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Dor no ouvido: tudo que você precisa saber


Quem já passou por isso sabe o tanto que incomoda aquele desconforto insistente capaz de distrair todos os nossos pensamentos e tirar qualquer um do sério, estamos falando da dor no ouvido. Um problema de saúde comum que afeta diariamente milhares de crianças e adultos em todo o mundo.


O sintoma pode estar associado às doenças no próprio ouvido, alterações em estruturas próximas ou em outras mais distantes. Em algumas circunstâncias a dor é tão forte que leva o indivíduo a tomar medidas desesperadas e arriscadas, em vez de recorrer a uma clínica médica de otorrinolaringologia — o que agrava a situação.


Ainda que intensa, essa queixa não costuma ser grave, mas, mesmo assim, requer atenção e cuidado. Afinal, o ouvido é responsável não só pela nossa audição como também pelo equilíbrio do nosso corpo.


Buscando ajudá-lo a conhecer melhor o seu canal auditivo e a entender as causas e tratamentos, evitando possíveis complicações desse mal, trouxemos este post completo. Aqui você encontrará todas as informações que necessita sobre o assunto. Confira a seguir!


1. O que é dor de ouvido?


A dor no ouvido, também conhecida como otalgia, geralmente surge como uma sensação de queimação, pontadas, pressão ou ainda uma dor afiada e maçante. É capaz de afetar ambos os lados de uma vez ou apenas um deles. Pode ser constante ou do tipo transitória — aquelas que surgem e desaparecem repentinamente — e acompanhada de zumbido.


2. Qual é a anatomia do ouvido?


Para explicar melhor as causas desse sintoma, é preciso entender a estrutura do nosso ouvido, que é dividido em três partes: externa, média e interna.


O ouvido externo inclui o pavilhão auricular — que chamamos de orelha — e o canal auditivo que tem o formato de um tubo. A orelha é quem recebe o som e o encaminha para o ducto que tem cerca de 2,5 cm de comprimento e 1 cm de diâmetro.


O tímpano é uma membrana rígida e sensível em formato de cone e está localizada ao fim desse canal, separando o ouvido externo do médio. Sua função é transformar os sons do ar em vibrações e transmiti-las aos pequenos ossos que estão logo adiante.


No ouvido médio existe um compartimento cheio de ar. No seu interior estão três dos menores ossos do corpo, chamados martelo, bigorna e estribo. Esses ossos estão conectados uns aos outros e são responsáveis pela amplificação dos sons — o último no grupo, estribo, também faz contato com o ouvido interno.


O espaço aéreo do ouvido médio se conecta à parte de trás do nariz pela Trompa de Eustáquio. Uma passagem que vai até o início da garganta e permite que o ar penetre no ouvido médio, responsável pela regulação da pressão . 


Já o ouvido interno tem dois componentes. Uma delas é a cóclea uma câmara em forma de caracol cheia de líquido e células ciliadas especialmente sensíveis. São essas células que transformam ondas sonoras em sinais elétricos que serão, então, passados pelos nervos até o cérebro. Lá serão recebidos e interpretados, gerando a compreensão dos diferentes sons.


O outro componente é o sistema vestibular, que ajuda no equilíbrio. Constituído por uma rede de tubos, denominados canais semicirculares, além do vestíbulo. Suas células detectam movimentos em vez de som e asseguram a conservação do equilíbrio corporal.


3. Causas da dor no ouvido?


Uma pessoa com otalgia sente desconforto no ouvido externo, médio ou interno. A dor pode ser causada por uma lesão, inflamação ou infecção ou outras condições. Confira agora as principais  causas relacionadas a cada área.


3.1 Otite Média


Toda infecção do ouvido é chamada de otite. A otite média é uma causa extremamente comum de dor de ouvido em crianças, especialmente em idade pré-escolar. Os motivos são relacionados ao tamanho e imaturidade da tuba auditiva. Ela também pode ocorrer em adultos, mas é menos frequente.

