top of page

Resultados de busca

Buscar neste site

346 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Como se proteger de gripes e infecções de ouvidos nos banhos de piscina?

    Os banhos de piscina são uma das atividades favoritas durante o verão, mas é importante tomar alguns cuidados para evitar problemas de saúde como gripes e infecções de ouvido. A seguir, confira dicas essenciais para se proteger enquanto aproveita os dias de calor na piscina. 1. Evite Piscinas Superlotadas Piscinas muito cheias aumentam a chance de contaminação por vírus e bactérias. Sempre que possível, escolha horários menos movimentados ou piscinas com controle de acesso. 2. Tome Banho Antes e Depois da Piscina Lavar-se antes de entrar na piscina ajuda a remover bactérias e resíduos que podem estar na pele. Após o banho de piscina, um chuveiro com sabão remove qualquer cloro e possíveis contaminantes. 3. Use Protetores Auriculares Os protetores auriculares são uma ótima solução para evitar que a água entre nos ouvidos, reduzindo o risco de infecções como otite externa, conhecida como "ouvido de nadador". 4. Seque Bem os Ouvidos Após nadar, seque cuidadosamente os ouvidos com uma toalha. Evite o uso de cotonetes, pois podem empurrar água e cera para dentro do canal auditivo. 5. Evite Ficar Molhado por Muito Tempo Ficar com roupas de banho molhadas por muito tempo pode enfraquecer o sistema imunológico, tornando-o mais suscetível a gripes. Troque de roupa assim que sair da piscina. 6. Alimente-se Bem e Hidrate-se Manter o sistema imunológico fortalecido é crucial para prevenir gripes. Inclua alimentos ricos em vitaminas, especialmente a vitamina C, e beba bastante água. 7. Esteja Atento ao Cloro Piscinas devidamente tratadas com cloro ajudam a matar germes. No entanto, níveis muito altos ou baixos de cloro podem ser prejudiciais. Certifique-se de que a piscina seja bem mantida. 8. Evite Piscinas em Dias Frios Se a temperatura ambiente ou da água estiver muito baixa, evite nadar para prevenir resfriados e hipotermia, que podem enfraquecer seu sistema imunológico. Seguindo essas dicas, você poderá aproveitar os dias de piscina com mais segurança e menos preocupações. Cuide-se e divirta-se!

  • 4 curiosidades sobre os fones de ouvido

    Os fones de ouvido são itens indispensáveis para muitas pessoas no dia a dia, seja para ouvir música, assistir a vídeos ou participar de reuniões online. No entanto, poucos se atentam aos impactos que eles podem ter na saúde auditiva. 1. Volume Excessivo Pode Causar Perda Auditiva Permanente Uma das principais causas de danos auditivos relacionados aos fones de ouvido é o volume elevado. Sons acima de 85 decibéis (dB) podem causar perda auditiva permanente se a exposição for prolongada. Para se ter uma ideia, muitos dispositivos permitem volumes que ultrapassam os 100 dB – equivalente ao som de uma britadeira! Use a regra 60/60: mantenha o volume abaixo de 60% da capacidade e limite o uso a no máximo 60 minutos contínuos. 2. Fones Intra-auriculares São Mais Prejudiciais Que os Over-ear Os fones intra-auriculares, aqueles que ficam dentro do canal auditivo, podem ser mais prejudiciais à saúde auditiva do que os fones do tipo over-ear (que cobrem as orelhas). Isso ocorre porque os intra-auriculares posicionam o som mais próximo do tímpano, aumentando o risco de lesões. Se você prefere esse tipo de fone, opte por modelos com isolamento acústico, para evitar a necessidade de volumes altos. 3. Uso Prolongado Pode Causar Infecções no Ouvido O uso constante de fones, especialmente em ambientes quentes e úmidos, pode criar condições ideais para o crescimento de bactérias e fungos. Isso aumenta o risco de infecções no ouvido externo. Para evitar esse problema, limpe seus fones regularmente e dê pausas ao usá-los, permitindo que seus ouvidos "respirem". 4. Cancelamento de Ruído Pode Beneficiar a Saúde Auditiva Fones com tecnologia de cancelamento de ruído ativo podem ser aliados da saúde auditiva. Eles reduzem os sons externos, permitindo que você ouça em volumes mais baixos, sem precisar competir com o barulho ao redor. Essa tecnologia é especialmente útil em ambientes barulhentos, como transportes públicos ou escritórios. Os fones de ouvido podem ser grandes aliados na rotina, mas o uso consciente é essencial para preservar a saúde auditiva a longo prazo. Faça pausas, mantenha o volume moderado e escolha modelos que atendam às suas necessidades sem comprometer seu bem-estar. Afinal, cuidar dos seus ouvidos é fundamental para continuar desfrutando dos sons da vida!

