top of page

Resultados de busca

274 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Rinite pode virar sinusite crônica?

    A rinite é uma inflamação das mucosas nasais que provoca sintomas como espirros, coriza, nariz entupido e coceira. É muito comum e pode ser causada por alergias, vírus ou irritantes ambientais. Apesar de parecer inofensiva, quando não é tratada corretamente, a rinite pode favorecer o desenvolvimento de outros problemas, como a sinusite crônica . Mas afinal, rinite pode virar sinusite crônica?  A resposta é: sim, pode. Isso acontece porque a rinite alérgica, por exemplo, mantém as vias respiratórias constantemente inflamadas e congestionadas, dificultando a drenagem dos seios da face. Com o tempo, esse acúmulo de secreções pode criar um ambiente propício para infecções recorrentes e inflamações mais prolongadas, o que caracteriza a sinusite crônica. Enquanto a sinusite aguda  costuma durar algumas semanas e é geralmente causada por infecções virais ou bacterianas, a sinusite crônica  se manifesta por mais de 12 semanas e pode trazer sintomas persistentes, como dor facial, pressão na cabeça, secreção espessa, obstrução nasal e diminuição do olfato. Em muitos casos, pessoas com rinite alérgica não percebem a transição para a sinusite crônica, já que os sintomas se misturam e se prolongam com o tempo. O ideal é que qualquer caso de rinite seja acompanhado por um especialista, principalmente se os sintomas são frequentes ou difíceis de controlar. O tratamento adequado, que pode incluir medicação, lavagem nasal, controle de alérgicos no ambiente e, em alguns casos, imunoterapia, ajuda a evitar complicações como a sinusite crônica  e melhora significativamente a qualidade de vida do paciente. Está convivendo com sintomas de rinite que nunca passam? Agende uma consulta em uma de nossas unidades e receba o cuidado que você merece. Nossa equipe está pronta para oferecer o tratamento ideal para proteger sua saúde respiratória e prevenir complicações. Conte com a gente!

  • Falha na audição pode indicar doença de Parkinson?

    A perda auditiva é geralmente associada ao envelhecimento natural ou à exposição a ruídos intensos, mas poucos sabem que ela também pode estar ligada a condições neurológicas, como a doença de Parkinson . Embora o sintoma mais conhecido do Parkinson seja o tremor, estudos recentes têm mostrado que alterações auditivas podem surgir antes mesmo dos sinais motores , funcionando como um possível alerta precoce. A doença de Parkinson  é um distúrbio neurológico progressivo que afeta principalmente o controle dos movimentos. No entanto, por se tratar de uma condição que envolve o sistema nervoso central, outras funções sensoriais, como a audição, também podem ser impactadas . Pesquisas apontam que pessoas com Parkinson podem apresentar uma maior tendência à perda auditiva, principalmente em determinadas frequências sonoras. Em alguns casos, essa alteração ocorre antes mesmo do diagnóstico da doença, o que levanta a hipótese de que a falha na audição possa ser um dos sintomas iniciais da condição. Isso acontece porque o cérebro tem um papel essencial no processamento dos sons. Se há alterações nas áreas cerebrais responsáveis pela audição — o que pode ocorrer no Parkinson, o paciente pode começar a perceber dificuldades para entender conversas, confundir palavras ou precisar aumentar o volume da TV com mais frequência. Embora a perda auditiva, isoladamente, não seja suficiente para diagnosticar a doença, ela pode servir como um sinal de alerta, especialmente se vier acompanhada de outros sintomas leves, como rigidez muscular, lentidão ou alterações no sono e no olfato . Por isso, qualquer mudança na audição, especialmente em pessoas acima dos 50 anos ou com histórico familiar de doenças neurológicas, deve ser investigada. O diagnóstico precoce do Parkinson pode contribuir para um acompanhamento mais eficaz e uma melhor qualidade de vida. Está percebendo falhas na sua audição ou de alguém próximo? Agende uma consulta em uma de nossas unidades e conte com uma equipe preparada para avaliar sua saúde auditiva e neurológica com atenção e responsabilidade. Cuidar de você é a nossa prioridade.

  • Gripe comum ou influenza: como diferenciar?

