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- Conheça as 6 principais causas de tontura
Você já teve a incômoda sensação de ver o mundo girando? Já experimentou enjoos repentinos e visão turva? Sentiu que estava perdendo o equilíbrio? Teve aquela sensação confusa como se as coisas perto de você estivessem flutuando e você perdesse os sentidos? Se você respondeu sim a algumas dessas perguntas, você certamente já sofreu com tontura em algum momento na vida. A tontura é o segundo sintoma mais comum nos consultórios de clínica geral, perdendo apenas para a dor de cabeça. Por conta disso, neste texto, vamos falar um pouco sobre as principais causas de tontura, por que ela surge e quais sintomas a acompanham. Se você ficou interessado, continue a leitura e confira! Definição de tontura A tontura pode ser definida como a ilusão de movimento, em relação ao ambiente ao nosso redor ou em relação a nós mesmos. Pode ser descrita como sensação de mareio, desequilíbrio, vertigem, instabilidade, sensação de desmaio iminente… Na verdade, é um sintoma de que algo está funcionando inadequadamente no corpo, e não uma doença específica. Pode ser um sintoma em comum de várias doenças diferentes e pode ocorrer em diferentes faixas etárias. Nosso equilíbrio depende do funcionamento harmonioso entre visão, labirintos e propriocepção – propriocepção representa os estímulos que recebemos de nosso tato e nossos músculos, e sinalizam para o cérebro sinais do corpo: em qual posição está nossa perna, onde nosso braço tocou… Se algum desses sentidos anda mal, se as conexões entre eles estão com algum problema ou até mesmo se o sangue que chega a algum dos órgãos está deficiente, teremos um caso de tontura. Sintomas associados à tontura A tontura pode vir acompanhada de outros sintomas, dependendo da sua causa. Veja só: náuseas; zumbido; sensibilidade à luz ou ao barulho; escurecimento da visão; quedas. O diagnóstico da tontura É necessária uma verdadeira investigação para diagnosticar qual tipo e causa de tontura o paciente está sentindo. Um mesmo paciente pode ter mais de um diagnóstico! Inicialmente, é importante fazer uma consulta médica, na qual se fará uma entrevista pesquisando fatores relacionados à tontura, como duração da crise, horário de aparecimento, sintomas associados, relação com movimentação, entre outros. Os exames solicitados posteriormente dependerão da hipótese diagnóstica suspeita e podem variar desde exames laboratoriais até exames mais específicos como a Vectoeletronistagmografia (VENG) e a Posturografia Dinâmica Computorizada (PDC). A Otorrino DF é a única em Brasília a fazer este tipo de exame. As principais causas da tontura Na maioria das vezes, os pacientes acometidos por tontura não têm causas consideradas graves e podem ser resolvidas com tratamento específico, a depender da causa. As principais causas são: 1. Alterações no labirinto Labirinto é um órgão que faz parte da orelha interna e leva ao cérebro sinais relacionados ao equilíbrio. O termo “labirintite” diz respeito à inflamação que afeta o labirinto. Ao contrário do que muita gente pensa, NEM TODA TONTURA É LABIRINTITE! Labirintite é um tipo específico de tontura (pouco comum, diga-se de passagem) que geralmente ocorre após uma inflamação de ouvido. O paciente apresenta uma tontura súbita, intensa e incapacitante, mas com tratamento apropriado consegue ter uma boa recuperação. Há várias doenças que acometem o labirinto e causam tontura: VPPB (vertigem postural paroxística benigna), doença de Ménière, migrânea vestibular e neurite vestibular, entre várias outras. É importante consultar o otorrinolaringologista para fazer o diagnóstico correto. 2. Alterações circulatórias Sentiu tontura ao ficar muito tempo em pé? Pode ser hipotensão postural: a pressão cai e o sangue não consegue ser bombeado para o cérebro de forma eficiente. Assim, causa a sensação de visão escurecida e pode levar até ao desmaio. Outras alterações circulatórias, como arritmias, também podem causar tonturas. 3. Doenças neurológicas A tontura também pode ser sinal de doenças neurológicas, como tumores, AVE (acidente vascular encefálico), malformações desde o nascimento ou doenças degenerativas. Se descoberto esse tipo de causa na fase inicial, as chances de recuperação são maiores. 4. Alterações no metabolismo Alterações no metabolismo, como anemia, alterações na glicose sanguínea e até mesmo alterações hormonais podem afetar o funcionamento geral do corpo e favorecer quadros de tontura, afinal, tudo está interligado! 5. Deficiências visuais A tontura pode ser causada por questões relacionadas à visão. Esses problemas podem ser solucionados com a visita ao oftalmologista e possivelmente com o uso de lentes ou cirurgias corretivas. 6. Alterações psicológicas Ansiedade, depressão e até síndrome do pânico podem ser causa de tontura, ou simplesmente agravar alguma tontura preexistente. Por isso, é extremamente necessário tratar os transtornos psicológicos de forma séria, com sessões de psicoterapia ou até mesmo com medicamentos ansiolíticos, prescritos por um psiquiatra. Isso trará muito uma melhor qualidade de vida. Quando a tontura passa a ser preocupante A tontura é preocupante quando atrapalha as atividades diárias, prejudicando o trabalho, o sono, as atividade físicas, as atividades sociais, ou quando passa a ser recorrente. Nesses casos, é importante procurar seu médico para avaliação. A importância da avaliação médica O otorrinolaringologista, médico especialista em doenças do nariz, boca, faringe, laringe e pescoço, é o mais indicado para avaliar os casos iniciais de tontura. De preferência, deve-se procurar um otorrinolaringologista com especialização em Otoneurologia, profissional que tem formação aprofundada no estudo das tonturas e do zumbido. Dessa forma, se você apresenta sintomas de tontura, marque uma consulta com um profissional habilitado. Na maioria das vezes, os quadros de tontura desaparecem quando a causa é identificada e tratada adequadamente. Alguns casos se tornam crônicos quando os sintomas persistem, geralmente porque a causa não foi identificada. Diante de tudo o que foi exposto, podemos concluir que a tontura pode ser causada por numerosos fatores. Pode ser apenas um sintoma corriqueiro e que não gera maiores preocupações. Porém, se ela persistir por muito tempo, deve ser investigada. Afinal, é muito importante cuidar da saúde, tanto física quanto mental. Achou este artigo sobre as causas de tontura útil? Então curta nossa página no Facebook e fique por dentro dos próximos assuntos e novidades!! Lá postamos várias dicas para você manter uma vida saudável e mais equilibrada! Agende sua consulta na Otorrino DF e avalie sua tontura !
- Existe apneia do sono em crianças?
A matéria a seguir, responde a tudo o que você precisa saber! A apneia do sono, é um distúrbio que causa pausas recorrentes na respiração durante a noite. De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 50% da população brasileira se queixa de qualidade de sono ruim e cerca de 30% da população adulta sofre de apneia do sono. Mas o que a maior parte das pessoas não reconhece, é que a doença não se restringe apenas a adultos. Crianças com obesidade, problemas de tônus muscular, amígdalas ou adenóides grandes, síndromes genéticas, anormalidades da face ou da garganta, problemas no controle da respiração ou mesmo história familiar, também correm esse risco. Como eu posso saber se a criança tem apneia do sono? Se durante o dia: • Ocorrem problemas de atenção; • Hiperatividade; • Alterações de humor ou irritabilidade; • Sonolência; • Cansaço extremo; • Dor de cabeça, principalmente pela manhã. E à noite: • Ronca, não necessariamente alto; • Possui respiração audível; • Dorme de boca aberta; • Troca com frequência a posição do corpo ao dormir; • Urina na cama. O tratamento consiste principalmente em: • Regularização do peso; • Tratamento da rinite alérgica; • E alteração da posição para dormir. O indicado é se posicionar com a cabeça um pouco mais elevada e o corpo de lado. Estes são alguns dos sinais de que você deve procurar um médico otorrinolaringologista. O Dr. Frederico de Paula, da OtorrinoDF, ressalta: "A avaliação para diagnóstico acontece de maneira simples e rápida. É importante observar o sono da criança principalmente se está na faixa etária de 3 a 5 anos". Que tipo de cirurgia pode ser feita para apneia do sono? Em último caso, se os tratamentos não ajudarem, a cirurgia de remoção de amígdalas e adenoides melhora os sintomas da apneia. A retirada da adenoide, reduz significativamente os riscos de distúrbios do sono e ambas diminuem o risco de amigdalite crônica e aguda. Em pacientes com problemas nasais e respiração oral, o tratamento conjunto com o dentista e o fonoaudiólogo é importante! E então? Conseguiu entender um pouco mais sobre o assunto? Se nossas informações foram úteis para você, também podem ajudar outras pessoas. Compartilhe o texto em suas redes sociais! Assim, você ajuda a ampliar a qualidade de vida na sociedade. A clínica OtorrinoDF dispõe de equipe e estrutura para melhor atendê-lo e ajudar no seu problema . Agende sua avaliação!