  • O que é Implante Coclear?

    O implante coclear é uma tecnologia revolucionária que tem mudado a vida de pessoas com perda auditiva severa a profunda. Muitas vezes chamado de "ouvido biônico", este dispositivo médico permite que indivíduos que não conseguem se beneficiar de aparelhos auditivos comuns recuperem a capacidade de ouvir sons e compreender a fala. Como Funciona o Implante Coclear? Diferente dos aparelhos auditivos tradicionais, que amplificam os sons, o implante coclear funciona de forma mais complexa. Ele substitui a função da cóclea (uma parte do ouvido interno) enviando sinais elétricos diretamente para o nervo auditivo. O dispositivo é composto por duas partes principais: Parte externa:  Inclui um microfone, um processador de fala e uma antena transmissora que se fixa na parte externa da cabeça. Parte interna:  Inclui um receptor implantado cirurgicamente sob a pele e um feixe de eletrodos que é inserido na cóclea. O som captado pelo microfone é processado e convertido em sinais elétricos, que são enviados ao nervo auditivo, permitindo que o cérebro interprete esses sinais como som. Quem Pode se Beneficiar do Implante Coclear? O implante coclear é indicado para pessoas com perda auditiva neurossensorial severa a profunda em um ou ambos os ouvidos. Isso inclui: Adultos:  Que perderam a audição ao longo da vida e não conseguem mais se beneficiar de aparelhos auditivos convencionais. Crianças:  Que nasceram surdas ou com perda auditiva grave. Quanto mais cedo a criança for implantada, melhor será o desenvolvimento de suas habilidades auditivas e de linguagem. A avaliação é realizada por uma equipe multidisciplinar composta por otorrinolaringologistas, fonoaudiólogos e psicólogos. Eles analisam o grau de perda auditiva e as condições de saúde geral do paciente. Benefícios do Implante Coclear O impacto do implante coclear na vida das pessoas é enorme. Entre os principais benefícios estão: Melhora na compreensão da fala:  Muitos usuários relatam ser capazes de entender conversas mesmo em ambientes ruidosos. Desenvolvimento de habilidades de linguagem em crianças:  Crianças que recebem o implante precocemente podem desenvolver a fala de forma semelhante a ouvintes. Maior autonomia e independência:  Pessoas com implante coclear conseguem realizar atividades cotidianas, como falar ao telefone e assistir à televisão. Melhora na qualidade de vida:  Recuperar a audição pode reduzir o isolamento social e melhorar o bem-estar emocional. O Processo de Implantação e Reabilitação O processo de implantação coclear envolve algumas etapas importantes: Avaliação inicial:  Exames clínicos e audiológicos para verificar a necessidade e a viabilidade do implante. Cirurgia:  O procedimento é realizado por um otorrinolaringologista e, geralmente, o paciente tem alta no mesmo dia ou no dia seguinte. Ativação do implante:  Algumas semanas após a cirurgia, o dispositivo é ativado e ajustado por um fonoaudiólogo. Reabilitação auditiva:  O paciente participa de sessões de terapia auditiva para se adaptar à nova forma de ouvir e maximizar os benefícios do implante. Mitos e Verdades Sobre o Implante Coclear Mito:  O implante coclear devolve a audição 100% normal. Verdade:  Embora o implante permita ouvir sons e compreender a fala, a qualidade do som percebido é diferente da audição natural. Mito:  Todos os surdos podem usar o implante coclear. Verdade:  Nem todos os casos de surdez podem ser tratados com implante coclear. Casos de surdez por problemas no nervo auditivo, por exemplo, não são elegíveis. Mito:  A cirurgia é muito arriscada. Verdade:  A cirurgia é relativamente segura, com baixo risco de complicações. O implante coclear é uma solução eficaz e transformadora para pessoas com perda auditiva severa a profunda. Ele não apenas possibilita a audição de sons, mas também proporciona maior qualidade de vida e inclusão social. Se você ou algum familiar enfrenta dificuldade auditiva, procure um especialista para saber mais sobre essa tecnologia e se ela é adequada para o seu caso.