A otite média é causada por um vírus ou por bactérias que levam a um acúmulo de líquido atrás do tímpano. Essa infecção pode ser resultado de uma gripe, resfriado, alergia ou infecção respiratória. Uma vez que, tais situações causam inchaço nas mucosas do nariz e da garganta, reduzindo as defesas naturais do organismo e a eliminação de bactérias pelas narinas.

Se as condições forem adequadas, os germes entram no ouvido médio por meio das Trompas de Eustáquio ou causam um bloqueio na tuba auditiva, preparando o terreno para o desenvolvimento de uma infecção.

Outros fatores de risco para a otite média são:

  • ausência de aleitamento materno;

  • uso da mamadeira, principalmente na posição deitada;

  • frequentar creches;

  • exposição ao fumo passivo;

  • histórico familiar;

  • mudanças de clima;

  • infecções respiratórias frequentes;

  • condições de carência econômica;

  • Síndrome de Down.


O acúmulo de líquido no ouvido durante a otite média causa dor, inchaço e vermelhidão. O que é chamado de otite média aguda e também impede que o tímpano vibre adequadamente, resultando, normalmente, em problemas auditivos temporários.


O fluido que permanece no ouvido médio pode levar à otite média grave ou infecção do ouvido médio. Essa condição tende a se tornar crônica e resultar em recorrências frequentes de infecções agudas ou até mesmo em dificuldades na audição.


3.2 Otite externa


A otite externa é uma infecção da pele do canal auditivo, mais comum em adultos do que em crianças.

Nosso canal auditivo é um túnel estreito, quente e fechado, o que o torna um bom ambiente para que os germes cresçam, se tiverem uma chance. A maioria das infecções nessa região é causada por esse tipo de agente biológico.


Algumas situações podem torná-lo mais propenso a otite externa. Veja alguns exemplos logo abaixo.

3.2.1 Substâncias que entram no ouvido

Se você regularmente recebe água nesse canal, saiba que isso fornece uma condição ideal para germes se desenvolvam no local. As bactérias que causam uma infecção no ouvido externo não vivem necessariamente na água.


A maioria delas já está no canal auditivo ou são adquiridas na vida cotidiana. No entanto, a água ou outros líquidos estranhos no ouvido são capazes de fornecer um terreno ideal para o seu crescimento.


A umidade também costuma causar coceira, assim você pode arranhar ou cutucar a orelha e danificar a pele no canal auditivo o que causa inflamação. Assim, a pele já inflamada pode rapidamente ser infectada. Desse modo, um círculo vicioso se desenvolve, pois os sintomas causam mais coceira o que tende a piorar a situação.


Caso caia shampoo, spray de cabelo ou outros produtos em seu ouvido, isso pode ter o mesmo efeito da água ou ser ainda pior, já que os produtos químicos irritam muito mais a pele sensível do canal.


A otite externa é muito mais comum em praticantes de natação, devido ao contato maior com água e à entrada dela no canal auditivo, por isso, essa infecção é também chamada de otite do nadador.

3.2.2 Problemas de pele

Eczema ou psoríase podem afetar o canal auditivo e tornar a pele inflamada e escamosa. Se isso acontecer, a otite externa é mais provável.

3.2.3 Uso de hastes de algodão

A pele morta do canal auditivo move-se lentamente para fora, transportando fragmentos de resíduos para longe do tímpano. O uso de hastes flexíveis de algodão no ouvido vai contra esse processo e faz com que a pele morta e a cera se acumulem. O que pode irritar o delicado revestimento do canal auditivo e causar inflamação.

3.2.4 Cera de ouvido excessiva

Isso pode levar ao aprisionamento de água e detritos no canal auditivo e bactérias costumam prosperar nestas condições, assim a infecção ocorre facilmente.

3.2.5 Infecções do ouvido médio

Em algumas vezes, a otite média produz secreções persistentes, que ficam presas no canal auditivo e causam a otite externa.


3.3 Otite interna


A otite interna, mais conhecida como labirintite, refere-se à inflamação do ouvido interno como resultado de uma infecção.