- Plástica facial: 5 tipos de cirurgias e suas indicações
Os procedimentos estéticos têm se tornado cada vez mais comuns entre os brasileiros. Dos métodos existentes, a plástica facial ganha destaque, sobretudo devido ao aumento da expectativa de vida, que faz com que as pessoas optem por amenizar os sinais do envelhecimento que podem aparecer no rosto. Com o passar dos anos, sinais como rugas, presença de bolsas na pálpebra e excesso de pele acabam aparecendo, além de disfunções específicas. Nesse contexto, as cirurgias plásticas faciais são excelentes opções e podem ser realizadas de diversas formas e com finalidades diferentes. Para que você saiba mais sobre o assunto, abordaremos, neste artigo, os 5 tipos de plásticas faciais mais comuns, suas indicações e benefícios. Continue a leitura e confira! 1. Rinoplastia É um procedimento cirúrgico relativamente simples e sem grandes riscos que remodela o formato do nariz, aperfeiçoando o seu contorno, bem como melhorando a qualidade da respiração do indivíduo por meio da correção de algumas deformidades. No entanto, seu propósito não é somente a questão estética, como muitos pensam. Algumas disfunções respiratórias também podem ser corrigidas por meio da rinoplastia. A cirurgia é indicada para pessoas que não estejam satisfeitas com o formato do nariz e enxergam alguma desproporção. Além disso, pode ser feita quando há algum problema anatômico que apresente complicações à respiração. Antes de realizá-la, o médico avaliará os atributos estéticos, como proporção e simetria facial, de modo a avaliar e respeitar as intenções do paciente. Isso porque, um nariz fora de harmonia com o resto do corpo pode trazer resultados desastrosos para a aparência do paciente. 2. Rinosseptoplastia A rinosseptoplastia possibilita a mudança estética do nariz, mas é indicada, sobretudo, para melhorar a respiração com a correção do septo nasal, por exemplo. Por isso, é recomendado que ela seja feita por um profissional habilitado para tal procedimento. A cirurgia é indicada para pacientes saudáveis acima de 15 anos de idade que apresentam algum tipo de obstrução nasal e dificuldade na respiração ou, ainda, para aqueles que estão insatisfeitos com o tamanho ou o formato do nariz. O resultado oferece a correção do desvio de septo — com a retirada da carne esponjosa —, a melhora da respiração e a harmonização facial. Uma dúvida entre os pacientes é a diferença entre a rinoplastia e a rinosseptoplastia. A primeira é mais indicada para remodelagem da estrutura nasal com objetivo estético. Já a segunda, além da cirurgia estética, corrigi o desvio de septo, o posicionamento e a má formação, que afetam diretamente a função nasal. 3. Blefaroplastia Trata-se de um procedimento responsável por remover a pele flácida e enrugada, as famosas “bolsas”, que se localizam na região das pálpebras e abaixo dos olhos e deixam as pessoas com um aspecto mais envelhecido, podendo, inclusive, prejudicar a visão. A blefaroplastia é mais utilizada como estética, pois suaviza o contorno dos olhos por meio da retirada ou reposicionamento de tecidos, deixando o rosto mais bonito e jovial. Ela é indicada para pessoas mais velhas, que apresentam excesso de pele e/ou flacidez na região dos olhos e queda da pálpebra por causas musculares ou em função do excesso de pele, que aparecem devido à perda do colágeno. O procedimento, além de solucionar o problema, fornece um rejuvenescimento facial, melhorando a aparência e a autoconfiança do paciente. 4. Otoplastia A otoplastia é a cirurgia plástica que, em geral, corrige as orelhas proeminentes (de abano), mas também pode corrigir sequelas de traumas, ausência congênita e constritas. Quando feita por questões estéticas, a indicação deve partir da vontade do próprio paciente, o médico demonstrará os casos e as características do procedimento. Cabe ressaltar que a maioria das pessoas que realizam esse tipo de plástica são crianças, com idade mínima de seis anos de idade, já que nessa faixa etária a formação das orelhas já foi finalizada. A cirurgia reparadora, além de corrigir o defeito, busca uma aparência mais harmoniosa, que gera maior equilíbrio e proporção entre as orelhas e a face, sem falar na melhora da autoestima. A otoplastia resolve o incômodo com o formato, o tamanho e posição da orelha. 5. Ritidoplastia É um tipo de procedimento de lifting facial aliado à cirurgia, que tem por objetivo tratar as rugas da área do rosto e melhorar os sinais visíveis de envelhecimento. A ritidoplastia é indicada para pessoas que têm flacidez na pele do rosto e que apresentam características como: terço médio da face, conhecida como queda de bochechas; flacidez no contorno da mandíbula e do pescoço; sulco nasogeniano em destaque (bigode chinês); e acúmulo de gordura na região do queixo. O resultado é o reposicionamento das estruturas da região da face e a retirada do excesso de pele em casos de flacidez, proporcionando um aumento da autoestima e satisfação dos pacientes. De modo geral, todos os pacientes que quiserem passar pelos procedimentos apresentados, devem realizar alguns exames, como: sangue: hemograma completo, coagulograma, ureia, sódio, potássio, creatinina e glicemia; raio-x do tórax: para pacientes com mais de 40 anos ou com histórico de doença pulmonar; raio-x da região da intervenção; risco cirúrgico; eletrocardiograma: para investigar o estado de saúde do coração para garantia do cuidado na cirurgia; tomografia computadorizada: para averiguar a existência de sangramentos. Com o resultado dos exames em mãos, você poderá iniciar os preparos para a cirurgia. Durante a consulta, serão abordados os detalhes de todas as precauções que devem ser tomadas, além dos cuidados médicos exigidos no pré e pós-operatório. Por fim, ao optar por alguma intervenção facial, recomenda-se a procura de um médico especialista para fazer uma avaliação profissional completa, de modo a garantir um diagnóstico e resultado mais eficaz. Nesse caso, a Clínica Otorrino DF oferece os melhores procedimentos de plástica facial, com atendimento personalizado e completo aos seus pacientes. Tem excelente infraestrutura e atende a quase todos os convênios da cidade. Portanto, agora que você já conhece os tipos de cirurgias plásticas da face, já pode entrar em contato conosco e conhecer nossos serviços. Nós temos profissionais habilitados e especializados para ajudá-lo. Então, entre em contato conosco pelo site ou pelo telefone (61) 3542-2803!
- Ronco: tudo que você precisa saber sobre o assunto!
Você sabia que as estatísticas apontam que no Brasil cerca de 40 milhões de pessoas sofrem com o ronco e a apneia do sono? Isso representa aproximadamente quatro cidades de São Paulo, nossa maior metrópole, para se ter uma ideia. De acordo com um estudo feito por uma universidade americana e divulgado pelo portal de notícias Gazeta Esportiva, estima-se que nos Estados Unidos, 38 mil pessoas morrem anualmente por conta de doenças do sono, como o ronco. Tal realidade mostra como algo que é tido como comum e as vezes até engraçado é preocupante e deve ser tratado com precaução. Além da saúde, o ronco também atrapalha as pessoas em relação à suas vidas pessoais. Segundo Rosalind Cartwright, uma pesquisadora que faz estudos sobre relacionamentos em uma universidade de Chicago, o ronco é a terceira causa que mais motiva divórcios entre os casais, estando atrás apenas da infidelidade e dos motivos financeiros. Para que você entenda mais sobre o ronco e saiba como realizar o tratamento adequado, caso sofra desse mal, elaboramos este post. A ideia é reunir o máximo possível de informações sobre o assunto, para que você entenda tudo o que precisa saber. Não deixe, portanto, de acompanhar os tópicos a seguir. 1. O que é o ronco? É conhecido como ronco o ruído que as pessoas fazem quando ocorre o estreitamento ou a obstrução das vias respiratórias enquanto dormem. O barulho ocorre porque quando as vias se estreitam, a passagem do ar é prejudicada no processo de respiração, provocando a vibração das estruturas do nariz. Dentro desse contexto, é normal que as pessoas ronquem quando estão dormindo de costas, por exemplo, pois nessa posição, os músculos da garganta ficam mais flácidos e a língua fica posicionada mais para trás. No entanto, o ronco também pode ser patológico, por conta da chamada apneia obstrutiva do sono (SAOS), que gera uma parada respiratória durante o período em que a pessoa está dormindo. Quando alguém sofre com a SAOS, pode ficar sem respirar por pelo menos dez segundos, se for adulto, e três segundos se for criança. Por esse motivo, é preciso que o ronco seja levado a sério! Quando alguém percebe que sofre com esse problema, precisa procurar um médico para fazer o correto diagnóstico e tratamento, pois a apneia pode levar até mesmo a morte, durante o sono. É preciso desmistificar a falsa ideia que algumas pessoas têm de que o ronco é um sinal de sono reparador. Isso é senso comum, algo que já foi provado pela ciência que não é verdade, sendo o ronco muito prejudicial. 2. Quais são os sintomas? Quando uma pessoa que ronca dorme junto com outras pessoas, é normal que os companheiros ou familiares percebam o alto ruído que ocorrem durante o sono. No entanto, uma pessoa que dorme sozinha pode não perceber que ronca, pois geralmente quem sofre da patologia não consegue ouvir o próprio barulho que produz. Além disso, conforme já dito, nem sempre o ronco é patológico e pode ser até mesmo normal em algumas situações, mas quando esse fator vem acompanhado de outros sintomas, pode caracterizar a apneia do sono. Os principais sintomas que se manifestam em um indivíduo com o ronco patológico são os seguintes: ronco muito alto durante o sono, chegando a acordar outras pessoas que estão dormindo no mesmo local; muito cansaço e fadiga durante o dia; excesso de dores de cabeça no início das manhãs; dificuldade para ter concentração no trabalho e nos estudos; sono agitado; sono não reparador, dando a sensação de que não se descansa após uma noite inteira dormindo; sofrer engasgamentos ou asfixias durante a noite; ter um aumento significativo da pressão arterial; sentir dores no peito durante a sono ou no horário em que estiver dormindo. É importante que sempre que alguém perceber esses sintomas em si próprio ou em um familiar, procurar o mais breve possível um médico otorrinolaringologista, que é o profissional especializado em tratar as doenças do sono. Cabe também ressaltar que o ronco e a apneia não acometem apenas os adultos, mas também as crianças. Por isso, é importante que os pais também estejam sempre observando a qualidade do sono de seus filhos e procurem um especialista, caso eles ronquem muito durante as suas noites de sono. 3. Quais são as causas? O ronco é o efeito sonoro, o barulho, causado quando há uma vibração por conta do afunilamento das vias respiratórias. Desse modo, geralmente o ronco tem início ao final da base da língua. Essa vibração que pode obstruir as vias nasais e causar o ronco pode ser mais acentuada em algumas situações. Existem, por exemplo, pessoas que podem ter imperfeições anatômicas, como o tamanho das narinas. Existem também casos em que o ronco ocorre por conta da estrutura óssea bucal, ou seja, da formação da maxila e da mandíbula. É normal que a mandíbula sustente a língua, promovendo a abertura bucal, de modo que a respiração deixe de ser feita pelo nariz e passe a ocorrer pela boca. Tal situação resseca a orofaringe, fazendo com que o ar chegue com impurezas até os brônquios. A obesidade e o sedentarismo também podem ser consideradas causas do ronco. Isso se justifica pelo fato de tais fatores deixarem os tecidos da região respiratória menos densos e a musculatura da língua mais flácida, fazendo com que a passagem do ar seja limitada. Os fumantes também têm mais predisposição para roncar, uma vez que as substâncias como que compõem o cigarro, como a nicotina, possuem efeito estimulante, causando problemas para a qualidade do sono. O mesmo ocorre com pessoas que têm o hábito de ingerir muita bebida alcóolica. Outro ponto que deve ser levado em consideração como uma causa do ronco é o tamanho das amídalas. Pessoas com amígdalas grandes, principalmente as crianças com idades entre 9 e 11 anos, podem ter problemas para respirar durante a noite, resultando em problemas de apneia. Conforma visto, não exista uma única causa para a ocorrência do ronco. Por esse motivo, é muito importante fazer a visita a um médico, caso perceba algum sintoma das doenças do sono, pois somente assim você poderá ser submetido ao tratamento mais adequado, de acordo com o seu diagnóstico. 