  • Conheça os tipos de perda auditiva

    A perda auditiva é uma condição que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo, podendo impactar significativamente a qualidade de vida e a comunicação diária. Ela pode ocorrer em qualquer idade e por diferentes causas. Conhecer os tipos de perda auditiva é fundamental para entender as opções de tratamento e as medidas preventivas. 1. Perda Auditiva Condutiva A perda auditiva condutiva ocorre quando há uma obstrução ou dano no ouvido externo ou médio, impedindo que o som seja conduzido adequadamente até o ouvido interno. Causas Comuns Acúmulo de cera no ouvido (cerume) Infecções no ouvido (otite) Perfuração do tímpano Malformações congênitas Presença de corpos estranhos no canal auditivo Sintomas Sensação de ouvido tampado Dificuldade em ouvir sons baixos ou distantes Melhora da audição ao aumentar o volume de dispositivos sonoros Tratamento O tratamento depende da causa subjacente e pode envolver o uso de medicamentos, remoção de cerume, cirurgias corretivas ou o uso de dispositivos de amplificação sonora. 2. Perda Auditiva Sensorioneural Esse tipo de perda auditiva ocorre quando há danos no ouvido interno (cóclea) ou nas vias nervosas que enviam sinais ao cérebro. É o tipo mais comum e, na maioria das vezes, irreversível. Causas Comuns Exposição prolongada a ruídos intensos Envelhecimento natural (presbiacusia) Uso de medicamentos ototóxicos Doenças infecciosas, como caxumba ou meningite Predisposição genética Sintomas Dificuldade para entender palavras, especialmente em ambientes ruidosos Zumbido no ouvido (tinnitus) Percepção de sons distorcidos ou abafados Tratamento Embora não seja reversível, a perda auditiva sensorioneural pode ser tratada com o uso de aparelhos auditivos, implantes cocleares e reabilitação auditiva. 3. Perda Auditiva Mista A perda auditiva mista é a combinação dos dois tipos anteriores. Nesse caso, o problema ocorre tanto no ouvido externo ou médio (perda condutiva) quanto no ouvido interno ou nervo auditivo (perda sensorioneural). Causas Comuns Infecções crônicas do ouvido associadas a danos na cóclea Lesões traumáticas que afetam diferentes estruturas do ouvido Interação de fatores que afetam tanto o ouvido médio quanto o interno Sintomas Os sintomas combinam as características da perda condutiva e sensorioneural, incluindo a sensação de ouvido tampado e a dificuldade para entender conversas em ambientes barulhentos. Tratamento O tratamento envolve uma abordagem mista, que pode incluir medicamentos, cirurgias, aparelhos auditivos e, em alguns casos, implantes cocleares. 4. Perda Auditiva Neural Embora mais rara, a perda auditiva neural ocorre devido a danos no nervo auditivo, impedindo que o som seja transmitido ao cérebro. Causas Comuns Tumores no nervo auditivo (neuroma acústico) Doenças neurológicas, como esclerose múltipla Lesões traumáticas no crânio Sintomas Dificuldade em reconhecer palavras, mesmo que o volume do som esteja adequado Zumbido constante Perda auditiva que não melhora com o uso de aparelhos auditivos comuns Tratamento O tratamento pode incluir cirurgias para remover tumores, implantes auditivos de tronco cerebral ou terapias para reabilitação auditiva. Cada tipo de perda auditiva tem características e causas distintas, exigindo abordagens personalizadas para o diagnóstico e tratamento. Caso perceba dificuldade para ouvir, zumbidos persistentes ou sensação de ouvido tampado, é fundamental buscar um especialista em otorrinolaringologia ou fonoaudiologia para uma avaliação adequada. A detecção precoce pode evitar o agravamento da perda e garantir uma melhor qualidade de vida.