    Com a chegada das estações mais frias, é comum surgirem casos de sintomas respiratórios, como febre, dor no corpo e mal-estar. Nessa época, uma dúvida muito frequente é: estou com uma gripe comum ou com influenza?  Embora as duas condições sejam causadas por vírus e tenham sintomas parecidos, existem diferenças importantes entre elas que podem influenciar na forma de tratamento e nos cuidados a serem tomados. A gripe comum  é geralmente causada por diferentes tipos de vírus respiratórios, como o rinovírus. Os sintomas costumam ser mais leves e incluem coriza, espirros, congestão nasal, tosse leve, dor de garganta e, às vezes, febre baixa . É incômoda, mas tende a desaparecer em poucos dias, com repouso e hidratação. Já a influenza , provocada pelo vírus Influenza (tipos A e B), é uma infecção mais intensa. Os sintomas aparecem de forma abrupta e mais severa , com febre alta (acima de 38ºC), dores no corpo, calafrios, cansaço extremo, dor de cabeça e tosse seca . Em alguns casos, a influenza pode evoluir para complicações respiratórias graves, como pneumonia, principalmente em grupos de risco como crianças pequenas, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Uma das formas de se proteger da influenza é a vacinação anual, que ajuda a reduzir o risco de infecção e, caso a doença ocorra, torna os sintomas mais leves. Já no caso da gripe comum, manter hábitos como boa higiene das mãos, alimentação saudável e evitar aglomerações em períodos de surtos também são medidas importantes. Se você apresentar sintomas gripais, especialmente se forem intensos ou persistirem por mais de dois dias, é essencial buscar orientação médica. Só um profissional poderá fazer o diagnóstico correto e indicar o melhor tratamento para o seu caso. Não deixe a dúvida colocar sua saúde em risco. Agende uma consulta em uma de nossas unidades e receba atendimento qualificado para diferenciar a gripe comum da influenza. Estamos prontos para cuidar de você com atenção, segurança e responsabilidade.

  • Como evitar focos do mosquito Aedes aegypti em casa?

    O mosquito Aedes aegypti  é o principal transmissor de doenças como dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana . Pequeno e silencioso, ele pode se desenvolver dentro de casa ou no quintal sem que a gente perceba. Por isso, é fundamental saber como evitar focos desse mosquito e proteger sua família dessas doenças que, em alguns casos, podem ser graves. O Aedes aegypti se reproduz em água parada , mesmo em pequenas quantidades. Um simples pratinho de planta, uma tampa de garrafa ou um balde esquecido no quintal podem se transformar em criadouros. Para evitar isso, é importante adotar cuidados simples, mas muito eficazes no dia a dia. Comece vistoriando sua casa toda semana, especialmente em locais onde a água pode acumular. Mantenha caixas d’água bem tampadas , verifique e limpe calhas e ralos , e deixe garrafas, baldes e reservatórios sempre virados para baixo . Se você tem plantas, evite deixar água nos pratinhos, prefira enchê-los com areia até a borda. Lembre-se também de esvaziar regularmente bandejas de ar-condicionado e geladeira. Além disso, evite o acúmulo de lixo e mantenha sacos bem fechados até o momento da coleta. Pneus velhos devem ser descartados corretamente ou armazenados em locais cobertos, sem exposição à chuva. Outro ponto importante é alertar vizinhos e familiares para que todos façam a sua parte – afinal, o combate ao mosquito é responsabilidade coletiva. Mesmo com esses cuidados, é possível que apareçam sintomas como febre alta, dores no corpo, manchas vermelhas ou olhos avermelhados. Nesses casos, é fundamental procurar atendimento médico o quanto antes para evitar complicações. Cuide da sua casa, da sua saúde e da sua comunidade. Agende uma consulta em uma de nossas unidades e tenha o suporte necessário para prevenir e tratar doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Estamos prontos para cuidar de você com atenção e responsabilidade!

