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- Por que o nariz sangra? Entenda as causas e o que fazer na hora
Sangramento no nariz assusta quem vê e quem está por perto. O sangue aparece de repente, no meio de uma conversa ou logo depois de assoar o nariz. Em Brasília, essa cena fica bem mais frequente em determinadas épocas do ano, e não é impressão de ninguém. O nome técnico do quadro é epistaxe (sangramento nasal), e na grande maioria das vezes ele tem uma explicação simples e um desfecho tranquilo. Entender por que o nariz sangra ajuda a reagir melhor no momento e a saber quando o episódio merece avaliação com o otorrinolaringologista. O nariz é uma região cheia de vasos muito finos A parte da frente do septo, a parede que divide as duas narinas, concentra uma rede de vasos sanguíneos pequenos e superficiais, conhecida como área de Little. Esses vasos ficam logo abaixo de uma mucosa fina e existem por um motivo importante: é essa circulação que aquece e umidifica o ar antes de ele chegar aos pulmões. O preço dessa função é a fragilidade. Basta uma mucosa ressecada, um espirro forte ou uma unha para que um desses vasos se rompa. Por isso a maior parte dos sangramentos nasce na frente do nariz, sai por uma narina só e cede em poucos minutos. Por que isso acontece tanto em Brasília A capital passa boa parte do ano com umidade relativa do ar baixa, e na estiagem os índices caem a ponto de deixar qualquer mucosa em alerta. O ar seco retira água da camada que protege o interior do nariz. A mucosa afina, formam-se crostas, a pessoa coça ou assoa com força, e o vaso se abre. Some a isso a poeira das obras, a fumaça das queimadas no fim da seca e o ar condicionado ligado o dia inteiro. É a combinação perfeita para o nariz sangrar sem que exista qualquer doença grave por trás. As causas mais comuns de sangramento nasal Na rotina do consultório, os motivos que mais aparecem são estes: Ar seco e ambientes climatizados, que ressecam a mucosa nasal. O hábito de colocar o dedo no nariz para tirar crostas, muito comum entre crianças. Rinite alérgica e sinusite, que deixam a mucosa inflamada e mais vulnerável. Assoar o nariz com força, principalmente durante gripes e resfriados. Desvio de septo, que faz o ar passar de forma turbulenta e resseca um ponto específico. Traumas, de uma bolada no rosto a uma queda. Uso prolongado de descongestionantes nasais por conta própria, que agride a mucosa. Pressão alta sem controle e uso de medicamentos que afinam o sangue. Nem todo sangramento é igual Existe um segundo tipo, bem menos frequente, que nasce na parte posterior do nariz. Ele costuma ser mais volumoso, o sangue escorre pela garganta além de sair pela narina, e não cede com as medidas caseiras. Esse quadro aparece mais em adultos e idosos e precisa de atendimento no mesmo dia. Sangramentos que se repetem sempre na mesma narina, ou que vêm junto de manchas roxas pelo corpo e sangramento na gengiva, também merecem investigação: nesses casos o nariz pode estar mostrando algo que vem de outro lugar do organismo. O que fazer na hora do sangramento A orientação de inclinar a cabeça para trás é antiga e atrapalha, porque faz o sangue descer pela garganta. O correto é o contrário: Sente-se e incline a cabeça levemente para a frente. Aperte a parte mole do nariz, logo abaixo do osso, com o polegar e o indicador. Mantenha a pressão firme por dez minutos, sem soltar para conferir. Respire pela boca e procure manter a calma, porque o susto eleva a pressão. Se tiver à mão, aplique uma compressa fria sobre o dorso do nariz. Depois que parar, evite assoar, abaixar a cabeça ou fazer esforço físico nas horas seguintes. Cuidados que ajudam a prevenir no clima daqui Boa parte dos episódios some quando a mucosa volta a ficar hidratada. Alguns hábitos simples ajudam: Faça higiene nasal com soro fisiológico várias vezes ao dia, sobretudo nos meses secos. Mantenha uma bacia com água ou um umidificador bem higienizado no quarto durante a noite. Beba água ao longo do dia, mesmo sem sentir sede. Deixe as unhas das crianças curtas e converse sobre o hábito de mexer no nariz. Evite passar horas com o rosto na saída direta do ar condicionado. Trate a rinite com acompanhamento, em vez de recorrer sempre ao spray comprado na farmácia. Não use nenhum medicamento nasal por conta própria, nem aquele que sobrou de um episódio anterior. Quando procurar o otorrinolaringologista Vale buscar avaliação quando o sangramento não para depois de vinte minutos de compressão bem feita, quando é muito volumoso, quando surge após um trauma no rosto, quando se repete na mesma semana ou quando atinge sempre o mesmo lado. Também é motivo de consulta o episódio acompanhado de tontura, palidez ou falta de ar, e qualquer sangramento em quem usa anticoagulante ou convive com pressão alta. Na consulta, o exame do nariz com endoscopia nasal (uma câmera fina que mostra o interior das fossas nasais) permite identificar de onde vem o sangramento e verificar se existe desvio de septo, rinite ou outra alteração por trás dos episódios repetidos. Na maior parte das vezes a conclusão é tranquilizadora. No OtorrinoDF, o atendimento com especialistas em nariz acontece nas quatro unidades de Brasília, com mais de 60 convênios.