  • Qual é a relação do ouvido com o equilíbrio corporal?

    Quando pensamos no ouvido, geralmente associamos sua função à audição. No entanto, ele desempenha um papel crucial em outro aspecto fundamental da nossa vida: o equilíbrio corporal. Este sistema integrado, localizado no ouvido interno, é responsável por manter a estabilidade do corpo e permitir que nos movamos com segurança em diferentes ambientes. O Labirinto do Ouvido Interno: O Centro do Equilíbrio O equilíbrio corporal é controlado principalmente pelo sistema vestibular, localizado no ouvido interno. Esse sistema é composto por estruturas como os canais semicirculares, o utrículo e o sáculo, que trabalham em conjunto para detectar movimentos da cabeça e mudanças de posição. Canais semicirculares : Três tubos dispostos em ângulos diferentes, preenchidos com líquido e revestidos por células sensoriais. Eles detectam movimentos rotacionais da cabeça, como girar ou inclinar-se. Utrículo e sáculo : Estas estruturas sensíveis à gravidade e aceleração linear (como quando estamos em um elevador) ajudam a perceber mudanças na posição do corpo em relação ao ambiente. Como o Sistema Vestibular Funciona Quando movemos a cabeça, o líquido dentro dos canais semicirculares se desloca, estimulando as células sensoriais que enviam sinais ao cérebro. O utrículo e o sáculo fazem o mesmo para movimentos lineares. Esses sinais são integrados com informações visuais e proprioceptivas (sensações vindas dos músculos e articulações), permitindo ao cérebro calcular nossa posição no espaço e ajustar o corpo para manter o equilíbrio. Problemas no Sistema Vestibular e Seu Impacto Alterações no sistema vestibular podem causar uma série de problemas, como: Tontura e vertigem : Sensação de desequilíbrio ou de que o ambiente está girando. Náusea : Muitas vezes associada à tontura, especialmente em movimentos rápidos. Instabilidade ao caminhar : Dificuldade em se manter em pé ou caminhar em linha reta. Condições como labirintite, doença de Ménière e vertigem posicional paroxística benigna (VPPB) são exemplos de distúrbios que afetam diretamente o equilíbrio. Como Cuidar do Sistema Vestibular Manter a saúde do ouvido interno é essencial para preservar o equilíbrio corporal. Algumas dicas incluem: Evitar infecções : Trate gripes, resfriados e sinusites para prevenir que elas atinjam o ouvido. Manter uma boa hidratação : O ouvido interno depende de fluidos adequados para funcionar bem. Consultar um médico ao sentir sintomas : Tonturas frequentes ou perda de equilíbrio devem ser avaliadas por um especialista. Praticar exercícios de equilíbrio : Yoga e pilates podem ajudar a fortalecer o sistema vestibular. O ouvido não é apenas um órgão auditivo, mas também um sistema sofisticado que nos mantém firmes e estáveis no mundo. Entender sua importância e cuidar de sua saúde é essencial para uma vida ativa e equilibrada. Se você sentir tontura ou instabilidade frequente, não hesite em buscar orientação médica. A saúde do ouvido é, literalmente, a base do nosso equilíbrio.