  • Coceira no ouvido

    A coceira no ouvido é um sintoma comum e, muitas vezes, incômodo. Embora possa parecer algo simples, ela pode estar associada a diversas causas, algumas inofensivas e outras que exigem atenção médica. Entender os possíveis motivos por trás desse desconforto é fundamental para evitar complicações e garantir a saúde dos ouvidos. Uma das causas mais frequentes da coceira no ouvido é o acúmulo de cera. Apesar de ser uma substância natural e protetora, o excesso de cerúmen pode causar irritação, principalmente quando se tenta removê-lo com hastes flexíveis, o que, além de não ser recomendado, pode empurrar a cera ainda mais para dentro do canal auditivo. Outras causas comuns incluem alergias, dermatites, infecções por fungos ou bactérias (como a otite externa), uso prolongado de fones de ouvido ou aparelhos auditivos, e até condições de pele como psoríase ou eczema, que podem se manifestar na região da orelha. Em muitos casos, a coceira pode vir acompanhada de outros sintomas, como vermelhidão, descamação da pele, dor leve ou sensação de ouvido entupido. Esses sinais indicam que o problema pode ser mais do que uma simples irritação e requer avaliação de um especialista. Além disso, é importante evitar o uso de objetos para “coçar” ou limpar os ouvidos, já que isso pode causar ferimentos, inflamações ou até perfuração do tímpano. Se a coceira no ouvido está persistente ou vem acompanhada de outros sintomas, não ignore. Procurar ajuda profissional é o melhor caminho para identificar a causa exata e iniciar o tratamento adequado. Agende sua consulta em uma de nossas unidades e cuide da sua saúde auditiva com segurança e atenção especializada. Estamos prontos para te atender com conforto e profissionais qualificados. Sua saúde merece esse cuidado!

  • Precisa tomar antibiótico para tratar a sinusite?

    A sinusite é uma condição comum que causa dor de cabeça, pressão no rosto, nariz entupido e secreção nasal. Mas diante desses sintomas, surge uma dúvida muito frequente: é necessário tomar antibiótico para tratar a sinusite? Na verdade, a maioria dos casos de sinusite é causada por vírus, e nesses casos, os antibióticos não têm efeito. Entendendo os tipos de sinusite A sinusite, ou rinossinusite, pode ser classificada em dois tipos principais: Sinusite viral: É a mais comum, geralmente associada a resfriados ou gripes. Melhora em poucos dias com repouso, hidratação, lavagem nasal com soro fisiológico e, se necessário, uso de medicamentos para alívio dos sintomas (como descongestionantes ou analgésicos). Sinusite bacteriana: É mais rara, mas pode ocorrer quando a infecção viral evolui e permite a entrada de bactérias nos seios da face. Nesses casos, o uso de antibióticos pode ser necessário, mas somente com orientação médica. Quando desconfiar de sinusite bacteriana? Alguns sinais que podem indicar uma infecção bacteriana e justificar o uso de antibióticos são: Sintomas persistentes por mais de 10 dias sem melhora; Febre alta (acima de 38°C); Dor intensa no rosto ou nos dentes; Secreção nasal amarela ou verde espessa por vários dias consecutivos; Piora dos sintomas após uma leve melhora inicial. Por que evitar o uso desnecessário de antibióticos? Tomar antibióticos sem necessidade pode causar: Efeitos colaterais (náuseas, diarreia, reações alérgicas); Desequilíbrio da flora intestinal; Resistência bacteriana, um problema de saúde pública grave. Por isso, nunca se automedique. O diagnóstico correto deve ser feito por um médico, que pode avaliar se a sinusite é viral ou bacteriana e indicar o melhor tratamento. Cuidados que ajudam na recuperação Lave o nariz com soro fisiológico várias vezes ao dia; Beba bastante água; Evite ambientes com ar seco ou poluído; Use umidificador, se necessário; Faça repouso. Em resumo: nem toda sinusite precisa de antibiótico. O mais importante é contar com a avaliação de um profissional de saúde para garantir o tratamento certo e seguro. Se estiver com sintomas de sinusite, agende sua consulta com um otorrinolaringologista e cuide da sua saúde com responsabilidade!

  • Como o otorrino pode ajudar a melhorar a qualidade do sono?