- Remédio para congestão nasal: o que funciona e o que só piora
Nariz entupido é um dos motivos que mais levam gente à farmácia e à barra de busca do Google. A pergunta costuma ser sempre a mesma: qual o melhor remédio para congestão nasal? A resposta honesta é que não existe um só, porque congestão não é uma doença, é um sintoma, e o que resolve depende inteiramente da causa. Em Brasília, onde o ar seco domina boa parte do ano, essa dúvida aparece com força ainda maior. Vale entender o que está acontecendo dentro do nariz antes de escolher qualquer coisa na prateleira. Por que o nariz entope Muita gente imagina que o nariz entope porque está cheio de muco. Na maior parte das vezes, não é isso. Dentro de cada narina existem os cornetos, estruturas laterais que aquecem, umidificam e filtram o ar. Quando algo irrita ou inflama a mucosa (o revestimento interno do nariz), os vasos dessa região se dilatam e os cornetos incham, fechando a passagem do ar. É por isso que assoar com força muitas vezes não desentope: o problema é inchaço, não secreção. Também é por isso que a obstrução costuma alternar de lado ao longo do dia e piorar quando deitamos. O clima de Brasília entra na conta Entre maio e setembro, a umidade do ar no Distrito Federal cai a níveis de deserto. A mucosa nasal resseca, perde a camada de muco que a protege e passa a formar crostas. O nariz reage à agressão inflamando, e o resultado é aquela sensação de entupimento mesmo sem gripe nenhuma. A poeira da estiagem, a fumaça de queimadas e o ar-condicionado do escritório apontado para o rosto completam o quadro. Nesses meses, o remédio mais eficaz que existe para muita gente daqui não é um remédio: é umidade. As causas mais comuns por trás do entupimento Resfriados e viroses entopem o nariz por alguns dias e melhoram sozinhos, em geral dentro de sete a dez dias. A rinite alérgica, muito comum na cidade, mantém a mucosa inflamada por poeira, ácaro, mofo ou pelo de animal, e vem com espirros em salva e coceira no nariz e nos olhos. A sinusite (inflamação dos seios da face) costuma trazer dor no rosto, secreção espessa e sensação de peso ao abaixar a cabeça. Já quando a obstrução é constante, dura meses e não passa nunca, entram as causas estruturais: desvio de septo, aumento dos cornetos, pólipos nasais e, nas crianças, a adenoide aumentada, que faz a criança roncar e dormir de boca aberta. O que a farmácia vende, e por que isso importa Sem indicar nada a ninguém, vale saber que os produtos vendidos para nariz entupido não são intercambiáveis. O soro fisiológico e as soluções salinas não são propriamente medicamento: são higiene nasal, servem para praticamente todo mundo e não têm efeito rebote. Os sprays descongestionantes, aqueles que desentopem em poucos minutos, funcionam contraindo os vasos do nariz, e é justamente aí que mora o risco: usados por vários dias seguidos, provocam o efeito rebote e podem levar à rinite medicamentosa, um entupimento causado pelo próprio spray, que é difícil de reverter. Os anti-histamínicos só fazem sentido quando a causa é alérgica. Os corticoides nasais agem sobre a inflamação, mas levam dias para atuar e precisam de indicação e acompanhamento. E o antibiótico não tem efeito nenhum sobre virose, que é a origem da maior parte dos narizes entupidos. O ponto central é este: o mesmo sintoma tem causas opostas, e o produto que alivia uma pode agravar outra. Escolher por conta própria, ou repetir o que funcionou para um parente, é como apagar a luz do painel do carro em vez de olhar o motor. Cuidados que ajudam de verdade no dia a dia Independentemente da causa, algumas medidas simples aliviam e não fazem mal: Faça lavagem nasal com soro fisiológico várias vezes ao dia, principalmente ao acordar e antes de dormir. Umidifique o ambiente à noite com bacias de água, toalhas úmidas no quarto ou umidificador. Beba água ao longo do dia, porque o muco desidratado fica mais espesso e entope mais. Durma com a cabeceira um pouco elevada, o que reduz o inchaço da mucosa. Mantenha o quarto livre de poeira, com capas para colchão e travesseiro se houver alergia. Não deixe o ar-condicionado soprando direto no rosto e limpe os filtros com regularidade. Evite fumaça de cigarro e a exposição ao ar das queimadas no período seco. Não repita spray descongestionante por dias seguidos sem orientação médica. Quando procurar o otorrinolaringologista Vale marcar uma avaliação quando o nariz fica entupido por mais de dez a doze dias, quando a obstrução é sempre do mesmo lado, quando aparece dor de face, febre persistente ou secreção com sangue, quando o olfato some e não volta, ou quando a pessoa já não consegue dormir sem usar spray. Nas crianças, ronco, respiração de boca aberta e sono agitado merecem atenção, porque respirar mal à noite afeta o crescimento e o rendimento na escola. Na OtorrinoDF, a consulta costuma incluir a endoscopia nasal, um exame rápido de consultório que mostra o interior do nariz e diferencia alergia, sinusite, desvio de septo ou adenoide. Descobrir a causa é o que transforma um alívio de poucas horas em uma solução que dura.
