e pulmões) em funcionamento perfeito. Que tipo de doença a exposição à poluição atmosférica pode causar? Doenças respiratórias de caráter inflamatório ou infeccioso em geral, como rinites, sinusites, faringites, traqueítes ou até mesmo pneumonia, a qual surge quando a imunidade se encontra baixa e o contato com a bactéria leva à instalação da doença nos pulmões. Doenças respiratórias são a terceira causa de morte no Brasil. Como os problemas podem ser tão graves a ponto de levar a óbito? Doenças respiratórias podem levar a óbito principalmente em pacientes imunodeprimidos e tabagistas crônicos, estes em especial se forem portadores de DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica/ enfisema). Não nos esqueçamos das pneumonias, tuberculose e doenças ocupacionais como causa de doenças respiratórias comuns, mas potencialmente graves, em nosso meio. Qualquer pessoa está predisposta a ter doenças respiratórias? Basta estar vivo, ou melhor, respirando! Algumas pessoas estão mais suscetíveis, tanto por exposição a agentes tóxicos (tabagismo, ambiente de trabalho, etc) como pelo fator imunidade. Em algumas regiões, como a nossa Brasília, o fator clima pesa muito. A estação seca muitas vezes deixa nossos mecanismos de defesa vulneráveis, com ressecamento de mucosas, presença maior de partículas em suspensão no ar e até sangramentos, tornando os processos alérgicos mais frequentes e predispondo a infecções das vias aéreas, como os resfriados. Que recomendações uma pessoa pode seguir para amenizar os efeitos da poluição? Proteção quando em ambientes visualmente poluídos, consultas regulares ao seu médico assistente e, acima de tudo, cobramos dos órgãos responsáveis um ambiente limpo, livre de poluição. Quem já tem alguma doença respiratória deve seguir quais procedimentos? Deve seguir algum tratamento? Consultas regulares ao médico especialista, com acompanhamento rigoroso e tratamento específico para sua doença, já que ela poderá predispor a outras doenças oportunistas presentes em nosso meio.

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Sobre a Otorrino DF

Consultas médicas, exames e cirurgias para pacientes com necessidades relacionadas ao ouvido, nariz e garganta. Será um prazer receber você aqui em nossa clínica! 

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Responsável Técnico

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