    Muita gente pensa que o otorrino trata apenas de problemas nos ouvidos, nariz e garganta. Mas a verdade é que essas três regiões estão diretamente ligadas à respiração, e respirar bem é essencial para dormir bem. Distúrbios respiratórios do sono, como ronco e apneia obstrutiva do sono, muitas vezes têm origem em alterações anatômicas ou funcionais que o otorrino pode diagnosticar e tratar. Principais causas tratadas pelo otorrino Desvio de septo : Um desvio no septo nasal pode dificultar a passagem do ar, causando roncos e sono fragmentado. Aumento das amígdalas e adenoides : Muito comum em crianças, esse aumento pode obstruir as vias aéreas e atrapalhar o sono. Rinite alérgica : A inflamação constante das vias nasais também interfere na respiração noturna. Pólipos nasais : Essas formações benignas no nariz dificultam a entrada de ar e comprometem a oxigenação durante o sono. Quando procurar um otorrino? Se você apresenta sintomas como: Roncos frequentes e altos; Pausas na respiração durante o sono (apneia); Sonolência excessiva durante o dia; Irritabilidade, falta de concentração ou dores de cabeça ao acordar Tratamentos possíveis Após o diagnóstico, o tratamento pode variar de acordo com a causa do problema. Entre as opções estão: Uso de medicamentos (para rinite, por exemplo); Cirurgias (como correção do desvio de septo ou retirada das amígdalas); Indicação de aparelhos para apneia do sono; Encaminhamento para outros especialistas, como fonoaudiólogos ou pneumologistas. Dormir bem é viver melhor Ter um sono reparador não é luxo, é necessidade. Ele impacta diretamente na memória, no humor, na produtividade e até na imunidade. Por isso, se algo estiver atrapalhando seu descanso, não hesite em procurar um otorrinolaringologista. Cuidar da sua respiração é um passo importante para garantir noites mais tranquilas e dias mais cheios de energia.

  • Qual é a idade mínima para fazer o exame de audiometria?

    A audiometria é um exame fundamental para avaliar a capacidade auditiva e identificar possíveis perdas de audição. Mas uma dúvida muito comum entre pais e responsáveis é: qual a idade mínima para realizar esse exame? O exame de audiometria pode ser realizado a partir dos 6 meses de idade , dependendo do tipo de audiometria e da colaboração da criança. Isso porque existem diferentes métodos para avaliar a audição, que variam conforme a faixa etária e o desenvolvimento da criança. Veja como funciona em cada fase: Recém-nascidos e bebês até 6 meses : Nessa fase, utiliza-se a Triagem Auditiva Neonatal  (o conhecido "teste da orelhinha") e exames objetivos como o PEATE  (Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico), que não exigem a resposta ativa do bebê. Bebês a partir dos 6 meses a 2 anos : Pode ser realizada a audiometria comportamental , que observa as reações da criança a estímulos sonoros em um ambiente controlado. Crianças a partir dos 3 a 5 anos : Já é possível aplicar a audiometria lúdica , com a ajuda de brincadeiras que incentivam a participação da criança durante o teste. A partir dos 6 anos : A criança já pode realizar a audiometria tonal convencional , o mesmo exame feito em adultos, respondendo com precisão aos estímulos sonoros. Por que é importante fazer a audiometria cedo? Detectar precocemente qualquer alteração auditiva é essencial para o desenvolvimento da linguagem, da comunicação e da aprendizagem. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores são as chances de tratamento eficaz e de evitar prejuízos no desenvolvimento da criança. Quando procurar um profissional? Se você notar que o seu filho não responde a sons, fala alto demais, tem dificuldade de atenção ou apresenta atraso na fala, é importante buscar avaliação com um otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo.

  • Você já percebeu uma massinha na sua garganta?

    Se, ao olhar no espelho, você notou uma pequena massinha esbranquiçada ou amarelada na garganta, é natural que surja preocupação. Esse incômodo pode ter várias causas, e algumas são mais comuns do que se imagina. Causas Possíveis Caseum Amigdaliano (Cáseos Amigdalianos) Essas pequenas massas são formações de restos de alimentos, células mortas e bactérias que se acumulam nas criptas das amígdalas. O caseum pode ter um cheiro desagradável e causar mau hálito. Amigdalite Inflamações nas amígdalas também podem causar formação de placas esbranquiçadas, acompanhadas de dor de garganta, febre e dificuldade para engolir. Infecções Virais e Bacterianas Doenças como faringite estreptocócica, mononucleose e outras infecções podem provocar o aparecimento de placas esbranquiçadas e dor na garganta. Cistos ou Lesões Benignas Algumas alterações na mucosa da garganta, como cistos ou lesões benignas, podem ser confundidas com caseum ou placas de infecção. Quando Procurar um Especialista? Nem sempre a presença de uma massinha na garganta é motivo de preocupação, mas é importante ficar atento a sinais como: Mau hálito persistente; Dor ao engolir; Febre e mal-estar; Sensibilidade ou aumento das amígdalas; Presença de pus. Se você está enfrentando algum desses sintomas, é fundamental buscar um otorrinolaringologista para uma avaliação adequada. O especialista pode indicar o melhor tratamento, seja ele clínico, com medicamentos, ou até mesmo um procedimento para remoção dos cáseos. Como Prevenir? Mantenha uma boa higiene bucal; Beba bastante água; Evite fumar e consumir álcool em excesso; Tenha uma alimentação equilibrada; Consulte regularmente um otorrino para exames preventivos. Ficou com dúvidas? Agende uma consulta com um especialista e cuide da sua saúde!