- Olhos lacrimejantes: o que pode ser e a relação com o nariz
Olho lacrimejando o dia inteiro parece coisa pequena, até a lágrima escorrer no meio de uma reunião, embaçar a visão no trânsito e obrigar você a andar com lenço no bolso. O lacrimejamento constante, que os médicos chamam de epífora (excesso de lágrima transbordando), quase nunca é um problema do olho isolado. Ele costuma contar uma história que envolve o nariz, a alergia e o ar que você respira. Em Brasília, com meses de estiagem e umidade baixa, essa queixa aparece bem mais do que se imagina. Lágrima demais ou drenagem de menos A lágrima é produzida por glândulas ao redor do olho, espalhada pela pálpebra a cada piscada e escoada por um canal fino que sai do canto interno do olho e desemboca dentro do nariz. Esse caminho se chama via lacrimal, e é por isso que, quando alguém chora, o nariz escorre junto. Quando o olho lacrimeja sem parar, existem duas explicações possíveis. Ou a produção aumentou, porque algo irrita a superfície do olho, ou a drenagem travou, e a lágrima que era normal transborda por falta de saída. Diferenciar as duas coisas é o primeiro passo da consulta, e muda completamente a conduta. O ar seco de Brasília irrita, e o olho responde com lágrima Parece contraditório, mas olho seco é uma das causas mais frequentes de olho lacrimejante. Quando a umidade do ar cai para 20% ou menos, algo comum entre agosto e setembro no Distrito Federal, o filme de lágrima que cobre o olho evapora rápido demais. A superfície fica exposta, avisa o cérebro que está irritada e o corpo responde com uma enxurrada de lágrima aguada, que molha mas não protege. Some a isso o ar-condicionado, a poeira das ruas e a fumaça de queimada, e o ciclo se repete todo dia. Rinite e alergia, a dupla mais comum Olho, nariz e seios da face são vizinhos e reagem juntos. Na rinite alérgica, o mesmo ácaro, mofo, pólen ou pelo de animal que faz o nariz coçar e entupir também inflama a conjuntiva (a membrana transparente que cobre o olho). O resultado é o conjunto clássico: coceira nos olhos, vermelhidão, lacrimejamento, espirros em sequência e nariz escorrendo. Quando a mucosa do nariz incha muito, ela ainda comprime a saída da via lacrimal por dentro, e a lágrima que deveria escoar volta para o olho. É por isso que cuidar do nariz costuma melhorar o olho. Quando a via lacrimal está obstruída Se o lacrimejamento é de um olho só, contínuo, escorre pelo rosto sem coceira e piora no vento ou no frio, a suspeita passa a ser obstrução do canal lacrimal. Ela pode vir de infecção antiga, trauma no rosto, sinusite de repetição, desvio de septo, pólipos ou do próprio envelhecimento do canal. Em bebês, é comum o canal nascer ainda fechado e abrir sozinho nos primeiros meses. Merecem avaliação rápida a secreção amarelada que sai ao apertar o canto do olho e o caroço dolorido nessa região, sinais de infecção do saco lacrimal. Nos casos confirmados existe cirurgia para reabrir o caminho da lágrima, feita por dentro do nariz com endoscópio, sem corte na pele do rosto. A indicação depende do exame e do ponto exato do bloqueio, nunca do sintoma isolado. Outras causas que entram na investigação Cílio que cresce virado para dentro, pálpebra frouxa, blefarite (inflamação da borda da pálpebra), corpo estranho, lente de contato usada por tempo demais e muitas horas de tela com piscadas raras. Vale um alerta sobre colírio comprado por conta própria, principalmente os que prometem tirar o vermelho na hora: podem aliviar hoje e piorar a irritação com o tempo. O mesmo sintoma tem origens muito diferentes, e isso não se decide no balcão da farmácia. Cuidados práticos que ajudam no dia a dia Não coce os olhos. Coçar libera mais substância inflamatória e aumenta o lacrimejamento, além de arranhar a superfície. Umidifique o quarto na seca, com bacia de água, toalha úmida ou umidificador limpo, e não durma com o ventilador apontado para o rosto. Reduza a poeira em casa: pano úmido no lugar do espanador, roupa de cama lavada com frequência e atenção ao travesseiro velho. Faça pausas nas telas. A cada 20 minutos, olhe para longe por 20 segundos e pisque de propósito algumas vezes. Óculos escuros em dia de vento e poeira funcionam como barreira física simples e eficiente. Compressa morna sobre as pálpebras fechadas ajuda a soltar a secreção acumulada na borda do olho. Não pingue nada no olho por indicação de conhecido ou de vídeo na internet, e leve à consulta a lista do que você já usou. Quando procurar o otorrinolaringologista Vale marcar avaliação quando o lacrimejamento passa de três a quatro semanas, atinge só um dos olhos, vem com secreção purulenta, dor, caroço no canto do olho, vermelhidão que não cede ou queda da visão, ou aparece junto de nariz entupido crônico, sinusite de repetição e perda do olfato. Também procure ajuda se o sintoma já atrapalha dirigir, trabalhar ou ler. Na consulta, o otorrinolaringologista examina o nariz por dentro, avalia a passagem da lágrima e, quando necessário, pede exame de imagem do trajeto do canal, além de encaminhar ao oftalmologista quando a origem está na superfície do olho. O OtorrinoDF tem quatro unidades em Brasília, 33 especialistas e atende mais de 60 convênios. A orientação certa depende de examinar você, não de adivinhar a causa pela descrição.