4. Como prevenir? É importante também que você tenha consciência de que não precisa esperar o ronco acontecer para começar a se preocupar com esse problema. Afinal, com algumas atitudes simples é possível prevenir as doenças do sono como a apneia. As principais maneiras de prevenir o ronco são as a seguir descritas: Pratique atividades físicas A prática esportiva é o melhor efeito terapêutico contra o ronco. Afinal, quem se exercita perde peso, dorme melhor e evita a sonolência diurna. Caso você não tenha tempo de ir a uma academia, pode adaptar a sua rotina, como trocar o elevador pela escada, deixar o carro em casa e fazer alguns percursos a pé etc. Tenha uma boa postura durante o sono Quando alguém dorme com a barriga para cima, é normal que a língua relaxe e atrapalhe o processo respiratório. Portanto, dormir de lado pode ser uma boa tática para evitar o ronco ou amenizar o barulho. No entanto, se mesmo assim o ruído persistir, é importante que seja procurado um médico. Investigue e trate alergias respiratórias As alergias respiratórias como a rinite e a sinusite também podem contribuir com a ocorrência do ronco, pois deixam o nariz entupido, sendo necessário que o corpo faça um esforço maior para respirar. Fazendo uso de medicamentos e com outros tipos de tratamento é possível controlar as alergias, solucionando assim o problema do ronco. Faça o alinhamento dos dentes Quando a arcada dentária é desalinhada, também é possível que o ronco seja favorecido, uma vez que a posição incorreta dos dentes pode ocasionar a respiração pela boca. Nesses casos, o mais recomendado é consultar com um cirurgião dentista e utilizar um aparelho ortodôntico ou outro tratamento por ele indicado. Se você seguir essas dicas, certamente evitará o ronco e terá menos problemas do sono. Mas, se mesmo assim seguir com o problema, pode caracterizar algo patológico, sendo necessário fazer uma avaliação médica. 5. Quais são os principais tipos de ronco? Os roncos também podem ser classificados em dois tipos: o ronco primário e o ronco secundário. Veja mais sobre cada um deles: Ronco primário O ronco primário, também chamado de ronco comum, é o tipo de ronco não considerado patológico, ou seja, que não é uma doença. Ele ocorre quando a respiração é obstruída, mas sem causar a falta de ar. Esse tipo de ronco, embora não seja causado por uma doença, também pode apresentar malefícios como o incômodo do parceiro que divide a cama ou pessoas que dormem em quartos vizinhos ao da pessoa que ronca. Para evitar que o ronco primário aconteça, convém adotar em sua rotina todas as dicas citadas no item 4 deste post. Ronco secundário O ronco secundário, por sua vez, é um sinal de apneia do sono, causando a suspensão da respiração durante o sono. A apneia tem ainda três subclassificações: apneia central: quando há a ausência de esforço inspiratório, de modo que haja a cessação do fluxo de ar; apneia obstrutiva: quando o esforço inspiratória ocorre, mas está associado à cessação do fluxo de ar; apneia mista: quando há ocorrência simultânea dos dois tipos anteriormente descritos. Se você apresentar algum sintoma que caracterize o ronco secundário ou alguma das classificações da apneia do sono, pode estar correndo um risco grave, pois quando há mais de 30 apneias durante a noite de sono, o ar não chegará em quantidade satisfatória até os seus pulmões. Isso fará com que você possa apresentar um quadro de diversos malefícios como a hipertensão arterial, refluxos gastroesofágicos, depressão, impotência sexual e até mesmo a perda de memória recente. 6. Quais são e como são feitos os tratamentos? Felizmente os roncos têm tratamento, porém eles devem sempre serem feitos de acordo com o diagnóstico de cada caso e com supervisão médica. Para que você conheça os principais tratamentos, elaboramos uma lista. Veja, a seguir. CPAP Sigla em inglês para Continuous Positive airway Pressure, o CPAP é um compressor de ar acoplado a uma máscara, que deve ser ajustado no nariz da pessoa que ronca, quando ela for dormir. O aparelho age como um preventivo à obstrução da garganta e das vias nasais, possibilitando um sono de qualidade e sem roncos. Apesar de parecer algo desconfortável, os pacientes que se submetem a esse tipo de tratamento não relatam qualquer incômodo durante o sono. Dilatadores nasais Os dilatadores nasais são pequenos dispositivos, feitos de materiais como a borracha, o silicone ou o plástico. A ideia é que o aparelho seja encaixado nas narinas antes da pessoa que ronca ir dormir. Desse modo as narinas se mantém abertas, facilitando o fluxo de ar e o recebimento de oxigênio durante o sono. Tratamentos cirúrgicos Existem também alguns casos em que são indicadas cirurgias para resolver o problema do ronco. Geralmente a cirurgia é indicada em casos mais graves, quando as apneias já são superiores a 30 por noite, ou quando outros métodos de tratamento já foram testados e não se obteve um sucesso total. Falaremos com mais detalhes sobre esse tipo de tratamento no item 8 deste artigo, que apresentará qual é o tipo de cirurgia para ronco mais indicada. Esses tratamentos citados são os mais usais, porém existem outras técnicas que podem ser utilizadas no combate ao ronco, como o uso de dispositivos intra-orais e a fonoterapia, que nada mais é do que exercícios diários feitos com a supervisão de um fonoaudiólogo. 7. Quais exames devem ser feitos? Para detectar o ronco patológico é importante que sejam realizados alguns exames, que podem ser indicados e feitos pelos médicos otorrinolaringologistas. Tais exames podem caracterizar melhor o tipo de ronco de cada pessoa, de modo que o médico pode diagnosticar o problema com mais precisão e indicar o tratamento mais indicado para cada um dos casos. Saiba quais são e como são feitos os principais exames para diagnosticar o ronco: Polissonografia Para investigar os distúrbios do sono de modo geral, um dos procedimentos mais usuais é a polissonografia, que nada mais é do que uma vigília durante o período que o paciente está dormindo. Desse modo, alguns sensores são posicionados em pontos estratégicos no corpo da pessoa examinada. Tais sensores monitoram a ocorrência de roncos, a frequência cardíaca, o esforço necessário para fazer a respiração etc. Todos esses registros permitem que o médico avalie qual é a real causa do ronco ou apneia durante o sono, podendo assim diagnosticar o tratamento mais indicado para o caso. Split-night O Split-night funciona da mesma forma que a polissonografia, porém dividida em duas partes. Na primeira é feito o diagnóstico da apneia do sono e na segunda é feito o uso do CPAP, equipamento que monitora a pressão aérea positiva contínua. Esse exame é indicado geralmente para casos mais graves ou em que é necessário ter ainda mais precisão do que ocorre com o paciente no decorrer da sua noite de sono. Laringoscopia Esse exame tem o objetivo de avaliar as vias aéreas altas do paciente, como o nariz, a laringe e a faringe. Desse modo, é possível analisar se a pessoa tem rinite, sinusite ou outras doenças que podem fazer com que o ronco ocorra. Rinomanometria Trata-se de um exame que calcula o fluxo e a pressão nasal. O cálculo é feito por um aparelho que determina se um indivíduo tem ou não dificuldade em respirar pelo nariz. Caso o diagnóstico seja conclusivo de a respiração nasal está dificultada, o médico poderá pedir avaliações mais profundas para entender o que isso representa. 8. Existe cirurgia? Qual? Em alguns casos em que o ronco e apneia do sono resistem por muito tempo, é recomendado que seja feita uma cirurgia chamada de uvulopalatofaringoplastia. Sendo assim, é o problema é geralmente solucionado de uma vez por todas, pois são feitas intervenções para que as vibrações durante o sono deixem de acontecer por fatores fisiológicos. Trata-se de uma cirurgia que é realizada com anestesia geral, de modo que os pacientes precisam ficar internados no hospital por até três dias, para que seja monitorado no processo pós-operatório. Na uvulopalatofaringoplastia, não é feito nenhum corte no rosto ou no pescoço do paciente, sendo realizada por via oral, sem deixar nenhuma cicatriz ou marcas externas após a realização. Essa cirurgia costuma ser extremamente eficaz e corrige rapidamente o problema dos roncos, após que termina o período pós-operatório e de recuperação do paciente. No entanto, em alguns casos, é preciso que ainda sejam feitos tratamentos subsequentes para que os roncos deixem de ocorrer de uma vez por todas, como o uso de máscaras durante os primeiros dias de sono e o uso de aparelho ortodôntico para corrigir a arcada dentária. Em outras situações, os pacientes podem também ser submetidos a outros procedimentos cirúrgicos como a adenoidectomia, septoplastia e turbinectonia. Essas cirurgias menores podem corrigir imperfeições pontuais e auxiliar para o sucesso do procedimento como um todo. Se um desses procedimentos adicionais for realizado, o paciente poderá precisar utilizar um tampão para evitar que aconteçam sangramentos após a cirurgia. O tampão é colocado no nariz e pode ser retirado após cerca de 3 dias. 9. Como encontrar um médico especializado? Tratar o ronco e a apneia do sono não é algo tão fácil como pode parecer em um primeiro momento, como você já deve ter percebido ao ler este artigo. Sendo assim, é preciso encontrar um médico especializado no tratamento desse tipo de patologia. O tratamento em apneia do sono e outros malefícios do ronco são feitos por médicos otorrinolaringologistas, pois apenas quem possui essa especialidade tem conhecimentos específicos que são fundamentais para o correto diagnóstico e tratamento. Também é importante verificar a experiência que o médico possui nessa área. . No entanto, a experiência conta muito, pois além da tradição, o médico já acompanhou diversos casos, tirando lições práticas de cada um dos atendimentos realizados. No caso de os pacientes serem crianças, é importante que os pais tenham ainda mais atenção na escolha do profissional que fará o atendimento aos seus filhos. É preciso ter em mente que além dos conhecimentos em na área, é necessário também que se tenha habilidade para lidar com os pequenos, como um otorrinolaringologista pediátrico. Outro ponto importante e que pode ajudar na escolha de um médico especializado é conversando com outras pessoas que já foram atendidas pelo profissional. Desse modo, você pode solicitar depoimentos e tirar suas próprias conclusões ao ver cases de sucesso de pacientes que antes sofriam com os roncos e agora já não têm mais nenhum sintoma desse problema. Vale destacar que, muitas vezes, apenas o médico otorrinolaringologista não conseguirá fazer um tratamento sozinho para tratar o ronco, sendo necessário também o acompanhamento de um cirurgião dentista, de um fonoaudiólogo, entre outros profissionais que juntos poderão propor um tratamento completo e que garanta a total solução dos incômodos e complicações de saúde que podem ser oriundos do ato de roncar. E então, conseguiu entender um pouco mais sobre o ronco e os malefícios que ele pode trazer para a sua saúde e sua qualidade de vida? Neste post tratamos sobre o que é o ronco, quais são os seus sintomas, as suas causas, como se prevenir, quais são os principais tipos de roncos, quais são e como são feitos os tratamentos para corrigir esse problema, os melhores exames para ter um diagnóstico preciso, o tipo de cirurgia indicado e como encontrar um médico especializado nessa área. Esperamos que todas essas informações sejam úteis para você e caso você sofra com o ronco, salve este artigo em seu computador para que possa tirar dúvidas sempre que for necessário. E se nossas informações foram úteis para você, também podem ajudar outras pessoas. Que tal então compartilhar o texto em suas redes sociais? Assim os seus amigos que também sofrem com o problema do ronco também ficaram bem informados sobre o assunto. A clínica OtorrinoDF dispõe de equipe e estrutura para melhor atendê-lo e ajudar no seu problema . Agende sua avaliação!