O ouvido interno consiste em muitas estruturas responsáveis por manter o equilíbrio e apoiar a audição, de modo que uma infecção nessa parte da orelha consegue perturbar ambas as funções.


Existem diferentes causas de otite interna. Veja algumas logo mais.

3.3.1 Traumatismo na cabeça

Um trauma ou lesão direto na cabeça pode resultar em otite interna. Isso ocorre porque esse tipo de trauma é capaz de provocar uma inflamação no ouvido interno ou perfurar o tímpano.

3.3.2 Infecções virais e bacterianas

Uma variedade de vírus e infecções bacterianas pode levar à otite interna — como gripe, caxumba, sarampo, herpes-zoster e outras infecções respiratórias. Dependendo do vírus que causou a otite interna, o resultado é uma perda auditiva permanente, especialmente se o tratamento não for realizado imediata e corretamente.


Infecções do ouvido interno com uma causa bacteriana geralmente resultam de patógenos no corpo ou no cérebro. As toxinas desses organismos atingem o ouvido interno, causando infecção.


De forma geral, qualquer patógeno capaz de atingir o ouvido interno pode gerar uma infecção. Todavia, é muito raro que a bactéria penetre no ouvido interno porque, em geral, causam a infecção no ouvido externo ou no ouvido médio, e os sintomas levam a pessoa a procurar ajuda médica.

3.3.3 Condições autoimunes

Nessas situações, o sistema imunológico ataca-se injustamente, causando inflamação. As doenças autoimunes são crônicas e muitas não são bem compreendidas. Mesmo alergias são consideradas uma condição autoimune, então quando o corpo encontra um alérgeno, causa uma reação, que pode levar à inflamação do ouvido interno.

3.3.4 Medicamentos e substâncias

Substâncias que viajam pela da corrente sanguínea podem finalmente chegar ao ouvido interno. Medicamentos, álcool, drogas e outras toxinas são causas que contribuem para a otite interna. Algumas toxinas também são capazes de causar perda auditiva irreversível.


3.4 Barotrauma


Embora as aeronaves atuais sejam pressurizadas a fim de que as alterações na pressão do ar sejam minimizadas, muitos passageiros ainda sofrem com o barotrauma. Trata-se de uma lesão que provoca a perda parcial da audição, dor no ouvido e sensação de empastamento nos ouvidos que geralmente somem depois que o equilíbrio da pressão é restabelecido.


Essa manifestação costuma ocorrer quando um avião está decolando e, às vezes, persiste após a aterrissagem. Os sintomas variam de intensidade, desde incômodos leves até extremamente dolorosos, mas, quase sempre, desaparecem em 20 a 30 minutos após o pouso.


A causa do barotrauma é bem compreendida. O tímpano retrai-se devido a rápidas mudanças de pressão quando o avião passa de uma grande altitude para a baixa pressão atmosférica em direção ao solo, onde a pressão do ar é muito maior.


O tubo de Eustáquio normalmente drena secreções do ouvido médio e ar até a garganta. Porém, quando existe um diferencial de pressão, como em um plano descendente, o ar de baixa pressão e tende a ficar preso no meio do ouvido.


Esse tubo compensa essas mudanças, permitindo que um pouco mais de ar seja bombeado para dentro ou para fora do ouvido médio. Entretanto, isso é, algumas vezes, difícil de acontecer devido às diferenças na pressão no ouvido e no avião — o que cria um vácuo que puxa o tímpano para dentro. No processo, o tímpano é esticado — o que é doloroso — e é incapaz de vibrar naturalmente prejudicando, assim, a audição.


O barotrauma é normal em crianças porque suas trompas de Eustáquio são mais estreitas do que as do adulto, o que faz com que sejam bloqueadas mais facilmente. Por isso, ao fazer uma viagem com criança é preciso ainda mais atenção.