- Tratamento para ronco: por que a gente ronca e o que ajuda
O ronco costuma virar motivo de piada, mas para quem convive com ele de perto ele e um problema serio. Alem de atrapalhar o sono de quem ronca e de quem dorme ao lado, o ronco frequente pode ser um sinal de que algo nao vai bem na respiracao durante a noite. Em Brasilia, o ar seco da estiagem, que resseca o nariz e a garganta, e a rotina corrida, que rouba horas de sono, ajudam a piorar o quadro em muita gente. Entender por que roncamos e o primeiro passo para buscar o alivio certo. Por que a gente ronca O ronco acontece quando o ar encontra dificuldade para passar pelas vias respiratorias durante o sono. Ao dormir, os musculos da garganta relaxam, e em algumas pessoas esse relaxamento estreita a passagem do ar. O ar, entao, faz vibrar os tecidos moles da regiao, como o ceu da boca e a uvula, e e essa vibracao que produz o som caracteristico. Quanto mais estreita a passagem, mais forte tende a ser o ronco. O que aumenta a chance de roncar Varios fatores contribuem para o estreitamento das vias respiratorias e para o surgimento do ronco. Entre os mais comuns estao: Excesso de peso, que aumenta o tecido ao redor do pescoco e da garganta. Congestao nasal por rinite, sinusite ou desvio de septo. Consumo de alcool, principalmente perto da hora de dormir. Dormir de barriga para cima, posicao que faz a lingua cair para tras. Ar muito seco, que resseca e irrita a mucosa da garganta e do nariz. Alteracoes nas amigdalas ou nas estruturas do nariz. Muitas vezes esses fatores se somam, e por isso o ronco costuma melhorar quando varias frentes sao cuidadas ao mesmo tempo. Ronco simples ou apneia do sono? Nem todo ronco e igual. Existe o ronco simples, mais leve e sem grandes consequencias, e existe o ronco associado a apneia do sono, condicao em que a respiracao chega a parar por alguns segundos varias vezes durante a noite. A apneia merece atencao especial, porque prejudica a qualidade do sono e pode ter reflexos na saude ao longo do tempo. Sinais como sono ruim, cansaco durante o dia, sensacao de sufocamento a noite e pausas na respiracao percebidas por quem dorme ao lado indicam que o caso precisa ser investigado com cuidado. O que ajuda a reduzir o ronco Algumas mudancas de habito costumam fazer diferenca e podem ser adotadas desde ja: Manter um peso saudavel, com alimentacao equilibrada e atividade fisica. Evitar alcool nas horas que antecedem o sono. Dormir de lado, em vez de barriga para cima. Tratar a congestao nasal e manter o nariz desobstruido. Manter o quarto arejado e usar umidificador nos dias mais secos. Ter horarios regulares de sono e priorizar noites bem dormidas. Existe tratamento para o ronco Sim, e ele depende da causa por tras do problema. Justamente por isso, nao ha uma solucao unica que sirva para todo mundo, e a automedicacao ou o uso de aparelhos comprados por conta propria pode nao resolver e ainda atrasar o diagnostico correto. Depois de identificar o que provoca o ronco, o especialista pode indicar desde ajustes de habito e cuidado das vias respiratorias ate avaliacoes do sono e outras abordagens especificas, sempre de acordo com cada caso. O objetivo e devolver noites tranquilas para quem ronca e para quem dorme ao lado. Quando procurar o otorrinolaringologista Vale procurar o otorrinolaringologista quando o ronco e frequente e alto, quando atrapalha o sono do casal ou quando vem acompanhado de cansaco constante durante o dia. Relatos de pausas na respiracao, engasgos ou sensacao de sufocamento a noite pedem avaliacao sem demora, porque podem indicar apneia do sono. No consultorio, o especialista examina o nariz e a garganta, investiga a causa do ronco e orienta o caminho mais adequado, para que o sono deixe de ser um problema e volte a ser descanso de verdade.
- Congestão nasal que não passa em Brasília
Poucas coisas incomodam tanto quanto acordar com o nariz entupido e passar o dia inteiro respirando pela boca. Em Brasilia isso é ainda mais comum: o ar seco, a poeira da estiagem e a baixa umidade do ar deixam a mucosa do nariz irritada e inchada, o que atrapalha a passagem do ar. Se você anda procurando um remédio para congestão nasal e sente que ela simplesmente não passa, vale entender o que está por trás do sintoma antes de sair tomando qualquer coisa. Por que o nariz entope A congestão nasal quase nunca é uma doença em si, e sim um sinal de que a mucosa que reveste o interior do nariz está inflamada ou inchada. Quando esse tecido incha, o espaço por onde o ar passa diminui, e vem a sensação de nariz tampado. As causas mais frequentes são resfriados e gripes, rinite alérgica, sinusite e a própria irritação provocada pelo clima seco. Em uma cidade como Brasilia, com meses de baixa umidade, é comum que essas causas se somem e o sintoma se prolongue. Congestão que não passa merece atenção Um nariz entupido por causa de um resfriado costuma melhorar em alguns dias. Quando a congestão se arrasta por semanas, volta sempre ou vem acompanhada de outros sinais, ela pode estar apontando para uma rinite não controlada, um desvio de septo, pólipos nasais ou uma sinusite que não se resolveu. Nesses casos, insistir apenas no alívio momentâneo não trata a origem do problema, e o desconforto tende a voltar. Cuidado com o remédio por conta propria Muita gente recorre aos descongestionantes em spray, aqueles que desentopem o nariz em minutos. O problema é que o uso por vários dias seguidos pode gerar um efeito rebote: o nariz entope de novo, e cada vez mais, criando uma dependência do próprio spray. Por isso não existe um melhor remédio para congestão nasal que sirva para todo mundo. O que realmente ajuda depende da causa, e essa é justamente a parte que só uma avaliação consegue esclarecer. Explicar isso não é o mesmo que indicar uma medicação: a escolha e a dose de qualquer remédio precisam vir de quem examinou o seu nariz. O que ajuda de verdade no dia a dia Antes de pensar em medicação, algumas medidas simples aliviam a congestão e são especialmente úteis no clima seco de Brasilia. Elas não substituem a consulta, mas ajudam a mucosa a trabalhar melhor enquanto você busca a causa: Lave o nariz com soro fisiologico várias vezes ao dia, principalmente ao acordar e antes de dormir. Mantenha o ambiente umidificado, com um umidificador ou uma bacia de água no quarto durante a noite. Beba bastante água ao longo do dia para manter as secreções mais fluidas. Evite ao maximo poeira, fumaça de cigarro e cheiros fortes, que irritam ainda mais a mucosa. Durma com a cabeceira um pouco elevada para facilitar a respiração à noite. Ao limpar a casa em dias secos, use pano umido em vez de vassoura para não levantar poeira. Congestão nasal e qualidade de vida Respirar mal pelo nariz não afeta só o conforto. A congestão persistente atrapalha o sono, deixa a pessoa mais cansada durante o dia, reduz o olfato e o paladar e, em crianças, pode interferir até no rendimento escolar. Tratar a causa, e não apenas o sintoma do momento, costuma trazer um alivio que a automedicação repetida não entrega. Quando procurar o otorrinolaringologista Procure avaliação quando a congestão nasal durar mais de dez a quinze dias, quando voltar com frequência, quando vier com dor no rosto, febre, sangramentos ou secreção com aspecto diferente, ou quando você já estiver usando spray descongestionante por conta propria e não conseguir mais ficar sem ele. O otorrinolaringologista (médico que cuida do ouvido, nariz e garganta) examina o nariz por dentro, identifica a causa e define o tratamento adequado para o seu caso. No OtorrinoDF, com quatro unidades em Brasilia e mais de sessenta convênios atendidos, você encontra especialistas prontos para investigar por que o seu nariz não desentope e ajudar você a voltar a respirar bem.