- Outubro rosa: tudo o que você precisa saber
O Outubro rosa é uma campanha de grande importância para a prevenção do câncer de mama, uma das doenças que mais preocupam a Saúde Pública do Brasil e do mundo. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estima-se um número superior a 59.000 novos casos desse câncer até 2019. Isso indica uma média de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres no país. Esses dados alarmantes reforçam a necessidade de mais campanhas de prevenção contra a doença. O Outubro rosa é uma das ações mais importantes, já que nessa mesma pesquisa, o INCA aponta a neoplasia mamária como o 2º tipo de câncer mais comum na população. Quer saber mais? Confira como o Outubro rosa promove importantes informações sobre as causas, os sintomas e as formas de prevenção do câncer de mama. Acompanhe! O que é Outubro rosa e qual o objetivo dessa campanha? Cada vez mais difundido, o Outubro rosa é uma campanha global realizada a cada mês de outubro. O objetivo é promover a conscientização das mulheres — e informar a sociedade — sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama. Como em todos os tipos de neoplasias, a descoberta precoce aumenta as chances de cura e reduz consideravelmente as taxas de mortalidade. A campanha é simbolizada pelo laço cor-de-rosa, que representa a preocupação da sociedade com esse problema. No mês de outubro, inúmeras instituições de saúde e empresas de diferentes segmentos — tanto públicas quanto particulares — se envolvem com a campanha a fim de chamar a atenção sobre o aumento dos índices da doença e a necessidade de prevenção. Muitas organizações oferecem exames gratuitos, ou por um valor mais acessível, com a finalidade de encorajar as mulheres a realizar esses exames preventivos. Há, ainda, um grande envolvimento da mídia, sobretudo nas redes sociais. O propósito é alertar sobre o problema e promover maior engajamento da população nessa campanha que pode salvar vidas. Diante disso, a divulgação de informações sobre a importância dos exames físicos e laboratoriais é essencial. Na fase primária, o câncer mamário não apresenta sintomas, mas responde muito melhor às intervenções terapêuticas. Todavia, a finalidade do Outubro rosa vai além de avaliar e divulgar estatísticas. A campanha visa assegurar às mulheres direitos essenciais na luta contra a doença: assistência física e emocional por meio de medidas de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento de qualidade. Esse tipo de campanha tem alcançado cada vez mais adeptos e auxiliado na transmissão de informações sobre a evolução da doença. É isso que impulsiona a participação no Outubro rosa: um mês dedicado à atenção e ao cuidado com a saúde da mulher. Como e quando surgiu o Outubro rosa? No final do século XX, o avanço da medicina proporcionou também melhoria nos métodos de diagnóstico. Com isso, o processo de identificação de doenças como as neoplasias da mama passaram a ser simplificados. Por conseguinte, as estatísticas mundiais de muitos tipos de cânceres, sobretudo os que afetam as mulheres, aumentaram consideravelmente. O alto índice de morte resultante do câncer de mama serviu como alerta para iniciativas de promoção da saúde. Como tentativa de chamar atenção para essa realidade, alguns estados americanos começaram a promover ações isoladas em prol da conscientização sobre o câncer de mama. Aos poucos, as ações foram ampliadas e ganharam visibilidade entre várias regiões do globo. Assim que essa medida alcançou expressividade entre órgãos de saúde e empresas conhecidas, o Congresso Americano oficializou outubro como o mês nacional para prevenção do câncer de mama. No ano de 1983, a fim de garantir maior visibilidade e apoio para o projeto, um instituto americano promoveu a arrecadação de fundos para pesquisas e organizou a primeira “Caminhada pela Vida”, em Dallas, nos EUA. A caminhada foi amplamente difundida e teve a participação de 800 atletas, entre homens, mulheres e crianças. Além de alertar para a necessidade da criação de políticas de prevenção da saúde feminina, essa ação marcou o começo de uma campanha que ganharia dimensões mundiais. Na década seguinte, em 1991, as tão famosas fitas rosa foram distribuídas a todos que participaram da Caminhada pela Vida, em Nova York. O ideal da campanha estava marcado com maior expressividade pelo laço cor-de-rosa, que se tornava o símbolo oficial da campanha. No Brasil, a primeira ação relacionada ao Outubro Rosa ocorreu em 2002, no Parque do Ibirapuera, na cidade de São Paulo. Um grupo de mulheres defensoras da campanha iluminou o Obelisco do Ibirapuera. Mediante o significado da campanha, o ato se tornou notável e despertou a atenção para o problema. Nos anos seguintes, essa ação passou a ser copiada por outras cidades, pois muitas iluminavam de rosa os seus monumentos. O que simboliza o laço cor-de-rosa? Mundialmente reconhecido pelo seu importante significado, o laço cor-de-rosa simboliza a luta contra o câncer de mama. Os laços começaram a ser utilizados nos Estados Unidos desde a década de 70. Com um diferente propósito, a idealizadora dessa ação foi Lenney Laingen, cujo marido era mantido como refém no Irã. A mulher e seus amigos penduraram laços de cor amarela em algumas árvores da rua. O objetivo era que o marido fosse liberto e voltasse para casa. Com isso, a ideia de laços conscientizadores se popularizou e, a partir de 1990, era a vez de outorgar ao câncer de mama uma simbologia por meio de sua própria fita: o laço cor-de-rosa. Logo depois, em 1991, houve a Corrida pela Cura de Nova York. Em nome da campanha contra o câncer de mama foram distribuídos laços cor-de-rosa para todos os participantes. Rapidamente a ideia foi tomando proporção e, em 1992, uma empresa de cosméticos — Estée Lauder Cosmetics — conseguiu popularizar o laço cor-de-rosa e transformá-lo em um ícone mundial. A aceitação e a popularização desse símbolo, que foi inicialmente distribuído nos Estados Unidos, foi essencial à disseminação dos ideais da campanha. Desse modo, o laço ficou conhecido mundialmente como o símbolo da luta contra o câncer de mama. Como mencionamos, além do laço cor-de-rosa, muitas metrópoles passaram a iluminar os seus monumentos públicos com luz rosa. Tal medida garante maior destaque ao mês declarado como oficial na luta contra os impactos da neoplasia de mama. Quais as principais características do câncer de mama? O câncer de mama ocorre por um processo anormal de multiplicação celular. Quando as células anormais da mama se dividem de forma descontrolada, há a formação de um tumor. Existem vários tipos de câncer de mama e eles se diferenciam pela dinâmica do desenvolvimento: alguns se desenvolvem mais rapidamente que outros. Segundo a pesquisa da OMS anteriormente citada, a neoplasia mamária é uma das doenças com maior morbidade no planeta. Supera até mesmo as mortes por infecções ou por doenças relacionadas à mudança no clima, que afetam as funções respiratórias e elevam os índices de mortalidade infantil, como a pneumonia, por exemplo. É o tipo de câncer que mais causa mortes entre mulheres em nosso país. A doença só fica atrás dos melanomas, que são os cânceres de pele. No entanto, é necessário que o governo faça mais investimentos em políticas públicas voltadas para a saúde da mulher, principalmente no que se refere à prevenção e tratamento do câncer de mama. Assim como as outras neoplasias, quando diagnosticada precocemente, as chances de recuperação são bastante consideráveis. Nesse sentido, as medidas preventivas — sobretudo a educação continuada e a maior divulgação de informações sobre a doença — reduzem drasticamente a mortalidade. No exame físico, a suspeita da doença ocorre mediante a identificação de nódulos que se formam nas glândulas mamárias. Esses nódulos, popularmente conhecidos como “caroços”, são palpáveis e podem ser doloridos ou não. A confirmação do diagnóstico é feita por meio de biópsia do nódulo e também por exames específicos como ultrassonografia e ressonância magnética. Os tumores da mama podem ser benignos ou malignos. Por isso, é preciso procurar ajuda médica para obter um diagnóstico preciso, assim que houver suspeita da doença. A avaliação profissional e a orientação adequada são essenciais. Qual a diferença entre os tumores benignos e malignos? Para melhor compreensão do tema, convém diferenciar tumores benignos de malignos. Os primeiros são caracterizados por lesões bem definidas e que podem ser retiradas ou tratadas. Os tumores benignos não provocam a morte. Porém, os tumores malignos são de difícil tratamento porque as células cancerosas se espalham pelo corpo, alojam-se em outros órgãos e causam a morte. Essa situação é chamada de metástase. Quando o câncer evolui para as metástases, as células cancerígenas são levadas pela corrente sanguínea até alguns órgãos vitais, como cérebro, pulmão e fígado. É muito comum também ocorrer metástases ósseas, razão pela qual surgem muitas dores no corpo associadas com fraqueza generalizada. Contudo, a campanha do Outubro rosa é extremamente importante, já que mesmo os tumores malignos da mama podem ser neutralizados quando descobertos no estágio inicial. Por isso, a conscientização da mulher quanto à importância da prevenção precisa ser melhorada. Vale destacar que o comportamento das células tumorais varia de acordo com cada organismo. Isso é o que diferencia as chances de cura entre dois indivíduos em tratamento para a mesma doença. Os sintomas do câncer de mama classificado como tumor maligno geralmente incluem características muito específicas e que dificultam o tratamento. As lesões apresentam evolução bem rápida e causam muita dor e desconforto à paciente. Há, ainda, a presença de outros sinais não associados às mamas, como náuseas, tonturas, dor no corpo e nos ossos, falta de apetite e fraqueza muscular generalizada. Geralmente, esses sintomas têm relação com as metástases das células malignas que invadiram outros órgãos do corpo. Quais os fatores de risco para o câncer de mama? O câncer de mama costuma ter maior incidência em mulheres cuja menarca se deu muito cedo ou naquelas que tiveram menopausa tardia. Outro fator que influencia o surgimento da doença é a falta de amamentação. Essa moléstia afeta mais as mulheres que não têm filhos, ou mesmo as que os têm, mas que nunca amamentaram. As influências hormonais sobre o metabolismo celular feminino intensificam esses fatores. Além dessas questões, a neoplasia de mama está associada também ao estilo de vida: sedentarismo, ingestão excessiva de álcool e tabagismo contribuem para o surgimento da doença. Outros fatores que também merecem atenção são: obesidade, exposição a radiações ionizantes, idade acima de 50 anos e questões associadas à herança genética ou familiar. Como identificar os sintomas da neoplasia de mama? Todas as mulheres devem observar suas mamas sempre que se sentirem tranquilas e confortáveis: seja na hora do banho, na troca de roupas ou em situações do cotidiano que lhes parecerem mais favoráveis. Desenvolver esse hábito é importante porque ajuda a perceber sinais que merecem atenção em relação à neoplasia mamária. Um dos sinais mais importantes é a detecção de pequenas alterações mamárias — um pequeno nódulo indolor — consideradas como os sintomas iniciais da doença. No entanto, vale ressaltar que muitos nódulos que surgem na mama são benignos e, desse modo, não têm nenhuma relação com o câncer. Muitas mulheres podem desenvolver distúrbios do sono por falta de informação ou de orientação adequada. Logo, a suspeita de um câncer de mama depende do somatório de vários fatores ou pela presença isolada de um sintoma de risco muito evidente para a doença. Nesse sentido, conheça os sinais mais importantes e que necessitam de intervenção imediata: nódulo (ou caroço) facilmente palpável; sulcos ou depressões visíveis na mama; veias facilmente observáveis e salientes; sensível endurecimento da pele da mama; presença de secreção ou sangue no mamilo; mudança na cor ou no formato da aréola mamária; mudança na cor, formato ou no tamanho da mama; nódulos ou inchaços frequentes na região das axilas; inchaço, calor, vermelhidão ou dor na pele das mamas; pressão na cabeça, acompanhada ou não de dor no ouvido. Quais as formas de prevenção do câncer de mama? A presença de nódulos nos seios, doloridos ou não, é o que caracteriza a suspeita dessa moléstia. Além disso, presença de deformidade no órgão, diferença entre as mamas ou aumento de volume ou de coloração também são indícios preocupantes. Contudo, ainda que tais alterações nem sempre signifiquem o diagnóstico de câncer de mama, a presença de um fator isolado já deve ser considerado razão para procurar auxílio médico imediatamente. Além do autoexame periódico, mulheres com idade igual ou superior a 40 anos devem fazer mamografias e ultrassonografias anualmente. O objetivo dessa vigilância é buscar indícios relacionados ao câncer. Para quem não tem plano de saúde, esses exames poderão ser feitos gratuitamente pelo SUS. Além dos exames, outras formas de prevenção são fundamentais. Confira! manter o peso corporal dentro dos limites; evitar o consumo de álcool e de cigarros; praticar exercícios físicos regularmente; priorizar uma alimentação saudável; evitar pensamentos negativos; cuidar da saúde emocional; ter um sono reparador. Como realizar o autoexame das mamas? Embora a mamografia seja o primeiro método a ser indicado para detectar o câncer, a realização constante do autoexame é importante. Essa ação deve ser estimulada especialmente entre as mulheres que compõem o grupo de risco e que não têm acesso à mamografia. Recomenda-se a realização do autoexame uma vez ao mês, de 3 a 5 dias depois primeiro dia de menstruação. Nessa época, as variações hormonais deixam a mama menos inchada, o que facilita a detecção de qualquer tipo de alteração. Porém, como um dos fatores de risco é a idade acima de 50 anos, as mulheres que já estão na menopausa devem fazer o autoexame em uma data fixa todo mês. Para obter melhor resultado durante a palpação, o exame deve ser realizado sem blusa ou sutiã. A mulher deve se posicionar na frente do espelho, em pé ou deitada, de modo que a posição seja favorável a esse ato tão importante de prevenção e de cuidado com a saúde. Observe os passos mais importantes para a identificação de caroços, alterações na aparência da pele, na cor do bico do seio e a presença de saliências ou secreções das mamas: Na frente do espelho de preferência, em pé e com os braços estendidos verticalmente e relaxados, observe os seios; levante bem os braços e observe-os novamente; com as mãos na cintura, faça pressão suave e observe-os mais uma vez. Essas três formas de observar os seios permitem identificar a presença de alterações visualmente notáveis na aparência da mama. É possível perceber diferenças no tamanho, na cor e na forma, além de inchaços, saliências, sulcos ou rugosidades na pele. Durante a palpação primeiramente, levante o braço esquerdo e coloque a mão na nuca; em seguida, com a mão direita, apalpe delicadamente a mama esquerda; faça movimentos circulares, direcionados ao mamilo, pressionando com as pontas dos dedos para cima e para baixo; faça pressão suave no mamilo e observe se há alguma secreção; repita esse procedimento na mama direita. Para maior segurança nessa análise, faça a palpação com os dedos das mãos juntos e esticados, e com movimentos circulares. Apalpe toda a mama em movimentos direcionados às axilas. Durante o autoexame, se você perceber algo diferente, confira, com bastante calma, se não há a mesma coisa na outra mama. Os seios possuem algumas características e texturas que, às vezes, confundem. Então, observe-os com cuidado e atenção, mas se a alteração for visível nas duas mamas, provavelmente não é nada grave. Em todo caso, evite a automedicação e busque orientação médica. Qual a relação entre depressão e câncer de mama? A dinâmica da fisiologia do câncer depende de diferentes variáveis: influências genéticas, herança familiar e estilo de vida são questões determinantes. Tendo em vista que, genericamente, o homem é um ser biopsicossocial, os aspectos emocionais devem ser considerados. Sobretudo para a classe feminina — cuja carga hormonal rege a mente e o corpo — as emoções são fatores determinantes para expressar diferentes quadros clínicos. Nesse contexto, o risco para o desenvolvimento do câncer de mama adquire um destaque especial. A depressão, doença que afeta 322 milhões de pessoas no mundo, é vista como um dos gatilhos para o surgimento de quaisquer tipos de câncer. Diante da maior vulnerabilidade da mulher às doenças emocionais, a questão depressiva exerce influência considerável no surgimento da neoplasia mamária. O impacto da notícia da confirmação de um tumor maligno na mama é devastador para muitas mulheres, bem como para os familiares e amigos. Isso envolve questões que vão muito além do câncer e de todo o estigma implícito nessa palavra. Para a mulher, a mama tem um valor simbólico de relevância. Ao longo da história da humanidade, ela simboliza sensualidade, feminilidade, sexualidade, e sobretudo, fertilidade. Nesse contexto, o medo da extirpação da mama — necessário em alguns casos — pode representar a perda do sentido da existência. Por isso, tanto na confirmação do diagnóstico como no tratamento, as crises depressivas comprometem a eficácia das terapias e retardam a recuperação. Além desses fatores emocionais, coexistem questões metabólicas que contribuem para o surgimento da depressão: anticorpos produzidos naturalmente pelo organismo para destruir as células cancerosas afetam áreas cerebrais e provocam desequilíbrios neuropsiquiátricos. Assim, algumas pacientes com câncer de mama são dominadas pela tristeza, raiva, insegurança e instabilidade emocional, que reduzem a defesa imunológica e pioram os sintomas da doença. De certa forma, esses sentimentos até são considerados normais. Porém, é preciso buscar ajuda profissional, além do apoio de amigos e familiares para ter uma atitude mais positiva e ressignificar o impacto dessa doença. Como o Outubro rosa impacta ações de superação da doença? O Outubro rosa está cada vez mais difundido e já se tornou uma ação mundial, cujo impacto vai além da prevenção do câncer: a campanha garante o empoderamento necessário às pacientes que necessitam vencer a doença. Muitas instituições promovem palestras, debates, seminários e terapias de grupo que levam conhecimento, medidas assistenciais e amparo às mulheres acometidas pela neoplasia da mama. As ações visam a troca de experiências e de informações sobre os caminhos necessários à superação desse desafio. Estimulando uma visão mais positiva, essas estratégias estimulam o ajustamento psicológico exigido para vencer os sintomas depressivos inerentes à doença. Assim, o Outubro rosa é uma campanha que, além da prevenção, também auxilia na promoção da saúde emocional das mulheres com diagnóstico confirmado. Diante da complexidade que envolve a doença, o apoio e a participação da sociedade no Outubro rosa é essencial. A Clínica Otorrino DF é parceira desta campanha Ligue já (61) 3542-2803.