  • Você sabia que o café pode ser um agravante para o zumbido?

    Se você é fã de café e sofre com zumbido no ouvido (tinnitus), talvez seja hora de repensar o consumo dessa bebida tão querida pelos brasileiros. O zumbido, caracterizado por um som constante como um apito, chiado ou zumbido ouvido sem fonte externa, pode ser intensificado por diversos fatores, incluindo o consumo de cafeína. A relação entre café e o zumbido A cafeína é um estimulante natural que atua no sistema nervoso central, ajudando a nos manter alertas e com mais energia. No entanto, em algumas pessoas, a cafeína pode aumentar a sensibilidade do sistema auditivo, intensificando o zumbido. Isso ocorre porque a substância pode estimular excessivamente as células nervosas na região do ouvido interno e no cérebro, que processam os sons. Além disso, a cafeína tem efeito vasoconstritor, reduzindo o diâmetro dos vasos sanguíneos e, consequentemente, o fluxo de sangue para o ouvido interno. Essa redução pode prejudicar a oxigenação e os nutrientes que chegam à área, o que também contribui para o agravamento do zumbido em pessoas predispostas. Estudos e controvérsias Embora muitos especialistas recomendem moderação no consumo de café para quem sofre de zumbido, a relação direta ainda é alvo de debate. Alguns estudos sugerem que a cafeína pode, sim, agravar o sintoma, enquanto outros indicam que o impacto varia de pessoa para pessoa. Há até pesquisas que defendem que a interrupção brusca do consumo de cafeína pode piorar temporariamente o zumbido, devido a efeitos de abstinência. O que fazer se você sofre de zumbido? Se você percebe que o café ou outras bebidas com cafeína (como chás, refrigerantes ou energéticos) intensificam o zumbido, o ideal é reduzir gradualmente o consumo e observar os efeitos. Além disso: Adote uma alimentação equilibrada : Evite alimentos estimulantes e priorize aqueles ricos em antioxidantes, que ajudam na saúde auditiva. Hidrate-se bem : A desidratação também pode influenciar o zumbido. Procure um especialista : Um otorrinolaringologista pode ajudar a identificar causas específicas do seu zumbido e recomendar o melhor tratamento. O café é uma paixão para muitos, mas para quem convive com o zumbido, a moderação ou até a exclusão da bebida pode ser uma solução eficaz. Cada organismo reage de forma diferente, por isso, o autoconhecimento e a orientação médica são fundamentais. Se você ama café, talvez ainda seja possível mantê-lo na rotina, desde que com atenção aos sinais do seu corpo.