- Espirometria em Brasília: o que é, para que serve e quando fazer
Muita gente procura onde fazer espirometria em Brasília depois de ouvir do médico que precisa "medir a capacidade dos pulmões". O nome do exame assusta um pouco, mas o procedimento é simples, rápido e não usa agulha nem contraste. Neste texto explicamos o que a espirometria avalia, quando ela costuma ser pedida, como você se prepara e por que o clima seco do Distrito Federal torna esse exame ainda mais útil para quem convive com tosse, chiado ou falta de ar. A ideia é chegar informado à consulta, sem ansiedade e sabendo o que esperar. O que é a espirometria A espirometria é um exame que mede como o ar entra e sai dos seus pulmões. Você respira dentro de um aparelho chamado espirômetro, que registra o volume de ar e a velocidade com que você consegue soprar. Com esses números, o especialista avalia se as vias respiratórias estão livres ou se existe algum grau de obstrução ou de redução da capacidade pulmonar. É um exame funcional, ou seja, ele não mostra uma imagem como a radiografia, e sim como o pulmão está trabalhando na prática. Em alguns casos o exame inclui a etapa com broncodilatador (uma medicação inalada que ajuda a abrir as vias respiratórias). O profissional repete as medidas depois de alguns minutos para comparar os resultados antes e depois. Existe ainda uma versão mais completa, com DLCO, que estima a troca de gases entre o pulmão e o sangue. Qual variação você vai fazer depende do que o seu médico está investigando. Para que serve o exame A espirometria ajuda a identificar e a acompanhar doenças respiratórias que muita gente carrega sem saber. Ela é bastante usada na investigação de asma e de doenças que estreitam os brônquios, no acompanhamento de quem já tem diagnóstico e na avaliação de tosse que não passa. Também entra na rotina antes de algumas cirurgias e na avaliação de pessoas expostas a poeira ou fumaça no trabalho. Como o resultado é objetivo e comparável ao longo do tempo, ele serve tanto para fechar um diagnóstico quanto para mostrar se um tratamento está funcionando. Por que isso importa em Brasília A capital tem uma estação seca longa, com meses de umidade baixíssima, poeira em suspensão e, em alguns períodos, fumaça de queimadas. Esse ar resseca as vias respiratórias, irrita a garganta e o nariz e pode piorar quadros de tosse, chiado e falta de ar em quem já tem alguma sensibilidade. Não é raro que sintomas leves se acentuem justamente na estiagem. Por isso, a espirometria é uma aliada importante por aqui: ela ajuda a entender se aquela tosse persistente do fim do inverno é só irritação passageira ou sinal de algo que merece acompanhamento. Como se preparar para a espirometria O preparo é simples, mas seguir as orientações faz diferença na qualidade do resultado. O laboratório ou a clínica costuma passar recomendações específicas, e vale confirmar com antecedência. De modo geral, alguns cuidados ajudam bastante: Evite refeições muito pesadas nas horas anteriores ao exame, para respirar com mais conforto. Não pratique atividade física intensa pouco antes, pois isso altera o ritmo respiratório. Evite bebidas com cafeína no dia, quando a clínica orientar nesse sentido. Vá com roupa leve e folgada, que não aperte o tórax nem o abdome. Leve a lista dos medicamentos que você usa e não suspenda nenhum por conta própria, pergunte antes à equipe. Se estiver com gripe forte, crise respiratória ou infecção recente, avise, porque pode ser melhor remarcar. Como é feito o exame No dia, você fica sentado, coloca um clipe macio no nariz e um bocal descartável na boca. O técnico orienta cada passo: respirar fundo, encher bem os pulmões e soprar com força até esvaziar. É comum repetir a manobra algumas vezes para garantir medidas confiáveis. Todo o processo costuma durar poucos minutos e não dói. A parte que mais exige é o esforço para soprar com vontade, e é justamente aí que o incentivo do técnico faz diferença. Se você fizer a etapa com broncodilatador, haverá uma pausa antes de repetir as medidas. Quando procurar o otorrinolaringologista Tosse que não passa, pigarro constante, falta de ar em atividades simples, chiado no peito ou aquela sensação de garganta irritada que insiste na época seca merecem avaliação. O otorrinolaringologista analisa as vias respiratórias como um conjunto, do nariz à garganta, e decide, junto com você, se a espirometria e outros exames ajudam a esclarecer o quadro. Não vale se automedicar nem adiar por meses uma queixa que atrapalha o sono e o dia a dia. Se os sintomas persistem, especialmente durante a estiagem de Brasília, agende uma consulta e leve suas dúvidas: entender o próprio pulmão é o primeiro passo para respirar melhor.
