Tire as suas principais dúvidas sobre o exame de polissonografia


Dormir é, provavelmente, o que você passará mais tempo fazendo, mais do que qualquer outra atividade. Se considerarmos uma rotina em que se dorme 8 horas por noite, podemos afirmar que passamos cerca de um terço de nossas vidas dormindo. Parece ser uma parte bem importante do nosso cotidiano, não é?


O que acontece é que muita gente vive reclamando que não dorme bem, que tem insônia, ou que não se sente descansado após uma noite de sono. Mas, afinal, quantas pessoas param para investigar se há, realmente, algum problema com seu sono?


Pois é aí que entra o exame de polissonografia. Continue lendo para saber mais!


Qual é a importância do sono?


Antes de tudo, é essencial entender qual é a real importância do sono em nossas vidas, para que o devido valor lhe seja dado.


Podemos afirmar que a qualidade do sono de uma pessoa está diretamente ligada à sua qualidade de vida, em geral. Todos podemos perceber isso, ao ficarmos mal-humorados ou tristes após uma noite mal dormida, por exemplo.


O sono é necessário para todas as pessoas em qualquer idade, porém, com necessidades diferentes para cada idade. Enquanto um recém-nascido dorme cerca de 80% do tempo, um idoso pode ficar bem descansado com 4 horas de sono por noite. O importante é que o sono passe por todas as suas fases.


Isso porque o impacto de um sono ruim vai muito além do humor. Durante o período adormecido, o corpo realiza diversas funções que são essenciais para a manutenção e renovação do organismo, como:

  • consolidação da memória e do aprendizado;

  • regeneração da pele;

  • liberação de hormônios (hormônio do crescimento, prolactina);

  • fortalecimento do sistema imunológico;

  • restauração de tecidos.


Por isso, qualquer situação ou distúrbio que prejudique o sono atrapalha também todas essas funções, além do cansaço intenso que a pessoa sente no dia seguinte.


Dormir mal leva a estresse, ansiedade e até a problemas cardiovasculares, a longo prazo. Logo, ninguém deve achar que é “normal” ter problemas para dormir (demorar para dormir ou acordar muitas vezes, por exemplo). E buscar a causa do problema é um importante passo para se obter uma noite de sono reparadora.


O que é o exame de polissonografia?


Agora que você entendeu a importância de ter uma boa noite de sono, entenderá também que é preciso investigar os distúrbios do sono. E é esse o objetivo do exame de polissonografia, que é uma ferramenta para o estudo mais aprofundado do sono.


Realizado enquanto a pessoa dorme, ele é um exame não invasivo, durante o qual alguns parâmetros são medidos:

  • frequência cardíaca;

  • frequência respiratória;

  • atividade muscular;

  • atividade cerebral, entre outros.


Resumindo — é possível avaliar e acompanhar o sono em tempo real.


Todas as informações são coletadas por meio de sensores espalhados pelo corpo do paciente, que são enviadas a um computador, armazenadas e, posteriormente, analisadas por especialistas.


Como ele é feito?


Normalmente, o exame é realizado em uma clínica especializada em distúrbios do sono ou em um hospital, mas também pode ser feito na casa do paciente. Os locais para realização da polissonografia contam com todos os equipamentos necessários e uma sala especial confortável para o paciente dormir.


Para que os parâmetros sejam medidos e acompanhados, são espalhados eletrodos pelo couro cabeludo e o corpo da pessoa, fixados com adesivos específicos. Um técnico especialista em polissonografia é o responsável por fixar esses eletrodos e acompanhar o exame.


O procedimento é indolor; a única questão é que algumas pessoas não se sentem confortáveis em dormir fora de casa. Porém , já dispormos de aparelhos que realizam exames no domicílio. 


As avaliações feitas durante o exame são:

  • eletromiograma — registro da atividade muscular durante o sono;

  • eletro-oculograma — identificação das fases do sono e do início de cada uma delas (os olhos adotam velocidades diferentes de movimentação em cada fase);

  • eletroencefalograma — registro da atividade cerebral durante o sono;

  • eletrocardiograma — registro da atividade elétrica do coração durante o sono;

  • sensor de movimento dos membros inferiores;

  • sensor de ronco — registro da presença e intensidade do ronco;

  • esforço respiratório do tórax e do abdome;

  • oximetria — registro da taxa de oxigênio no sangue durante o sono;

  • fluxo aéreo da boca e nariz — análise da respiração durante o sono.


O exame exige preparos específicos para que os dados coletados reflitam a situação real do sono da pessoa. É indicado, por exemplo, não ingerir café, bebidas energéticas ou bebidas alcoólicas nas 24 horas que antecedem o exame. E a cabeça deve ser lavada com xampu neutro.


Além disso, a pessoa deve tomar os medicamentos que já usa e informá-los ao médico que realizará o exame. Em casos de gripe, doenças ou outra condição que atrapalhe o sono, é indicado remarcar o exame para evitar qualquer possível interferência nos resultados.


As alterações que são registradas por cada tipo de sensor podem indicar distúrbios do sono específicos. Posteriormente, o médico especialista avalia os parâmetros medidos pelos eletrodos, levando em consideração as especificidades de cada fase do sono.


Quais as indicações para fazer o exame?


Existem diversos distúrbios do sono que podem ser investigados e avaliados por meio dos resultados da polissonografia. Normalmente, o médico solicita o exame quando a pessoa tem queixas específicas relacionadas ao sono ou apresenta outros sintomas, como sono excessivo durante o dia, distúrbios respiratórios associados (ronco, apneia).


As principais indicações para a realização do exame incluem a investigação ou acompanhamento de:

  • insônia;

  • hipersônia (sonolência excessiva durante o dia e/ou sono prolongado durante a noite);

  • narcolepsia (sono súbito e incontrolável, aparentemente sem motivo);

  • hipopnéia do sono (redução do fluxo de ar durante o sono, apesar da manutenção do esforço inspiratório);

  • apneia do sono (ruídos/roncos e interrupções que se repetem durante o sono);

  • síndrome das pernas inquietas;

  • distúrbios extrínsecos ao sono, isto é, que se originam de causas externas (higiene do sono inadequada, ambiente para dormir inadequado, uso de estimulantes);

  • distúrbios circadianos do sono (mudança de fuso horário, padrão irregular do ciclo vigília-sono);

  • distúrbios do despertar (sonambulismo, terror noturno);

  • parassônias do sono REM (paralisia do sono, pesadelos);

  • outras parassônias (bruxismo, enurese noturna).


Enfim, deu pra perceber que são vários os fatores que podem atrapalhar o seu sono, não é mesmo? Por isso, vale a pena buscar sempre formas de melhorar a qualidade de sono, e investigar quando ele não vai bem por meio do exame de polissonografia.


A Clínica Otorrino DF tem profissionais qualificados, especialistas em sono e equipamentos de última geração . 


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