- Otite crônica: o que você precisa saber?
Embora possa acometer pessoas em qualquer idade, a otite crônica é mais comum em bebês e em crianças pequenas. Geralmente essa doença surge associada à gripe ou ao resfriado, e pode ocorrer também no inverno devido ao tempo seco, que favorece a proliferação de germes. Nesse sentido, conhecer as causas, os sintomas e as melhores opções de tratamento é fundamental, tanto para a prevenção quanto para a superação da doença. Confira, neste artigo, tudo o que você precisa saber sobre a otite crônica. O que é a otite crônica? Otites são inflamações do ouvido que resultam da presença de vírus ou bactérias no conduto auditivo. No entanto, existem outras causas mais raras, como infecções causadas por fungos, processos traumáticos ou alérgicos. A otite aguda e a crônica se diferenciam pelo tempo de duração: enquanto a primeira dura em torno de 2 semanas, a segunda pode persistir por até 6 semanas ou mais. A otite crônica merece atenção redobrada, pois há o risco de evoluir para quadros mais preocupantes, como a perda auditiva. Quais são os tipos de otite? Elas são classificadas de acordo com o local de incidência: otite externa, no conduto auditivo externo; otite média, na orelha média; e otite interna, no ouvido interno. Essa última é conhecida também como labirintite e pode comprometer o equilíbrio e a postura corporal. A otite média é a mais comum, e pode ser dividida em diferentes tipos, conforme os principais sinais e sintomas. O tempo de duração e o número de episódios de inflamação também são importantes marcadores de diagnóstico. Observe, agora, como as otites médias estão subdivididas: Otite média aguda Ocorre com mais frequência, tanto em crianças quanto em adultos. Há a evolução rápida dos sinais e dos sintomas. Os mais destacados são a dor de ouvido e a febre. Otite média aguda recorrente Esse tipo de otite média aguda é caracterizado pela sequência de eventos: repetição por mais de 3 episódios durante 6 meses, ou 4 episódios em 12 meses. Em geral, essas infecções têm o mesmo agente causal — que se prolifera novamente ou retorna mediante nova inflamação. Otite média serosa Esse subtipo também é conhecido como otite média com efusão. Os episódios são marcados pela presença de líquido na orelha média. O líquido pode permanecer no canal auditivo por várias semanas, sem que o paciente perceba quaisquer sinais ou sintomas. Otite média crônica supurativa Esse é o tipo mais grave de otite crônica. O diferencial é a ocorrência de secreção purulenta persistente, associado à perfuração da membrana do tímpano. Ainda que existam diferentes estágios da doença, os sintomas típicos das otites são muito semelhantes. Logo, para a precisão da avaliação diagnóstica, o médico realiza exame físico com uma observação minuciosa do interior do ouvido. Quais são os principais sintomas da otite crônica? Como vimos, as otites são mais comuns em bebês e em crianças pequenas, mas podem surgir em qualquer fase da vida. A seguir, enumeramos os sintomas mais evidentes no adulto. Observe com atenção: nos casos graves, há a presença de secreções amareladas indicativas de perfuração do tímpano; febre alta, acompanhada de náuseas, vômitos e mal-estar generalizado; dor latejante no ouvido, mas que parece irradiar para a cabeça; perda auditiva devido à sensação de ouvido entupido; zumbido unilateral ou nos dois ouvidos (bilateral); enrijecimento da nuca ou do pescoço; tontura e perda de equilíbrio; dores de cabeça; irritabilidade. Como identificar os sintomas de otite em bebês e em crianças pequenas? Os pequenos têm, em geral, muita dificuldade para expressar o que realmente estão sentindo. Assim, em algumas situações os pais ou responsáveis devem estar atentos aos indícios de que algo não está bem. Em relação à otite crônica, as maiores evidências são: a criança costuma puxar a orelhinha com frequência; choro persistente, acompanhado de febre; fluxo de secreção purulenta no ouvido; audição visivelmente prejudicada; muita dificuldade para dormir; desinteresse por brinquedos; episódios de diarreia; náuseas e vômitos; falta de apetite. Como é feito o diagnóstico de otite crônica? Vale destacar que a especialidade médica que trata doenças do ouvido, do nariz e da garganta é a otorrinolaringologia. O diagnóstico de otite crônica é feito mediante a análise do histórico dos sintomas e o exame da orelha por meio do otoscópio. O otoscópio é um aparelho com uma luz frontal acoplada a uma lente de aumento. Ele permite ao otorrinolaringologista observar as condições do conduto auricular para identificar o nível da otite. Esse exame, chamado de otoscopia, não é dolorido. Entretanto, ele pode causar resistência em bebês e crianças pequenas, já que eles não têm noção do que realmente está sendo introduzido na orelhinha deles. Como tratar a otite crônica? Observe, agora, as terapias mais indicadas para reduzir os impactos da otite crônica sobre a saúde. Tratamento caseiro Algumas dicas caseiras podem ser interessantes para complementar a terapia indicada pelo médico. Aumentar a ingestão de líquidos para manter a hidratação, ficar de repouso, cuidar da alimentação e fazer compressas no ouvido externo com água morna pode auxiliar na recuperação das infecções por otite crônica. A proteção dos ouvidos da água é uma precaução de extrema importância e deve ser orientada pelo seu médico de como fazer. Analgésicos No início dos sintomas, o médico prescreve analgésicos para aliviar a dor e reduzir a febre. A maioria dos casos de otite é resolvida com medicação mais simples. No entanto, quando há mais resistência e a confirmação de agentes infecciosos, o ideal é a terapia intensiva por meio de antibióticos. Confira, no tópico seguinte, quando esses medicamentos são indicados. Antibióticos Geralmente a otite é uma doença benigna. Todavia, esses episódios infecciosos são muito dolorosos. Nos casos mais graves de otite crônica, quando causada por bactérias, os antibióticos são a primeira via de tratamento. O uso de antibióticos objetiva reduzir o risco de agravamento da otite para quadros mais complicados. Os mais comuns são a meningite bacteriana e a mastoidite. A mastoidite — mais comum em crianças — é um processo infeccioso do osso mastoide, localizado atrás da orelha. Diante disso, percebe-se a importância de procurar o médico tão logo se iniciem os sintomas. Alguns tipos de bactérias se proliferam muito rapidamente, o que representa grave ameaça à saúde. Isso evidencia, portanto, a necessidade de mais atenção aos sinais de otite crônica, sobretudo em crianças pequenas — o maior grupo de risco. Agende sua consulta na Otorrino DF pelo (61) 3542-2803.
- Afinal, o que é a surdez súbita e como tratá-la?