- Sintomas de amigdalite: como reconhecer e quando procurar avaliação
A amigdalite é a inflamação das amígdalas, aquelas duas estruturas de defesa localizadas no fundo da garganta, uma de cada lado. É uma queixa muito frequente nos consultórios de otorrinolaringologia, e em Brasília ela ganha um ingrediente a mais: o ar seco da estiagem, que irrita a garganta e favorece infecções nas vias respiratórias. Saber reconhecer os sintomas ajuda você a entender o que está acontecendo e a decidir a hora certa de buscar avaliação, sem recorrer à automedicação. O que é a amigdalite e por que ela acontece As amígdalas fazem parte do sistema de defesa do corpo e ajudam a barrar vírus e bactérias que entram pela boca e pelo nariz. Quando esses microrganismos se multiplicam, as amígdalas incham e inflamam, e surge a amigdalite. A maioria dos casos tem origem viral, ligada aos mesmos vírus dos resfriados. Uma parte, porém, é causada por bactérias, com destaque para o estreptococo. Distinguir uma da outra nem sempre é simples só pela aparência, e é justamente aí que a avaliação profissional faz diferença. Sintomas mais comuns O sinal mais típico é a dor de garganta, que costuma piorar ao engolir. Junto dela podem aparecer vários outros sintomas, com intensidade que varia de pessoa para pessoa e conforme a causa da inflamação. Dor de garganta que piora ao engolir alimentos, líquidos e até a saliva Amígdalas visivelmente vermelhas e inchadas, às vezes com pontos ou placas esbranquiçadas Febre, que tende a ser mais alta nos quadros de origem bacteriana Dificuldade ou dor para engolir e sensação de garganta apertada Ínguas doloridas no pescoço, que são gânglios reagindo à infecção Mau hálito, voz abafada e, em crianças, recusa alimentar e irritação Amigdalite viral ou bacteriana: dá para saber? Alguns sinais ajudam a levantar suspeitas. Quadros virais costumam vir acompanhados de tosse, coriza, olhos vermelhos e rouquidão, e tendem a melhorar sozinhos em poucos dias. Já a amigdalite bacteriana com frequência traz febre mais alta, placas de pus nas amígdalas e ausência de tosse. Mesmo assim, essa separação não é uma regra fechada, e apenas o exame clínico, às vezes complementado por testes, confirma a origem. Por isso não vale a pena tentar adivinhar em casa nem repetir um antibiótico que sobrou de outra vez. Por que não se automedicar É comum a pergunta sobre o que tomar para amigdalite. A resposta honesta é que depende da causa. Antibiótico não trata infecção viral e, usado sem necessidade, atrapalha o tratamento futuro e favorece a resistência das bactérias. Medidas para aliviar o desconforto existem, mas quem define o que é adequado para o seu caso, a quantidade e o tempo de uso é o profissional que avalia você. Automedicar mascara sintomas, atrasa o diagnóstico correto e pode transformar um quadro simples em uma complicação. Cuidados que ajudam no alívio Enquanto você organiza a consulta, alguns cuidados caseiros ajudam a passar por esses dias com menos incômodo, especialmente no clima seco da capital. Beba bastante água ao longo do dia para manter a garganta hidratada Prefira alimentos macios, mornos ou frios, que costumam incomodar menos Descanse a voz e o corpo, porque o repouso ajuda a recuperação Use um umidificador ou uma bacia com água no quarto para amenizar o ar seco de Brasília Evite cigarro, fumaça e ambientes com muita poeira, que irritam ainda mais Lave bem as mãos e evite dividir copos e talheres para não espalhar a infecção Quando procurar o otorrinolaringologista Procure avaliação quando a dor de garganta for intensa, não melhorar em três a quatro dias ou vier acompanhada de febre alta persistente. Também merecem atenção a dificuldade para engolir ou respirar, placas de pus, ínguas muito doloridas no pescoço e amigdalites que se repetem várias vezes ao ano. No OtorrinoDF, com quatro unidades em Brasília e mais de trinta especialistas, o otorrinolaringologista examina sua garganta, identifica a causa e orienta o tratamento certo para o seu caso. Reconhecer os sintomas cedo é o primeiro passo para tratar bem e evitar que um incômodo comum se torne um problema maior.
- Sangramento no nariz: o que pode ser e quando se preocupar
Ver o nariz sangrar assusta, mesmo quando o volume de sangue e pequeno. Em Brasilia, esse susto e ainda mais comum: o ar seco do Planalto Central, principalmente na estiagem que se estende de maio a setembro, resseca a mucosa do nariz e favorece pequenos sangramentos. Na maioria das vezes, o episodio e passageiro e sem gravidade. Ainda assim, entender por que o nariz sangra ajuda a agir com calma na hora e a reconhecer quando o quadro merece avaliacao. Este texto explica as causas mais frequentes, o que fazer no momento e quando vale procurar o otorrinolaringologista. Por que o nariz sangra O sangramento nasal, chamado de epistaxe, acontece porque a parte da frente do nariz e forrada por uma rede de vasos muito finos e superficiais, logo abaixo de uma mucosa delicada. Basta um pequeno rompimento nesses vasos para que o sangue apareca. Como a regiao e ricamente irrigada e fica bem na entrada das narinas, ate um trauma leve pode ser suficiente. Por isso, na maior parte dos casos, o sangramento vem de dentro da narina, e nao de algo profundo. As causas mais comuns O ressecamento da mucosa e o grande protagonista, especialmente no clima seco de Brasilia, com ar-condicionado e umidade do ar muito baixa. Quando a mucosa resseca, ela racha e sangra com facilidade. Outros fatores aparecem com frequencia no consultorio: o habito de colocar o dedo no nariz, coriscas ressecadas que a pessoa tenta remover, assoar o nariz com forca, alergias e resfriados que deixam a mucosa inflamada, e pequenas pancadas na regiao. Variacoes de pressao e esforco tambem podem desencadear o episodio em quem ja tem a mucosa fragilizada. Ha ainda causas menos frequentes que merecem atencao, como pressao alta descontrolada, uso de medicamentos que interferem na coagulacao e alteracoes na propria coagulacao do sangue. Nesses casos, o sangramento tende a ser mais intenso, mais dificil de estancar ou a se repetir muitas vezes. E justamente esse padrao que costuma indicar a necessidade de uma avaliacao mais cuidadosa. O que fazer na hora do sangramento A boa noticia e que a maioria dos episodios pode ser controlada em casa, com gestos simples. O erro mais comum e inclinar a cabeca para tras, o que faz o sangue escorrer para a garganta e pode causar engasgo ou enjoo. O correto e o contrario: manter a cabeca levemente inclinada para a frente. Sente-se e incline a cabeca um pouco para a frente, para o sangue nao escorrer pela garganta. Aperte a parte mole do nariz, logo acima das narinas, com o polegar e o indicador. Mantenha