  • O que é câncer de garganta?

    O câncer de garganta é um tipo de câncer que afeta as estruturas da faringe, laringe ou amígdalas. Essa doença pode comprometer a fala, a deglutição e até mesmo a respiração, tornando-se um problema grave se não for diagnosticado e tratado precocemente. Causas do Câncer de Garganta O câncer de garganta pode ter diversas causas, sendo as mais comuns: Tabagismo e alcoolismo:  O consumo excessivo de cigarro e álcool está diretamente relacionado ao desenvolvimento da doença. Infecção pelo HPV:  O papilomavírus humano (HPV) pode aumentar significativamente o risco desse tipo de câncer. Exposição a substâncias tóxicas:  Produtos químicos como amianto e solventes podem ser fatores de risco. Má alimentação:  Dietas pobres em vitaminas e antioxidantes podem favorecer o desenvolvimento de tumores. Refluxo gastroesofágico:  O contato frequente do ácido gástrico com a mucosa da garganta pode causar lesões que evoluem para o câncer. Sintomas do Câncer de Garganta Os sintomas do câncer de garganta podem variar de acordo com a região afetada, mas os principais sinais incluem: Rouquidão persistente ou alterações na voz; Dificuldade para engolir (disfagia); Dor de garganta constante e sem causa aparente; Sensação de algo preso na garganta; Tosse frequente, podendo ter sangue; Perda de peso inexplicável; Inchaço no pescoço (ínguas aumentadas); Mau hálito persistente. Caso esses sintomas persistam por mais de duas semanas, é essencial buscar um médico otorrinolaringologista ou um especialista para uma avaliação. Diagnóstico e Tratamento O diagnóstico do câncer de garganta é realizado por meio de exames clínicos e de imagem, como laringoscopia, tomografia computadorizada, ressonância magnética e biópsia. O tratamento pode envolver diferentes abordagens, dependendo do estágio da doença: Cirurgia:  Remoção do tumor ou das áreas afetadas. Radioterapia:  Uso de radiação para destruir as células cancerígenas. Quimioterapia:  Medicamentos que ajudam a eliminar ou reduzir o tumor. Terapia-alvo e imunoterapia:  Novas abordagens que estimulam o sistema imunológico a combater o câncer. Prevenção A melhor forma de reduzir o risco de câncer de garganta é adotar hábitos saudáveis, como: Evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool; Manter uma alimentação rica em frutas, verduras e antioxidantes; Vacinar-se contra o HPV; Tratar o refluxo gastroesofágico adequadamente; Consultar um especialista ao perceber sintomas persistentes. O câncer de garganta, quando diagnosticado precocemente, tem boas chances de tratamento e cura. Por isso, estar atento aos sinais e buscar ajuda médica o quanto antes é fundamental para a saúde e qualidade de vida.

SELO 13 ANOS SEM FUNDO.png

Sobre a Otorrino DF

Consultas médicas, exames e cirurgias para pacientes com necessidades relacionadas ao ouvido, nariz e garganta. Será um prazer receber você aqui em nossa clínica! 

Nossos Médicos

Os profissionais da clínica OtorrinoDF buscam atualizações constantes em suas especialidades visando oferecer um atendimento personalizado e humanizado.

  • Instagram
  • Youtube
  • LinkedIn
  • Facebook

Responsável Técnico

Dr. Stênio Ponte

stenio.diretoria@otorrinodf.med.br

CRM: 17362 - DF

Asa Sul, Asa Norte e Taguatinga

Clínica OtorrinoDF. Copyright ©2025. Todos os direitos Reservados.

bottom of page