O barotrauma também pode ser causado por mergulho, câmaras hiperbáricas de oxigênio e explosões próximas ao ouvido. Além disso, algumas pessoas podem sofrer um caso menor de barotrauma ao andar de elevador em um prédio alto ou visitar regiões com elevada altitude.


3.5 Outras causas


Razões menos frequentes de queixas de dores no ouvido incluem:

  • disfunção temporomandibular;

  • objetos estranhos no ouvido;

  • tímpano perfurado;

  • bruxismo;

  • nascimento do dente do siso;

  • sinusite;

  • neuralgia do trigêmeo ou dor crônica do nervo facial;

  • artrite que afeta a mandíbula.


4. Quais são os sintomas da dor de ouvido?


Além da dor, os sintomas mais frequentes dependem da causa ou origem do problema. Veja os relacionados a cada parte do ouvido:


4.1 Ouvido médio

  • dor profunda, devido à pressão do fluido no tímpano;

  • drenagem de líquido da orelha;

  • dificuldade de audição no ouvido afetado;

  • pressão no ouvido;

  • leve tontura;

  • possível febre.


4.2 Ouvido externo

  • sensação de audição abafada;

  • dor ao puxar ou empurrar a orelha;

  • coceira no ouvido;

  • vermelhidão e inchaço da orelha;

  • produção de água ou pus;

  • febre.


4.3 Ouvido interno

  • vertigem, sensação que tudo está girando;

  • perda do equilíbrio;

  • perda auditiva;

  • náuseas e vômitos;

  • diminuição da audição;

  • zumbido no ouvido.


4.4 Sintomas associados a outras causas de dor de ouvido


Quando a dor ocorre devido a uma doença ou lesão de uma estrutura próxima ao canal auditivo, os sintomas específicos estarão relacionados a essa área. Por exemplo, a inflamação da articulação temporomandibular pode levar à dor de ouvido, mas, na maioria das vezes, também está associada a desconforto ao abrir a boca ou mastigar.


Problemas dentários ou na gengiva também são capazes de causar dor de ouvido, mas apenas como um sintoma.


5. Como identificar dor de ouvido?


Uma dor de ouvido é ainda mais problemática em crianças e bebês, e reconhecer problemas nessa região delas pode ser difícil. Assim, muitos pais ficam desesperados, pois percebem a criança doente, mas não sabem onde está localizada a dor. Por isso, é importante ficar atento a alguns sinais:

  • bebês que parecem desanimados ou irritados;

  • crianças que ficam puxando ou esfregando a orelha;

  • temperatura alta, acima de 38 graus;

  • má alimentação em bebês ou perda de apetite em crianças;

  • problemas de sono e inquietação durante a noite;

  • tosse e nariz escorrendo;

  • não escutar tão bem quanto o normal;

  • problemas de equilíbrio.


6. Quais os tipos de tratamento?


Os sintomas de dores no ouvido — quando não relacionados a problemas mais sérios — geralmente melhoram nos primeiros dois dias. A maioria das infecções desaparecem sozinhas dentro de uma a duas semanas e sem qualquer tratamento específico.


Um médico é capaz de diagnosticar uma infecção no ouvido ou outra condição com base nas queixas que você descreve e por meio de um ou mais exames. Ele provavelmente usará um instrumento iluminado chamado otoscópio a fim de observar as orelhas, a garganta e a passagem nasal. E também ouvirá o paciente respirar com a ajuda de um estetoscópio.


O profissional pode realizar outros testes diagnósticos se houver alguma dúvida durante a investigação, se a condição não tiver respondido a tratamentos anteriores ou se houver outros problemas que pareçam graves.


Algumas infecções de ouvido se resolvem sem tratamento com antibióticos, apenas com a inclusão de analgésicos ou anti-inflamatórios de uso tópico ou via oral. O melhor para cada pessoa depende de muitos fatores, incluindo a idade e a gravidade dos sintomas. Todavia, algumas evidências sugerem que a terapia com antibióticos pode ser benéfico em certas situações — tudo depende da avaliação médica individual.