As perdas auditivas geralmente ocorrem por influência de fatores congênitos ou resultam da evolução gradativa típica da idade avançada. Contudo, a surdez súbita acontece de forma repentina, mesmo sem causa aparente, e pode afetar pessoas de qualquer faixa etária. Devido a essas peculiaridades, a surdez súbita é uma condição clínica que desafia bastante os profissionais da otorrinolaringologia, área médica que cuida das doenças do ouvido, do nariz e da garganta. Quer saber mais sobre o assunto? Confira neste artigo quais são as causas, os sintomas e os tratamentos disponíveis para esse tipo de surdez. Quais são as principais causas da surdez súbita? Esse distúrbio auditivo não costuma ter uma causa bem definida, mas pode surgir em associação a outros problemas. A surdez súbita pode se manifestar após uma doença de caráter viral como a caxumba, o sarampo, a gripe ou a mononucleose. Boa parte dos episódios de surdez súbita está relacionada à gripe e à mononucleose infecciosa. Entretanto, outras causas como a entrada de água no ouvido também podem influenciar na perda repentina da audição. Nos casos mais raros, a surdez súbita ainda pode ser causada por exercícios físicos muito intensos, quando esses exercem maior pressão nos ouvidos. Um exemplo clássico é o levantamento de peso. Além desses, listamos mais alguns fatores que contribuem para o quadro de surdez súbita: doenças autoimunes; infecções bacterianas; exposição excessiva a ruídos; falta de higienização do ouvido; uso incorreto de cotonetes; rompimento da membrana do tímpano; introdução de objetos no canal auditivo; hábito de ouvir música com volume muito alto; distúrbios ou compressões vasculares no ouvido interno; uso em excesso de medicamentos tópicos para a dor de ouvido. Como identificar os sinais desse problema? Na maioria dos casos, a perda auditiva repentina é unilateral. No entanto, ela também pode afetar os dois ouvidos, o que representa bem mais prejuízo à função auditiva. Tecnicamente, para ser caracterizada como surdez súbita, alguns critérios precisam ser considerados: a perda auditiva precisa ultrapassar 30dB (decibéis) em episódios de 3 frequências contínuas em menos de 3 dias. Além desses sinais clássicos, a perda auditiva repentina também surge acompanhada de tonturas. Ocorre, ainda, a sensação de estar com o ouvido tampado precedida por zumbido. Os sinais mais comuns em um quadro de surdez súbita são: zumbidos; ansiedade; irritabilidade; “estalos” no ouvido afetado; perda significativa da audição; presença ou não de vertigens; sensação de pressão nos ouvidos. Por que a surdez súbita é considerada uma emergência médica? Mediante os sinais de surdez repentina, a orientação é procurar um médico imediatamente. Isso possibilita uma avaliação diagnóstica precoce para direcionar a uma conduta adequada e evitar o comprometimento severo da audição. Em indivíduos adultos é mais fácil estabelecer um diagnóstico rápido, já que o momento exato do início da surdez pode ser percebido de imediato. Pode-se notar a surdez repentina ao acordar pela manhã ou ela pode surgir rapidamente ao longo dos dias. Em crianças pequenas, porém, esse momento torna-se mais difícil de ser estabelecido. Por isso, muitos pais têm dificuldade para saber quando o problema realmente começou. Na idade escolar, às vezes o problema é descoberto pelos professores. Mediante uma observação mais atenta, é possível notar a perda auditiva em crianças, pois os docentes percebem que os pequenos não estão com um bom rendimento nas atividades escolares. Como os quadros de surdez repentina podem ter diferentes causas, há o risco de evoluir para quadros mais graves. Em alguns casos — como a perfuração da membrana do tímpano —, a intervenção médica precisa ser imediata. É possível prevenir a surdez repentina? Esse tipo de surdez é considerado um dos quadros mais controversos, e gera bastante discussão entre os otorrinolaringologistas. Diversos pontos relacionados ao diagnóstico ainda não estão determinados. A boa notícia é que geralmente a surdez súbita é reversível, e a recuperação da audição acontece no máximo em 2 semanas. Ainda que possa ocorrer por diferentes motivos, a melhor estratégia para a surdez súbita é adotar medidas de prevenção. Primeiramente, é preciso priorizar as informações referentes à surdez súbita e a melhor conduta diante dos sintomas. Listamos algumas medidas preventivas: não se expor a ruídos muito intensos; realizar check-up regular da saúde auditiva; evitar o uso de medicamentos ototóxicos sem prescrição ou acompanhamento médico; cumprir a obrigatoriedade do uso de protetores auriculares, caso trabalhe em ambientes barulhentos; manter o cartão de vacinação em dia, para a prevenção das doenças virais e bacterianas associadas à surdez súbita; divulgar essas informações para a comunidade e para os grupos de risco, como os mergulhadores. Quais são os possíveis tratamentos para a surdez súbita? A maioria dos episódios de surdez súbita é reversível. Assim, o sucesso do tratamento depende do diagnóstico precoce e da adequação às orientações profissionais. A conduta médica é baseada na experiência e na observação dos sinais e sintomas apresentados durante o exame físico. Quando o motivo da surdez consegue ser descoberta logo no início, o otorrinolaringologista indica o tratamento mais específico. Entretanto, o comportamento evolutivo desse tipo de perda auditiva é bastante inconsistente. Pode ocorrer a recuperação espontânea total ou parcial, como ainda pode resultar em sequelas auditivas irreversíveis. Nos casos mais simples e de fácil identificação, os medicamentos prescritos são à base de corticoides sistêmicos. Muitos especialistas adotam também os vasodilatadores para potencializar o efeito e promover a recuperação mais rápida. No entanto, o melhor tratamento para a surdez súbita ainda é a prevenção. Se a perda auditiva não apresentar melhoria significativa em até uma semana, a atenção precisa ser redobrada. É aconselhável a realização de exames de audição e de sangue para investigar o problema de forma mais criteriosa. Na idade avançada — quando as degenerações típicas do envelhecimento comprometem as funções fisiológicas —, torna-se mais difícil recuperar a surdez repentina. Por isso, a atenção à saúde auditiva é tão importante para evitar essas complicações. Ainda que a evolução da surdez súbita permanente seja uma condição relativamente rara, as medidas de prevenção não podem ser ignoradas. Na área de saúde, a correta orientação continua sendo o caminho mais seguro rumo ao bem-estar e à qualidade de vida. Gostou deste artigo? Então que tal assinar a nossa newsletter e receber conteúdos exclusivos diretamente no seu e-mail? Nós temos profissionais habilitados e especializados para ajudá-lo. Agende a sua consulta ou entre em contato pelo telefone (61) 3542-2803. Esperamos por você! Agora temos Pronto Atendimento de segunda a sábado .
- O guia completo sobre Zumbido no Ouvido!
Milhões de pessoas experimentam sons para os quais não há um estímulo ambiental correspondente. Em uma pesquisa, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que são aproximadamente 278 milhões de pessoas ao redor do mundo que sofrem de zumbido no ouvido, sendo que no Brasil o tinnitus atinge 28 milhões. Esse sintoma pode ter inúmeras formas. Pode ser como um assovio, apito, grilo, motor, chiado ou até mesmo como uma música. Algumas pessoas chegam a descrevê-lo como um barulho do oceano. O zumbido pode ser intermitente ou constante, em um ouvido ou em ambos. Para a maioria das pessoas que sofrem com esse problema, ele é um som subjetivo, ou seja, só a pessoa que o tem pode ouvi-lo, até mesmo enquanto dorme. Trata-se de um barulho bastante incômodo que o indivíduo ouve sem a presença de uma fonte sonora. Segundo pesquisa da ATA (American Tinnitus Association) — Associação Americana de Zumbido, em português —, 20% das pessoas têm esse problema. A incidência entre idosos acima dos 70 anos é de 25%. Vale lembrar que o incômodo é comum a partir do momento em que as pessoas que apresentam o problema frequentam ambientes ruidosos, como shows e festas, que são capazes de destruir as células do ouvido. Mas, caso o incômodo permaneça no dia seguinte ao evento, é preciso procurar um médico. Tal sintoma é também conhecido como tinido, acúfeno ou tinnitus e muitas vezes é associado à perda auditiva, além de ser erroneamente comparado a uma doença. Ainda de acordo com a American Public Health Agency, esse problema pode ser considerado o terceiro sintoma que mais causa incômodo nas pessoas, perdendo apenas para tonturas intratáveis e intensas e para a dor. E você, já sofreu com zumbido no ouvido? Acontece com frequência? Esse sintoma pode ser uma evidência de um problema mais sério de saúde que precisa de tratamento, além de prejudicar o seu bom humor e bem-estar. Continue lendo este post e conheça suas causas, como é feito o diagnóstico, como tratar e, o melhor, aprenda a preveni-lo! Boa leitura! O que é o zumbido no ouvido? Podemos definir esse problema como uma ilusão auditiva, isto é, uma sensação de som que não está relacionada a uma origem externa de estimulação. Na maioria dos casos, o zumbido no ouvido é uma percepção auditiva “fantasma”, que só é percebida pelo paciente. Tal característica tão subjetiva acaba limitando as possibilidades de investigar sua fisiopatologia. Existem outros fatores que limitam essa investigação, tais como: a necessidade de investigar várias possibilidades etiológicas, visto que o zumbido é um sintoma e não uma doença; a dificuldade de obter um modelo experimental fidedigno; a incapacidade de mensurar o sintoma objetivamente; flutuações que podem acontecer com estados emocionais variados. O zumbido é um problema que se caracteriza pela presença constante de sons ou ruídos no ouvido, assim como já afirmamos neste texto. Tal condição se origina de problemas nas células ciliadas, as quais se localizam no interior do sistema auditivo, especificamente no nível da cóclea. Estima-se que, no caso de zumbido, algumas células ficam lesionadas e enviam um sinal de som para o cérebro, ou melhor, uma percepção de som. É como se as células fossem programadas de maneira incorreta. É importante frisar, apesar de já ter sido afirmado, que o zumbido, de acordo com os médicos, não é uma doença, e sim um sintoma característico de uma doença do sistema auditivo. Isso deve ficar bem claro! As pessoas que sofrem com esse problema ocasionalmente podem ficar distraídas e incomodadas pelos sintomas. No entanto, a situação é bem mais complicada para as que apresentam zumbido crônico, uma vez que elas têm problemas de concentração e de sono que acabam afetando a sua qualidade de vida. Quais são os tipos de zumbido no ouvido? Existem diversos tipos de zumbido, alguns são graves e outros agudos, podendo ser comparados com vários tipos de som. Os mais comuns são: panela de pressão, escape de ar, cigarra, apito, cachoeira, chiado e motor. Vale lembrar, no entanto, que algumas vezes o zumbido pode ser comparado às batidas do coração, ou até mesmo ser um pouco mais rápido, como as batidas de asa de um inseto. Em casos como esse, o problema vai ocorrer fora do ouvido, em músculos próximos a eles ou em vasos sanguíneos. Muitas classificações desse sintoma já foram propostas, e é preciso ressaltar que a mais utilizada na literatura faz uma divisão do zumbido em dois tipos: o objetivo — percebido também pelo examinador — e o subjetivo — identificado apenas pelo paciente. Porém, tal classificação tem aproveitamento limitado, uma vez que uma mesma doença pode causar zumbido objetivo em alguns pacientes e subjetivo em outros. Quais são as causas mais comuns do zumbido? Deve-se entender que várias patologias podem estar por trás dos ruídos escutados no ouvido. Muitas vezes as causas certas do problema não é descoberta, mesmo porque são diversas. Então confira as mais comuns: problemas na interpretação cerebral dos sons; perda da audição relacionada à idade; exposição a sons muito altos, como em shows, fones de ouvidos, MP3, etc — exposições de curta duração podem ser curáveis, mas exposições crônicas podem causar lesões no ouvido de maneira permanente; lesões no pescoço e na cabeça, bem como tumores nessas partes do corpo; bloqueio do canal auditivo, o qual pode ser ocasionado por vários fatores, como entrada de insetos e de poluentes do meio de ambiente ou excesso de sujeira; presença de tumores benignos na região do ouvido, como o neuroma acústico; uso de medicamentos que podem lesionar o ouvido, como antibióticos cloranfenicol e aminoglicosídeos, medicamento para malária (cloroquina e quinina) e também aspirina, quando usada em doses altas, como 12 ou mais comprimidos ao dia; deficiência de vitamina B12; depressão e estresse que podem piorar o quadro; alterações nos ossos do ouvido, conhecidas como otosclerose; aterosclerose, quando as placas de ateroma crescem, fazendo com que o fluxo sanguíneo fique mais turbulento, lesionando as células auditivas; pressão