  • Sinais de perfuração no Tímpano

    A perfuração do tímpano é uma condição que pode causar desconforto significativo e afetar a audição. Este problema ocorre quando há um rompimento ou furo na membrana timpânica, uma fina barreira no ouvido que separa o canal auditivo do ouvido médio. Conhecer os sinais dessa condição pode ajudar a identificar o problema precocemente e buscar tratamento adequado. Principais Sinais de Tímpano Perfurado Dor no Ouvido Embora nem sempre seja intensa, a dor é um dos sintomas mais comuns. Ela pode ser aguda ou surgir de forma gradual e desaparecer após a ruptura, o que pode dar a falsa sensação de melhora. Perda Auditiva A audição geralmente é prejudicada, especialmente se a perfuração for grande. A perda pode ser temporária ou, em casos mais graves, persistir se não tratada. Zumbido Sensações como apitos, chiados ou zumbidos no ouvido são frequentes em pessoas com tímpano perfurado. Saída de Líquido pelo Ouvido Pode haver drenagem de líquidos, que podem variar entre transparente, amarelado ou até com traços de sangue, indicando infecção. Tontura e Perda de Equilíbrio O ouvido desempenha um papel importante no equilíbrio, e a perfuração pode causar tontura, vertigem ou sensação de desequilíbrio. Sensação de Pressão no Ouvido Algumas pessoas relatam sensação de pressão ou "entupimento", como se algo estivesse bloqueando o ouvido. Causas Comuns da Perfuração do Tímpano Infecções de ouvido não tratadas; Traumas, como introdução de objetos no ouvido; Barulhos muito altos ou explosões próximas (barotrauma); Mudanças bruscas de pressão (durante mergulho ou voo). O Que Fazer? Se você identificar algum desses sinais, é essencial procurar um otorrinolaringologista. A maioria das perfurações cicatriza espontaneamente, mas alguns casos podem requerer tratamento médico, como o uso de antibióticos, tampões protetores ou até mesmo cirurgia (timpanoplastia). Prevenção e Cuidados Evite introduzir objetos no ouvido, mesmo cotonetes; Trate infecções de ouvido prontamente; Proteja os ouvidos de ruídos muito altos; Ao mergulhar ou viajar de avião, tome medidas para equilibrar a pressão. Cuidar da saúde auditiva é fundamental para manter a qualidade de vida. Se você está enfrentando sintomas relacionados a tímpano perfurado, não ignore os sinais e busque orientação médica.

  • Mitos e verdades sobre a Hiperacusia

    A hiperacusia é uma condição auditiva pouco conhecida, mas que impacta profundamente a vida de quem a tem. Caracterizada por uma sensibilidade extrema aos sons, a hiperacusia pode causar desde desconforto até dor intensa a quem é acometido por ela. Neste post, vamos desvendar alguns dos principais mitos e verdades sobre a hiperacusia, ajudando a esclarecer dúvidas e a promover a conscientização sobre essa condição. Mito 1: "A hiperacusia é apenas uma sensibilidade comum aos sons." Verdade:  Embora a hiperacusia seja uma sensibilidade aumentada aos sons, ela vai muito além do desconforto que muitas pessoas sentem com barulhos altos. Quem sofre de hiperacusia experimenta uma reação física intensa a sons que, para a maioria das pessoas, são considerados normais ou até suaves. Em alguns casos, sons do cotidiano como o de uma torneira pingando ou do trânsito podem ser insuportáveis, causando dor e estresse severo. Mito 2: "A hiperacusia é causada por problemas emocionais ou psicológicos." Verdade:  Embora a hiperacusia possa afetar a saúde mental, suas causas são majoritariamente físicas e podem envolver danos ao sistema auditivo. Algumas das causas incluem lesões traumáticas na cabeça, infecções no ouvido, exposição a sons altos por períodos prolongados ou mesmo problemas neurológicos. A condição pode ter consequências psicológicas devido ao isolamento e à frustração, mas ela não é uma condição "psicológica" em si. Mito 3: "A hiperacusia só afeta pessoas que já têm perda auditiva." Verdade:  Pessoas com hiperacusia geralmente têm uma audição normal ou até mais aguçada do que a média. Na realidade, a condição muitas vezes se manifesta em indivíduos sem qualquer perda auditiva. Esse é um ponto importante para diferenciar a hiperacusia de outros problemas auditivos: ela não significa ouvir menos, mas, sim, ouvir de forma mais intensa e, muitas vezes, dolorosa. Mito 4: "Basta evitar sons altos para melhorar a hiperacusia." Verdade:  Embora seja recomendado que pessoas com hiperacusia evitem exposição a sons altos, isso, por si só, não resolve a condição. Aliás, o uso excessivo de tampões de ouvido ou isolamento pode piorar a sensibilidade, agravando o problema. Existem tratamentos específicos, como a Terapia de Reabilitação Auditiva (TRT), que ajudam o cérebro a reprogramar sua resposta aos sons e, assim, reduzir a sensibilidade. Mito 5: "Não há tratamento para a hiperacusia." Verdade:  A hiperacusia é desafiadora de tratar, mas existem métodos que podem proporcionar alívio. Terapias sonoras, aconselhamento e, em alguns casos, dispositivos auditivos especiais são opções recomendadas. Cada pessoa responde de forma diferente ao tratamento, e é importante procurar um profissional de saúde especializado para encontrar a melhor abordagem. Mito 6: "Todas as pessoas com hiperacusia têm o mesmo nível de sensibilidade." Verdade:  A hiperacusia varia muito de pessoa para pessoa. Enquanto algumas pessoas podem ser afetadas por sons específicos, como barulhos agudos, outras podem ter reações a uma ampla gama de sons. Essa variação faz com que a hiperacusia seja uma condição única e desafiadora, pois cada paciente tem um nível e tipo de sensibilidade diferentes. Mito 7: "A hiperacusia é apenas um incômodo leve." Verdade:  Para muitas pessoas, a hiperacusia é debilitante. A exposição diária aos sons pode levar a dores de cabeça, ansiedade e até pânico. A intensidade do impacto na qualidade de vida é séria e, muitas vezes, impede que a pessoa realize atividades simples, como frequentar lugares públicos ou socializar. A hiperacusia é uma condição séria que exige mais conscientização e compreensão. Desvendar esses mitos e entender as verdades sobre a condição é um passo importante para apoiar quem convive com a hiperacusia. Se você ou alguém que conhece sofre com a hiperacusia, saiba que há recursos e tratamentos disponíveis, e que é possível, com o suporte adequado, melhorar a qualidade de vida.