a pressao firme e continua por cerca de dez minutos, sem ficar soltando para conferir. Respire pela boca durante esse tempo e procure manter a calma. Se tiver a mao, uma compressa fria sobre o dorso do nariz ajuda a diminuir o fluxo. Depois que parar, evite assoar o nariz, fazer esforco fisico e cutucar a regiao pelas horas seguintes. Como prevenir no clima seco de Brasilia Boa parte dos sangramentos ligados ao ressecamento pode ser evitada mantendo a mucosa hidratada. Manter a umidade do ambiente ajuda, seja com um umidificador, seja com uma bacia de agua no quarto durante a noite. Beber agua ao longo do dia, evitar exposicao prolongada ao ar-condicionado direto no rosto e nao colocar o dedo no nariz sao medidas simples que fazem diferenca. A limpeza nasal com solucao fisiologica, orientada por um profissional, tambem costuma ajudar a manter a mucosa saudavel nos meses de estiagem. O importante e nao improvisar produtos e nao se automedicar, porque o que serve para uma pessoa pode nao ser adequado para outra. Quando procurar o otorrinolaringologista Sangramentos ocasionais, de pouco volume e que param com a compressao geralmente nao exigem investigacao. A avaliacao passa a ser importante quando o quadro foge desse padrao. Vale procurar o otorrinolaringologista se o sangramento nao parar apos vinte minutos de compressao correta, se for muito intenso, se voltar varias vezes na mesma semana, se vier acompanhado de tontura, palidez ou falta de ar, ou se comecar apos uma pancada mais forte no rosto. Pessoas que usam medicamentos para afinar o sangue, que tem pressao alta ou alteracoes de coagulacao tambem merecem uma conversa com o especialista diante de sangramentos repetidos. No OtorrinoDF, o otorrinolaringologista consegue examinar o nariz por dentro, identificar de onde vem o sangramento e orientar o cuidado mais adequado para o seu caso, sem que voce precise conviver com o susto a cada episodio. Reconhecer os sinais de alerta e o primeiro passo para tratar a causa, e nao apenas o sintoma.
- Garganta inflamada: o que fazer e o que evitar antes de correr para o remédio
Acordar com a garganta ardendo, doendo para engolir e com aquela sensacao de aspereza e uma das queixas mais comuns no consultorio do otorrinolaringologista. Em Brasilia, onde o ar seco e a estiagem prolongada castigam as vias respiratorias durante boa parte do ano, esse incomodo aparece com frequencia ainda maior. A boa noticia e que, na maioria das vezes, a garganta inflamada tem causa simples e melhora sozinha. A questao e saber o que ajuda de verdade, o que so atrapalha e em que momento vale procurar avaliacao. O que significa garganta inflamada Garganta inflamada e um nome popular para a irritacao ou infeccao da regiao da faringe e das amigdalas, o fundo da boca por onde passam o ar e os alimentos. Quando essa area fica inflamada, surgem dor ao engolir, vermelhidao, sensacao de garganta arranhando e, as vezes, febre, mau halito ou pontos de pus nas amigdalas. E um sintoma, nao uma doenca unica: por tras dele pode haver desde um simples ressecamento por causa do clima ate um quadro infeccioso que precisa de atencao. Por que Brasilia deixa a garganta mais sensivel O clima do Distrito Federal e um convidado de honra desse problema. Nos meses de estiagem, a umidade do ar despenca e a mucosa que reveste a garganta resseca, perde a camada de protecao natural e fica mais vulneravel a irritacao e a virus. A poeira em suspensao, a fumaca de queimadas e o ar condicionado de escritorios e carros completam o quadro. Muita gente que acorda com a garganta rispida nao esta doente: esta apenas com a mucosa desidratada pelo ambiente. Ainda assim, essa irritacao abre porta para infeccoes, e por isso hidratar e umidificar faz tanta diferenca por aqui. Virus ou bacteria: por que essa diferenca muda tudo A maioria das inflamacoes de garganta e causada por virus, os mesmos dos resfriados e gripes. Nesses casos, o corpo resolve sozinho em poucos dias e o tratamento serve apenas para aliviar o desconforto. Uma parte menor tem origem bacteriana, e a mais conhecida e a causada pela bacteria estreptococo, que costuma dar dor intensa, febre alta e placas de pus sem os sintomas de resfriado como tosse e coriza. So o medico, avaliando o quadro e, quando necessario, pedindo exame, consegue diferenciar com seguranca. Essa distincao importa porque antibiotico so tem valor quando a causa e bacteriana; usado sem necessidade, ele nao ajuda e ainda favorece a resistencia das bacterias. Por que nao sair tomando remedio por conta propria As buscas por qual comprimido serve para garganta inflamada sao enormes, e a tentacao de resolver na farmacia e grande. O problema e que cada remedio age de um jeito: alguns apenas mascaram a dor, outros so fazem sentido em situacoes especificas, e o antibiotico, quando usado sem indicacao, pode atrapalhar o diagnostico e trazer efeitos indesejados. Automedicar tambem esconde sinais importantes e adia a avaliacao de quadros que precisavam de outro caminho. Existem, sim, medidas e medicamentos que aliviam, mas quem define o que cabe no seu caso, na dose certa e pelo tempo certo, e o profissional que examina voce. Este texto explica o problema, nao substitui a consulta. Cuidados praticos que costumam aliviar Enquanto a garganta se recupera, algumas atitudes simples ajudam a diminuir o incomodo e a proteger a mucosa, especialmente no ar seco de Brasilia: Beba muita agua ao longo do dia para manter a garganta hidratada e o muco mais fluido. Faca gargarejo com agua morna e um pouco de sal, que ajuda a acalmar a irritacao local. Umidifique o ambiente com umidificador ou uma bacia de agua no quarto, sobretudo a noite. Prefira alimentos mornos e macios e evite bebidas muito geladas ou muito quentes se aumentarem a dor. Evite fumaca de cigarro, poeira e o vento seco direto do ar condicionado. Descanse a voz e o corpo, porque o repouso acelera a recuperacao. Lave bem as maos e evite compartilhar copos e talheres, ja que boa parte dos quadros e contagiosa. Quando procurar o otorrinolaringologista Vale marcar avaliacao quando a dor de garganta e muito forte, dura mais de tres a quatro dias sem melhora, vem com febre alta persistente, placas de pus, dificuldade para engolir ou abrir a boca, ingua no pescoco que cresce, ou quando os episodios se repetem varias vezes ao ano. Falta de ar, voz abafada e dificuldade para respirar pedem atendimento imediato. No OtorrinoDF, com quatro unidades em Brasilia e uma equipe grande de especialistas, a avaliacao ajuda a identificar a causa, aliviar o sintoma do jeito certo e evitar tanto o abandono de um quadro serio quanto o uso desnecessario de remedio. Na duvida, examinar e sempre mais seguro do que adivinhar.