alta vascular, em que o sangue percorre os vasos em alta pressão, o que pode lesionar as células ciliares que são sensíveis, causando o zumbido. Essas são algumas das diversas causas que podem lesionar o ouvido, como desordens na junção temporomandibular e má formação de capilares. Quais os sintomas de zumbido no ouvido? Os sintomas mais comuns incluem: ouvir barulhos que não são provenientes de qualquer fonte externa — os sons podem incluir cliques, ruídos, toques ou zumbidos; também há a possibilidade de ouvir vozes ou sons musicais, embora a causa dessa experiência possa incluir outros problemas, como uso de drogas ou problemas psicológicos; várias pessoas afirmam que os sons se modificam em cada ouvido, como seu volume e sua intensidade; os sons às vezes se tornam suaves ou param, em outros momentos são mais intensos e rápidos; os sons de zumbido também podem vir de ambos os ouvidos (bilateral), como também de um ouvido de cada vez (unilateral). Além de ouvir os ruídos, muitas pessoas que têm esse problema se sentem perturbadas pelos sintomas que apresentam e passam a enfrentar problemas psicológicos como efeitos colaterais. É muito comum que esses pacientes lidem com depressão, dores de ouvido, fadiga, irritabilidade, insônia, ansiedade e até mesmo pensamentos de suicídio. Vale destacar ainda que os sons altos que são causados pelo zumbido no ouvido podem interferir com a capacidade das pessoas de ouvir sons reais e também de se concentrar em suas tarefas do dia a dia. Além disso, o zumbido também pode causar problemas com a fala, especialmente em criança. Logo, é indispensável que os pais tenham certo cuidado com os ouvidos dos bebês desde muito cedo, fazendo um acompanhamento com um médico. E, por fim, é importante mencionar que os zumbidos podem piorar com a idade, além de serem mais comuns em idosos que sofrem de perda de audição geral. Os idosos normalmente experimentam zumbido e perda auditiva por causa de sintomas associados a inflamações, problemas circulatórios e lesões nervosas. Como é feito o diagnóstico? Muitas vezes o zumbido pode ocorrer sem nenhuma causa específica. Em casos assim, ele é chamado de “zumbido idiopático”. Mas, afinal, quando o diagnóstico desse sintoma ocorre? Quando o sintoma não causa constrangimentos ou dificuldade de concentração e de sono, a maioria das pessoas não visita o médico. Porém, a ajuda de um profissional é fundamental para verificar se os sintomas causam perturbação nas tarefas no dia a dia ou se eles apontam para uma doença mais profunda do que aparenta. O profissional vai precisar de tempo para ouvir do paciente as informações sobre o surgimento do zumbido, o grau de intensidade, sua evolução, se é dos dois lados ou apenas de um, com o que se parece (apito, panela de pressão, etc), se há história de otites com secreção, se houve relação com trauma sonoro passado ou atual, se existem sintomas de tonturas, entre outras descrições que são precisas nesse momento de fazer um diagnóstico. A avaliação médica O diagnóstico e o tratamento geralmente são realizados sob os cuidados de um otorrinolaringologista, o profissional que lida com as doenças de nariz, ouvido e garganta. A avaliação inicial vai incluir uma verificação completa de todo o histórico do paciente. O médico vai fazer algumas perguntas como: O zumbido ocorre em um ou em ambos ouvidos? Que tipo de ruído você ouve? Existem outros sintomas? É um ruído latejante ou rítmico? Um exame físico detalhado será realizado. Algumas causas, como anemia, hipertensão, entre outras, podem ser detectadas nesse exame. Os testes de detecção das principais causas do zumbido Vários testes podem ser prescritos pelo médico a fim de detectar as principais causas do sintoma. Tais testes incluem: audiologia ou audiometria — são testes que avaliam a perda de audição nos pacientes; imagens de tomografia computadorizada do cérebro para avaliar o processo de doença; angiografia — estudo de vaso sanguíneo a fim de procurar anormalidades ou aneurismas dos vasos; varredura de MRI do cérebro — é capaz de mostrar em detalhes o tumor, aneurisma ou o processo da doença que pode estar causando o zumbido; raio-X — o zumbido também pode ser causado devido a temporomandibular conjunta ou anormalidade da articulação da mandíbula, o que pode ser examinado em um raio-X; testes de equilíbrio — podem ser realizados para verificar as funções e o desempenho da cóclea (responsável pela manutenção do equilíbrio) no ouvido interno. Quais são os tratamentos possíveis para o zumbido no ouvido? A prevenção é extremamente importante, mas e quando o paciente já apresenta o sintoma, existe tratamento para o zumbido? A resposta é: sim, há diversas formas de combater esse problema. O primeiro passo é verificar qual é origem do ruído. Se for causado por doenças que já existem no paciente, controlar tais problemas pode ser a cura para o zumbido no ouvido. Por exemplo, imagine uma pessoa que ouve barulhos por consequência do diabetes. Em um caso como esse, é possível que um controle de insulina possa resolver o sintoma. Por isso, dependendo da causa do zumbido, o tratamento é realizado a partir do uso de alguns medicamentos. Porém, quando falamos de ruídos causados por perda auditiva, podem ser contornados com uso de um aparelho, como uma opção terapêutica. Além de procurar um médico especializado e fazer um tratamento adequado, é fundamental que tanto o paciente quanto o médico encontrem as causas que estão piorando a situação, como ingestão de alimentos industrializados, uso de fones de ouvido etc. Dessa maneira, é possível prevenir ou amenizar o problema. Eliminar o zumbido do ouvido não é uma tarefa muito fácil, principalmente porque a audição é um sentido que priorizamos. Como o zumbido é um sintoma, a melhor opção é tratar as causas dele. Em caso de cera no ouvido, é preciso removê-la completamente. O médico pode usar técnicas mecânicas ou produtos químicos para fazer a remoção, tais como parafina, peróxido de hidrogênio, glicerina ou óleo mineral. Lembre-se de que esse tipo de tratamento deve ser realizado somente por um profissional, portanto, para não piorar o caso, evite a automedicação. Já em caso de hipertensão é necessário controlar a pressão do paciente com o uso de medicamentos hipotensores. Quando a causa do zumbido é a ingestão de algum medicamento, o médico pode tomar a decisão de interromper o tratamento, substituindo-o por outros medicamentos. Em alguns casos, o profissional pode prescrever alguns a fim de tratar o zumbido. Veja! Os medicamentos usados no tratamento Alprazolam Esse é um medicamento que requer prescrição de um médico, na verdade ele é um ansiolítico. É preciso ter atenção, pois pode causar dependência. Outros medicamentos ansiolíticos são o oxazepam e o clonazepam. Antidepressivos tricíclicos Alguns exemplos são a amitriptilina ou nortriptilina. São usados especialmente em casos mais graves de zumbido. É importante atentar aos efeitos colaterais desse tipo de medicamento, uma das razões que leva os médicos prescreverem tal classe de antidepressivos apenas para pacientes com depressão ou zumbido. Gabapentina Usado a princípio para o tratamento de convulsões. Em 2006, um estudo mostrou a sua utilidade em casos de zumbido que foi causado pela exposição excessiva a ruído, provocando lesões no ouvido interno. Fitoterápicos Alguns estudos mostram eficácia do uso da associação de Ginkgo Bilobae e extrato de Egb por longo período .Converse com seu médico sobre o assunto. Outros tipos de tratamento Terapias acústicas O profissional, em alguns casos, pode indicar esse tipo de terapia. Existem programas de computadores que exibem sons com um objetivo terapêutico. Os estudos científicos mostram a sua eficácia no tratamento do zumbido. Especialmente quando a causa é desconhecida, esse método alternativo se torna bastante relevante. Aparelhos auditivos Os aparelhos podem ajudar na redução do zumbido. Também é uma opção terapêutica, um meio complementar e que, na maioria das vezes, não consegue curar o sintoma. Mascarador de som Existem programas de radiodifusão sonora que são capazes de mascarar o zumbido, como o som das gotas de água que caem e o som das ondas do mar. Muitas vezes existe um som muito mais agradável do que o som do zumbido. O programa vai encontrar a frequência certa, que deve ser a mesma entre o zumbido e o som que vai mascará-lo. Novos tratamentos Um tipo de tratamento é feito a partir de uma EMT (Estimulação Magnética Transcrânica) de baixa frequência. Ele trabalha como se o nervo vago — que transmite os ruídos e sons em particular — estivesse tentando fazer uma reprogramação do cérebro na percepção e na transmissão de sons. Outro tratamento envolve uma operação cirúrgica no nervo vago para “reprogramar” o cérebro do paciente. Tal processo é para ser um estimulador neuronal. Como se pode ver, existem várias maneiras de tratar o zumbido. Em todo caso, é indispensável procurar um médico para que ele possa fornecer as melhores orientações de acordo com o seu caso. Além disso, evite se expor a barulhos intensos e busque se alimentar bem. Como é feita a prevenção dos zumbidos? Indubitavelmente, a prevenção é a maneira mais eficaz de combater o zumbido. Algumas causas não podem ser evitadas, como o envelhecimento natural. No entanto, muitas delas devem ser prevenidas, adotando algumas medidas simples e eficientes. Confira algumas dicas importantes! Visite um médico com regularidade Antes de qualquer coisa, é importante entender que geralmente o zumbido é um alerta do corpo afirmando que algo está errado. Como já mostramos, existem muitas causas para a aparição do sintoma. Algumas doenças cardiovasculares acabam atrapalhando o fluxo sanguíneo do ouvido, causando esse transtorno. Várias substâncias também afetam a circulação, como o ácido acetilsalicílico. Por isso, se você faz uso de medicamento, tem hipertensão ou diabetes, é preciso ficar ainda mais atento e procurar um médico regularmente. Faça check-ups periódicos! Tenha cuidado com os sons altos Expor-se por muito tempo a ruídos acima de 85 decibéis é uma causa bastante comum da aparição do zumbido. Isso acontece porque, quando em excesso, os sons são capazes de danificar as células do ouvido, causando o transtorno. Então, para preveni-lo, é importante utilizar protetores auriculares sempre que for necessário se submeter a barulhos tão intensos. Além disso, é fundamental que você evite ouvir músicas altas em fones de ouvido, ficar muito próximo às caixas de som em eventos e adquirir aparelhos domésticos que respeitem o limite de 85 decibéis. Não utilize hastes de algodão Você deseja prevenir o zumbido no ouvido? Então esqueça o hábito de limpá-lo com hastes de algodão. Segundo especialistas, isso pode causar sérios danos nos nervos dos canais auditivos, causando assim, o zumbido e, em casos mais graves, a surdez, uma vez que o objeto pode perfurar o tímpano. Evite a ingestão de alguns alimentos Muitas substâncias que são encontradas em alguns alimentos, principalmente nos industrializados, podem afetar o nervo que leva os sinais do cérebro até a orelha e a circulação no ouvido. Quando adquiridas em excesso, elas são capazes de danificar estruturas muito importantes, gerando o zumbido. Veja quais alimentos você deve evitar! Sal Sal em excesso vai aumentar a pressão arterial, intensificar o volume de fluidos nos vasos sanguíneos e reduzir o fluxo de sangue nos canais auditivos. Então evite o consumo exagerado desse alimento e também de comidas com muito sódio. Intensificadores de sabor Alguns intensificadores que estão presentes em alimentos industrializados — por exemplo, o glutamato monossódico — causam desequilíbrio nos neurotransmissores do sistema auditivo. Portanto, evite ingerir comidas embaladas e temperos prontos. Açúcar O sistema auditivo e o cérebro dependem do fornecimento regular de glicose (açúcar) e de oxigênio para funcionar adequadamente. Porém, quando há um desequilíbrio nessa fonte de alimentos, alguns danos auditivos podem ocorrer, como o zumbido. Por isso, evite consumir alimentos que contêm muito açúcar, além de carboidratos simples. São dicas bastante relevantes para que você evite ter esse transtorno, sem contar que cuidará da sua saúde e bem-estar. Então, caso já esteja apresentando alguns dos sintomas, não hesite em procurar a clínica de otorrinolaringologia Otorrino DF que vai ajudar nesta investigação. E é importante também visitar o médico regularmente mesmo que não haja problemas visíveis com o seu corpo! Previna-se e não deixe que um problema como o zumbido no ouvido atrapalhe as tarefas do seu dia a dia e tire o seu sono. Se você gostou deste guia completo sobre zumbido no ouvido, compartilhe-o em suas redes sociais para que seus amigos também possam aprender sobre esse sintoma! E tem cura sim ,ao contrário do que alguns profissionais falam, insisto pois muitos nos nossos pacientes se surpreendem com as novas tecnologias e a forma com nós da Otorrino DF os acolhemos. Agende uma avaliação.