  • 4 exames para diagnóstico da perda auditiva

    A perda auditiva é uma condição que pode impactar profundamente a qualidade de vida, afetando a comunicação, as relações sociais e até a saúde mental. O diagnóstico precoce é essencial para tratar e gerenciar a condição de forma eficaz, e existem vários exames que ajudam os profissionais a identificar e entender o tipo e o grau de perda auditiva. 1. Audiometria Tonal A audiometria tonal é um dos exames mais conhecidos para avaliar a audição. Nesse exame, o paciente usa fones de ouvido e ouve sons de diferentes frequências e intensidades. A tarefa do paciente é indicar quando escuta o som, e assim o audiologista consegue medir o nível de audição em cada ouvido. A audiometria tonal permite identificar o grau de perda auditiva e as frequências específicas afetadas, sendo essencial para casos de perda auditiva de grau leve a profundo. 2. Audiometria Vocal A audiometria vocal avalia a capacidade do paciente de entender palavras faladas em diferentes intensidades. O exame ajuda a avaliar a compreensão da fala e é realizado após a audiometria tonal. Durante a audiometria vocal, o paciente ouve e repete palavras para avaliar o quanto ele entende, o que é fundamental para o diagnóstico de perda auditiva neurossensorial e para indicar o melhor tipo de tratamento, que pode incluir aparelhos auditivos. 3. Emissões Otoacústicas Evocadas (EOA) As emissões otoacústicas evocadas são sons gerados pelo próprio ouvido interno em resposta a estímulos sonoros. Esse exame é especialmente útil para avaliar a função das células ciliadas na cóclea, responsáveis pela captação do som. As EOA são utilizadas frequentemente em triagens auditivas neonatais e podem detectar precocemente problemas auditivos em bebês. O teste é rápido, indolor e muito confiável para identificar problemas na orelha interna. 4. Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico (PEATE) Também conhecido como BERA (do inglês Brainstem Evoked Response Audiometry), o PEATE é um exame que mede a resposta do tronco encefálico aos estímulos sonoros. Pequenos eletrodos são colocados na cabeça do paciente para registrar as respostas elétricas do cérebro ao som. Esse exame é essencial para avaliar a função auditiva em pacientes que não conseguem responder ativamente, como bebês, ou em casos de perda auditiva retrococlear, onde o problema está localizado além da cóclea, no nervo auditivo. Esses exames são fundamentais para o diagnóstico correto da perda auditiva e ajudam os profissionais a entender a causa e o melhor tratamento para cada caso. O acompanhamento regular e a realização desses exames quando indicado são medidas importantes para manter a saúde auditiva em dia e garantir uma melhor qualidade de vida.