- Nariz entupido: o que fazer para desentupir com segurança
Poucas coisas incomodam tanto quanto o nariz entupido. Ele atrapalha o sono, deixa a cabeça pesada e faz a gente respirar pela boca o dia inteiro. Em Brasília, esse desconforto é ainda mais frequente: durante os longos períodos de estiagem, o ar fica muito seco e a mucosa do nariz reage ressecando e inflamando. A boa notícia é que, na maior parte dos casos, existem medidas simples e seguras para aliviar. Neste texto explicamos por que o nariz entope, o que ajuda de verdade a desentupir e em que momento vale procurar uma avaliação. Por que o nariz entope O que chamamos de nariz entupido quase nunca é um bloqueio por muco. Na maioria das vezes, é o inchaço da mucosa que reveste o interior das narinas, um quadro conhecido como congestão nasal. Esse tecido incha, os vasos dilatam e o espaço por onde o ar passa diminui. Resfriados, gripes, rinite alérgica, sinusite (inflamação dos seios da face), poeira e ar seco estão entre as causas mais comuns. Como o nariz aquece e umidifica o ar que respiramos, ele sente rápido qualquer mudança no ambiente. O clima seco de Brasília e o nariz No Distrito Federal, a temporada de seca costuma se estender de maio a setembro, e a umidade do ar pode cair para níveis muito baixos. Nesse cenário, a mucosa nasal resseca, fica mais sensível e se irrita com facilidade, o que favorece a sensação de nariz entupido, o ressecamento e até pequenos sangramentos. A poeira que se acumula na estiagem e as queimadas de fim de seca agravam o quadro em quem já tem rinite ou sinusite. Por isso, cuidar da hidratação do nariz na cidade não é luxo, é prevenção. O que fazer para desentupir o nariz A medida mais simples e eficaz é a lavagem nasal com soro fisiológico. Ela remove poeira, alérgenos e o excesso de secreção, hidrata a mucosa e ajuda a reduzir o inchaço, sem os efeitos de um medicamento. Beber bastante água ao longo do dia mantém as secreções mais fluidas e fáceis de eliminar. Inalar o vapor de um banho morno também alivia momentaneamente a sensação de nariz fechado. Dormir com a cabeceira um pouco elevada facilita a respiração à noite, quando a congestão costuma piorar. Lavagem nasal, passo a passo A lavagem nasal é segura e pode ser feita por adultos e crianças, sempre com soro fisiológico limpo e utensílios higienizados. Veja como fazer com tranquilidade: Incline a cabeça levemente para a frente, sobre a pia. Use soro fisiológico em temperatura ambiente, com seringa sem agulha ou frasco próprio para lavagem. Aplique o soro em uma narina de cada vez, com calma, respirando pela boca. Deixe o líquido sair pela outra narina ou pela boca e assoe o nariz com suavidade. Repita quantas vezes precisar ao longo do dia, principalmente ao acordar e antes de dormir. O que evitar Descongestionantes em spray dão alívio rápido, mas usados por conta própria e por muitos dias seguidos podem provocar o efeito contrário: o nariz volta a entupir e passa a depender do produto. Por isso, qualquer medicamento para congestão, seja spray, comprimido ou antialérgico, deve ser orientado por um profissional, e nunca escolhido no balcão da farmácia. Também vale evitar cheiros fortes, fumaça de cigarro e ambientes muito empoeirados, que irritam ainda mais a mucosa já inflamada. Cuidados práticos no dia a dia Faça lavagem nasal com soro fisiológico, sobretudo na época de seca. Beba água com frequência para manter as secreções fluidas. Use um umidificador ou deixe uma bacia com água no quarto durante a estiagem. Mantenha a casa livre de poeira, mofo e pelos de animais se você tem rinite. Evite fumaça de cigarro e a exposição a queimadas. Não use sprays descongestionantes por conta própria. Quando procurar o otorrinolaringologista Nariz entupido de vez em quando, junto de um resfriado, tende a melhorar em poucos dias. Mas alguns sinais pedem avaliação: congestão que dura mais de dez dias, entupimento sempre do mesmo lado, sangramentos repetidos, dor na face, febre persistente, perda do olfato ou ronco e cansaço por respirar mal à noite. Nesses casos, o otorrinolaringologista investiga a causa e indica o tratamento certo para o seu quadro, que pode envolver desde o controle da rinite até a avaliação dos seios da face. No OtorrinoDF, em Brasília, você encontra especialistas para cuidar da sua respiração com segurança. Respirar bem muda o seu dia, e o primeiro passo é entender o que o seu nariz está pedindo.
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