- Entenda o que é pigarro crônico, quais suas causas e como tratar
Muitas pessoas sofrem de incômodo na garganta causado por um muco — o famoso pigarro crônico — sendo este um problema muito comum. Ele está, geralmente, relacionado ao tabagismo e aos ataques de gripe. Se você está sempre limpando a garganta, com a impressão de que alguma coisa está presa nela — e não desprende, mesmo com o seu impulso —, continue lendo o post e saiba as causas e os tratamentos para essa patologia. Vamos lá! O que é pigarro crônico? Normalmente, nosso corpo produz muco, como parte do metabolismo. O muco cumpre um dever essencial de filtração no sistema respiratório e impede que partículas estranhas penetrem nele. Ele umedece as vias nasais, barra os alérgenos, previne os pulmões e protege você das infecções. No entanto, o aparecimento permanente de secreções na garganta pode ser um sinal de diversos problemas associados ao trato respiratório. O pigarro crônico é uma irritação na garganta, muitas vezes acompanhada de uma secreção — muco. Trata-se de um líquido espesso e pegajoso, que pode entupir o nariz e a garganta. O problema é desagradável e, às vezes, doloroso. Ele pode dificultar a passagem do ar, comprometendo a respiração, além de prejudicar as cordas vocais, causando rouquidão ou, ainda, perda temporária da voz. Quais são as causas? A produção do muco é um processo natural do organismo, que o usa para se proteger, mas alguns problemas causam seu aumento, irritando a garganta. As principais causas do pigarro são o tabagismo e a gripe. Segundo profissionais da saúde, o tabaco causa alterações na superfície das vias aéreas que conduzem o ar até os pulmões. Os componentes tóxicos de algumas substâncias presentes na fumaça do cigarro — e também a temperatura dos gases inalados —, causando a perda do funcionamento normal dos cílios (pequenos pelos superficiais que têm a função de defesa), que podem morrer, deixando as vias aéreas sem defesa. Isso diminui a depuração de partículas na via aérea, causando a necessidade constante de limpeza da garganta com pigarros frequentes. O pigarro também pode aparecer depois de resfriados e gripes, pois, nesses casos, há maior concentração de células de defesa nas vias respiratórias, causando irritação no local, além da diminuição transitória do funcionamento dos cílios. Também há maior produção de secreções, o que causa a necessidade constante de limpeza da garganta. É natural que as pessoas produzam pigarro nos períodos do outono e do inverno, devido à secura do ar e às infecções características desses períodos do ano. Além do tabagismo, outras doenças causadas por micro-organismos causam pigarro pelas mesmas causas, tais como sinusites e rinites infecciosas. Outro problema comum de aparecimento do pigarro é o refluxo gastresofágico (ou faringo-laríngeo), em que distúrbios digestivos causam pigarro ou tosse seca. Outras doenças graves podem causar pigarro, como tumores malignos, e outras menos graves, como doenças pulmonares e nasais, o que faz com que o paciente com pigarro prolongado deva sempre consultar um médico para descobrir a origem do problema. Quais são os modos de tratamento? Agendar uma consulta com um otorrinolaringologista é a primeira etapa a ser feita para saber o motivo do surgimento do pigarro. Esse especialista vai recomendar o melhor tratamento em conformidade com a causa diagnosticada. Recomenda-se utilizar medicamentos somente sob orientação médica. Além disso, saiba que não é recomendável utilizar pastilhas, pois elas apenas amenizam o incômodo por pouco tempo e não resolvem o problema verdadeiramente — podendo até piorá-lo, já que a falsa sensação de melhora faz com que você volte a abusar da garganta. Para aliviar a irritação, é recomendável repousar as cordas vocais o máximo que puder, evitando falar muito, e fazer a limpeza constante da região, comendo uma maçã ou fazendo inalações de vapor e assoando o nariz logo em seguida. O refluxo gastrosofágico — nome médico para a acidez que reflui — pode fazer com que o conteúdo ácido de seu estômago volte à garganta durante a noite. Nesse caso, ele pode não necessariamente causar uma sensação de ardor, que é o sintoma característico da acidez, mas apenas o muco. Se você acorda com um gosto desagradável na boca, tem que limpar muito a garganta e tem uma rouquidão que melhora à medida que o dia vai passando, pode ser que seu problema não seja só pigarro. Para esse tipo de situação, é recomendado elevar a cabeceira de sua cama com aproximadamente 15 a 20 centímetros, evitar comidas ou doces por duas horas antes de se deitar, e reduzir a cafeína e o álcool, que relaxam os músculos que mantêm fechado o esôfago. Quais as dicas para prevenir esse transtorno? Se você acha que está propício a desenvolver o pigarro crônico, algumas dicas de prevenção podem ser aplicadas ao seu dia a dia. Confira! beba bastante água, pois ela ajuda a fluidificar o muco e torna mais fácil sua eliminação; faça gargarejo; acrescente gotas de óleo de eucalipto ao vaporizador de ar, pois ajuda a aliviar a sensação de congestão; procure assoar o nariz frequentemente, com papel macio para não machucar o nariz; respire o vapor da água e aproveite para assoar o nariz quando for tomar banho. Além de limpar as vias superiores, essa prática ajuda a limpar as vias respiratórias inferiores; procure ajudas e técnicas para parar de fumar. O cigarro só vai causar cada vez mais muco em sua garganta; evite o consumo de alimentos como laticínios, carnes ou frituras, que aumentam a produção de muco e são vilões da digestão, causando irritação da garganta e, consequentemente, mais produção de muco; use um umidificador ou vaporizador em seu quarto, durante a noite, para fluidificar o muco. Isso ajuda a umedecer o ar e é particularmente útil durante o inverno; tenha hábitos saudáveis. Não consuma excessivamente alimentos ácidos e gelados, agasalhe-se bem para se proteger do vento e mantenha a vacinação em dia. Em resumo, para ter uma boa saúde, evitar a irritação na garganta e não ser incomodado pelo pigarro crônico, não deixe de tomar medidas preventivas. Caso ele apareça mesmo assim, procure imediatamente um médico que possa dar um diagnóstico e tratar o seu problema com eficiência! Gostou deste post? Tenha nossos conteúdos atualizados curtindo nossa página no Facebook e fique por dentro de mais dicas e novidades! 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- O que fazer para evitar o calo nas cordas vocais?
Os nódulos ou calos nas cordas vocais são motivo de grande preocupação entre os profissionais que utilizam a voz no trabalho. Esse problema decorre de uma irritação contínua nas pregas vocais. O uso incorreto do timbre acaba gerando uma inflamação na área. Esse sintoma pode ser superficial, com tratamento mais fácil, porém, se não houver cuidado, pode evoluir para um quadro crônico. Para proteger sua saúde vocal, confira as dicas deste artigo. O que é e quais os sintomas? O calo nas cordas vocais é caracterizado por uma lesão nessa área. Isso ocorre em razão do uso frequente e incorreto da voz. Em geral, o nódulo surge após um longo período de mau uso das pregas vocais. O calo é mais frequente em profissionais que precisam da voz para seu trabalho cotidiano como: professores, cantores, técnicos de esportes, locutores, narradores, palestrantes, pastores, telefonistas e atores. O diagnóstico pode ser confirmado por meio de exames específicos, como uma endoscopia,laringoscopia e sempre indicados pelo médico responsável pelo caso. Os sintomas são: rouquidão; dificuldades ao falar; perda da voz; alteração do timbre vocal; tosse seca prolongada; perda do fôlego ao falar; irritação na garganta; diminuição do volume da voz. Caso esses sintomas tenham duração superior a 15 dias, recomenda-se uma consulta ao otorrinolaringologista. Quais os grupos mais atingidos e as causas? A lesão da laringe afeta também pessoas que trabalham em ambientes com muito barulho ou que lidam com atendimento ao público. O uso recorrente da voz, sem os devidos cuidados, acaba ocasionando os nódulos vocais. Um estudo feito no estado de Minas Gerais mostrou os seguintes dados sobre os pacientes adultos que apresentavam os nódulos: 60% são professores; 80% trabalham em jornada dupla ou tripla; 90% são mulheres; 95% não são fumantes. A ocorrência costuma ser maior em mulheres com idade entre 25 e 35 anos. Outro grupo de risco é o infantil, com crianças de 7 a 9 anos, de ambos os sexos, porém levemente mais comum em meninos. As causas mais recorrentes são: falar durante muito tempo; falar muito rápido; falar alto demais falar com voz diferente do timbre natural (mais grave ou mais aguda); gritar com frequência; não fazer intervalos durante a fala; falar em locais com muito ruído; imitar animais, sons diversos ou personagens infantis; falar durante algum esforço físico (como esportes). Em todos os casos, o fator principal é forçar as cordas vocais sem ter um período para descanso. Quais são os tratamentos disponíveis? A prática de exercícios nas pregas vocais e o descanso da voz são os tratamentos mais indicados. Esses exercícios devem ser recomendados por um fonoaudiólogo, que indicará a melhor terapia de voz. Porém, quando o calo é de grande proporção ou torna-se muito rígido, o mais indicado é a cirurgia. Esses são os casos mais graves e uma avaliação detalhada sempre é indicada . Para que se evite a formação de um novo calo nas cordas vocais, a educação da fala é importante. Formas para prevenir são: utilizar técnicas para projeção vocal; fazer uso das técnicas de respiração; aproveitar ambientes em que se possa utilizar microfone; manter a garganta sempre hidratada, levando sempre uma garrafa de água,evitar gelada quando possível. O tratamento mais indicado deve ser prescrito pelo otorrinolaringologista e ou Fonoaudióloga ,ou mesmo os dois quando a terapia é conjunta.. Ele indicará o encaminhamento para o fonoaudiólogo e também informará a necessidade ou não de uma cirurgia. Seguindo as orientações médicas, em uma progressão positiva, a terapia pode levar de 8 a 12 sessões. Quais os cuidados básicos e os riscos a serem evitados? Os nódulos nas pregas vocais são diretamente ligados a maus hábitos e abuso da voz. Dessa forma, é preciso prevenir e cuidar bem da saúde vocal. Para proteger a voz, é necessário evitar o fumo, pois esse hábito desidrata as pregas vocais. Com isso, o primeiro sintoma é a rouquidão. Logo, as pessoas costumam forçar a garganta para falar ou provocar pigarros. Esses atos machucam as cordas vocais e podem abrir caminho para os nódulos. O ar-condicionado também é um vilão, porque compromete o aparelho fonador, ou seja: laringe, pulmões, traqueia e outros, o que acarreta um esforço maior na hora da fala, muito prejudicial para a saúde da voz. Além disso, ele também causa crises alérgicas e resfriados. Outro cuidado a ser tomado é com os condimentos em excesso nos alimentos. Não é preciso retirar os temperos do prato, apenas recomenda-se usá-los com moderação. Isso porque o exagero e o uso constante podem irritar a garganta durante a ingestão e também por alguns períodos após a refeição. Uma boa solução é manter a garganta sempre hidratada e purificada. Para isso, é preciso apenas: uma garrafa de água e o consumo de uma maçã. Essa fruta limpa as pregas vocais, o que proporciona uma sensação de alívio imediato. A água, por sua vez, é a principal responsável pela hidratação da garganta. Esses cuidados auxiliam para que não ocorram calos nas cordas vocais. Confira os principais tópicos sobre o cuidado com a voz: beber água constantemente e, principalmente, quando for falar por um longo período; fazer repousos vocais após uso prolongado da voz; comer maçã com frequência, pois ela é adstringente e limpa o aparelho fonador; evitar o uso de giz e pós que possam causar reações alérgicas; cuidar da respiração; evitar a exposição prolongada ao ar-condicionado; bocejar, porque esse ato diminui a tensão na garganta, nos ombros e no pescoço; evitar derivados de leite, uma vez que eles podem aumentar a secreção na garganta; evitar o fumo ou a inalação da fumaça do cigarro; evitar bebidas alcoólicas, porque elas diminuem a sensibilidade da laringe; evitar pigarros, porque machucam as cordas vocais; evitar ingestão frequente de café, tanto pela cafeína quanto pela temperatura da bebida; evitar alimentos muito condimentados, que podem causar refluxo; poupar a voz. Como saber o diagnóstico de calo nas cordas vocais? O diagnóstico de calos nas cordas vocais sempre deve vir do médico. Por meio da análise dos sintomas e também dos exames de imagem feitos em uma clínica especializada, o profissional da saúde avaliará o caso com precisão. Exames como videoestroboscopia nos ajuda muito na analise destas lesões , mesmo na fase em que elas estão se formando. A Clínica Otorrino DF dispõe de equipamentos de última geração (Storz) para análise destas lesões e melhor tratamento . É preciso avaliar também fatores de risco, como refluxo gastroesofágico, problemas funcionais na laringe e na garganta. Após a avaliação, é necessário preservar a voz com as práticas de higiene vocal. Além disso, também devem ser seguidas as orientações do fonoaudiólogo. Gostou do artigo? Que tal compartilhar nas redes sociais para que essas informações cheguem a mais pessoas? Agende sua consulta e faça análise de suas cordas vocais!
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