  • Entenda as diferenças entre zumbido, misofonia e hiperacusia

    Zumbido, misofonia e hiperacusia são problemas que afetam a maneira como o som é percebido e processado, mas têm características e causas distintas. Zumbido O zumbido, também chamado de tinnitus, é a percepção de um som que não está presente no ambiente. As pessoas que sofrem com zumbido descrevem o som como um apito, chiado, ou até algo similar a um motor funcionando. Esse som pode variar em intensidade e frequência, e é muito comum ocorrer em ambientes silenciosos, quando outras distrações auditivas estão ausentes. O zumbido pode ter diversas causas, como: Exposição prolongada a ruídos altos. Lesões no ouvido interno. Problemas vasculares, estresse ou até uso excessivo de certos medicamentos. Embora não exista uma cura definitiva para o zumbido, tratamentos podem ajudar a reduzir o desconforto, como terapia sonora e mudanças no estilo de vida. Misofonia A misofonia é uma reação intensa e emocional a sons específicos, que geralmente são sons cotidianos, como mastigação, respiração ou digitação. As pessoas com misofonia não só se incomodam, mas também experimentam reações emocionais fortes e, muitas vezes, desproporcionais, como raiva ou ansiedade. Esse problema é uma reação muito pessoal e pode afetar negativamente as relações interpessoais, pois certos comportamentos cotidianos de outras pessoas podem se tornar insuportáveis. A misofonia ainda não é completamente compreendida, mas algumas hipóteses sugerem que pode envolver uma hipersensibilidade emocional aos sons, em vez de uma hipersensibilidade auditiva propriamente dita. Tratamentos para a misofonia incluem terapia comportamental cognitiva e técnicas de manejo do estresse, que ajudam a pessoa a lidar com as reações desencadeadas por certos sons. Hiperacusia A hiperacusia é caracterizada por uma sensibilidade extrema a sons normais, que pessoas sem o distúrbio toleram sem problemas. Isso significa que sons moderados – como o ruído de um aspirador ou até o barulho do trânsito – podem parecer intoleráveis e até dolorosos para quem tem hiperacusia. Diferente da misofonia, a hiperacusia está relacionada à amplificação auditiva do som e, em muitos casos, é associada a lesões ou doenças do ouvido. Esse distúrbio é comumente associado a outras condições, como zumbido e perda auditiva. A origem pode ser neurológica, e algumas teorias sugerem que o cérebro perde a capacidade de modular o volume dos sons de forma adequada. Os tratamentos para hiperacusia podem incluir terapia de dessensibilização sonora, onde sons gradualmente são reintroduzidos para aumentar a tolerância ao som. Consulte um especialista e tire todas as suas dúvidas. Um diagnóstico preciso é o primeiro passo para um tratamento eficaz!

logo-14anos.png
Agende 24 horas por dia pelo WhatsApp

Nossos Médicos

​

Os profissionais da clínica OtorrinoDF buscam atualizações constantes em suas especialidades visando oferecer um atendimento personalizado e humanizado.

Responsável Técnico

Dr. Stênio Ponte

CRM: 17362 - DF

Sobre a Otorrino DF

​

Consultas médicas, exames e cirurgias para pacientes com necessidades relacionadas ao ouvido, nariz e garganta. Será um prazer receber você aqui em nossa clínica! 

Asa Sul, Asa Norte e Taguatinga

  • Instagram
  • Youtube
  • LinkedIn
  • Facebook

Clínica OtorrinoDF. Copyright ©2026. Todos os direitos Reservados.

bottom of page