Caso esse tipo de tratamento seja receitado, certifique-se de — mesmo depois dos sintomas terem melhorado — usar todo o antibiótico conforme indicado até o fim. Não fazer isso pode resultar em infecções recorrentes e resistência das bactérias aos medicamentos antibióticos.


Converse com seu médico caso haja dúvidas sobre o uso de medicações, possíveis efeitos colaterais ou qualquer preocupação sobre o assunto.


6.1 Gerenciando a dor


O médico o aconselhará sobre tratamentos para diminuir a dor de uma infecção no ouvido. Algumas opções são as seguintes:

  • usar uma compressa quente: colocar um pano quente e úmido ou uma compressa sobre o ouvido afetado pode diminuir a dor. Preste atenção para que a água não entre no canal auditivo. Além disso, é importante não queimar a pele;

  • tomar medicação para aliviar a dor: use os medicamentos, conforme indicado na receita ou bula. Tenha cuidado ao administrar aspirina a crianças ou adolescentes, porque ela tem sido associada à síndrome de Reye. Em caso de dúvidas sobre a composição, converse com o seu médico.


6.2 Monitoramento


Crianças com infecções frequentes, insistentes ou com líquido persistente no ouvido, provavelmente precisarão ser monitoradas de perto. Converse com seu otorrino sobre a necessidade de agendar consultas de acompanhamento. Ele poderá recomendar testes regulares de audição ou outros procedimentos.


7. Quando devo procurar um médico?


Na maioria dos casos, as dores de ouvido são autolimitadas e não requerem atenção médica urgente. No entanto, a pessoa deve consultar imediatamente um médico se:

  • existirem outros sintomas, como febre alta, erupções na pele, vômitos, confusão mental ou sonolência;

  • o bebê tiver menos de 3 meses de idade ou menos de 6 meses e a temperatura corporal é acima de 38° C;

  • a criança tem menos de 2 anos e apresenta dor ou secreção em ambas orelhas;

  • a dor não melhorou após 4 dias, isso vale para qualquer faixa etária;

  • o ouvido apresenta secreção, vermelhidão ou inchaço;

  • há algo preso no ouvido;

  • a dor é intensa e não passa mesmo com o uso de analgésicos ou é associada a alguma perda auditiva;

  • ocorre vertigem, especialmente se também houver perda auditiva;

  • a pessoa tem outras doenças capazes de afetar sua capacidade de combater uma infecção.


O tratamento adequado para a infecção do sistema auditivo deve eliminar qualquer complicação. Se você tiver uma dor no ouvido associada a uma infecção e ficar muito tempo sem tratamento, corre o risco de perder permanentemente a audição ou que a infecção se espalhe para outras partes da sua cabeça.


Por se tratar de um sintoma, a melhor maneira de prevenir a dor de ouvido é evitar as doenças que a causam. Essa prevenção deve ser feita por meio de medidas simples tais como:

  • adotar hábitos higiênicos para evitar a contaminação,

  • evitar a fumaça do cigarro;

  • secar cuidadosamente as orelhas depois de nadar ou tomar banho;

  • não usar objetos para limpar o ouvido;

  • minimizar a exposição de bebês e crianças a outras pessoas com resfriados ou infecções do trato respiratório;

  • não compartilhar talheres, copos ou outros objetos de uso pessoal;

  • evitar a mamadeira na posição supina (deitada);

  • eliminar o uso de chupeta após os 6 meses de idade;

  • manter as vacinas atualizadas, incluindo a da gripe.


Como você deve ter notado, a dor no ouvido tem diversas causas, de modo que o tratamento varia de acordo com o diagnóstico estabelecido pelo médico. Por isso, somente um otorrinolaringologista — que é o especialista em garganta, nariz e ouvido — pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração dos cuidados.


Viu só como é importante cuidar dos seus ouvidos? Sua audição e equilíbrio agradecem! Se você gostou do texto, não deixe de assinar a nossa newsletter e fique por dentro de mais conteúdos voltados a sua saúde e bem-estar!


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