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  • O estresse como gatilho para as crises de zumbido

    O zumbido no ouvido, também conhecido como tinnitus, é uma condição que afeta milhões de pessoas no mundo todo. Ele se manifesta como um som constante ou intermitente, que pode ser percebido como um chiado, apito, zumbido ou outros ruídos sem uma fonte externa aparente. Embora suas causas sejam variadas, o estresse tem se mostrado um fator desencadeante importante para muitas pessoas. Mas por que isso acontece? E como podemos minimizar esses efeitos? A Relação Entre Estresse e Zumbido O estresse crônico pode impactar diretamente diversas funções do organismo, incluindo o sistema auditivo. Quando estamos sob estresse, o corpo libera hormônios como o cortisol e a adrenalina, que podem afetar a circulação sanguínea e a resposta dos nervos auditivos. Esse aumento da tensão pode amplificar a percepção do zumbido, tornando-o mais intenso e incômodo. Além disso, o estresse pode provocar tensão muscular na região do pescoço e da mandíbula, o que pode piorar o zumbido em algumas pessoas. Essa condição também pode aumentar a sensibilidade cerebral aos sons internos, fazendo com que o tinnitus pareça ainda mais evidente em momentos de ansiedade ou fadiga extrema. Como Reduzir o Impacto do Estresse no Zumbido Felizmente, há diversas estratégias para minimizar os efeitos do estresse sobre o zumbido. Algumas delas incluem: Técnicas de Relaxamento  – Práticas como meditação, respiração profunda, ioga e mindfulness podem ajudar a reduzir os níveis de estresse e melhorar a qualidade de vida. Atividade Física Regular  – Exercícios físicos promovem a liberação de endorfinas, que auxiliam no alívio do estresse e na melhora da circulação sanguínea, contribuindo para uma melhor saúde auditiva. Sono de Qualidade  – Ter uma rotina de sono adequada pode ajudar a diminuir a percepção do zumbido, já que a privação do sono pode agravar a sensação de desconforto. Alimentação Balanceada  – Evitar cafeína, álcool e alimentos ultraprocessados pode ajudar a controlar o zumbido, especialmente para aqueles que percebem uma piora relacionada a esses fatores. Acompanhamento Psicológico  – Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) podem ser eficazes para lidar com o estresse e melhorar a relação da pessoa com o zumbido. Uso de Sons Ambientais  – Sons suaves, como ruído branco, música relaxante ou sons da natureza, podem ajudar a mascarar o zumbido e reduzir seu impacto emocional. Quando Procurar um Especialista? Se o zumbido estiver interferindo significativamente na sua qualidade de vida, é essencial buscar ajuda de um otorrinolaringologista ou de um especialista em audiologia. O diagnóstico adequado pode identificar se há outras causas subjacentes e indicar o melhor tratamento para o seu caso. O estresse é um fator comum no dia a dia, mas aprender a gerenciá-lo pode fazer toda a diferença na intensidade e na frequência do zumbido. Cuidar da saúde mental e física não apenas ajuda a controlar o tinnitus, mas também promove uma vida mais equilibrada e saudável. Se você sofre com crises de zumbido, experimente incorporar essas estratégias no seu dia a dia e procure orientação profissional para um acompanhamento adequado.

  • A adenoide pode voltar depois da cirurgia?

    A adenoide é um tecido linfático localizado na parte superior da garganta, atrás do nariz. Ela faz parte do sistema imunológico e ajuda a combater infecções, especialmente nos primeiros anos de vida. No entanto, quando a adenoide aumenta excessivamente de tamanho, pode obstruir a passagem do ar, causar ronco, apneia do sono, infecções recorrentes e até prejudicar o desenvolvimento da fala e da audição. Nesses casos, a remoção da adenoide pode ser recomendada por um otorrinolaringologista para melhorar a qualidade de vida do paciente. A adenoide pode crescer novamente? Embora a adenoidectomia remova a maior parte do tecido adenoideano, existe uma pequena possibilidade de que ele volte a crescer. Isso ocorre porque o procedimento pode não eliminar completamente todas as células adenoideanas, especialmente em crianças mais novas, que ainda estão em fase de crescimento. No entanto, esse crescimento geralmente não atinge o tamanho original da adenoide antes da cirurgia e, na maioria dos casos, não causa sintomas significativos. Se houver um novo aumento do tecido, o médico pode avaliar a necessidade de tratamento adicional. Fatores que podem contribuir para o crescimento da adenoide Alguns fatores podem aumentar a chance de recorrência da adenoide após a cirurgia, incluindo: Idade do paciente : crianças mais novas têm maior probabilidade de regeneração do tecido. Predisposição genética : algumas pessoas possuem tendência a um crescimento mais acelerado do tecido linfático. Infecções frequentes : gripes, resfriados e infecções respiratórias podem estimular o crescimento do tecido remanescente. Alergias respiratórias : quadros alérgicos podem levar a inflamações constantes na região nasal e na adenoide. O que fazer se a adenoide voltar a crescer? Se os sintomas respiratórios retornarem após a cirurgia, é importante procurar um otorrinolaringologista para avaliar a situação. Em muitos casos, tratamentos clínicos, como o uso de medicamentos para alergia e controle de infecções respiratórias, podem ajudar a aliviar os sintomas sem necessidade de uma nova cirurgia. A recidiva da adenoide após a cirurgia é rara, mas pode acontecer, especialmente em crianças pequenas. No entanto, isso não significa necessariamente que haverá complicações ou necessidade de uma nova intervenção. O acompanhamento médico é essencial para monitorar a saúde respiratória e garantir o bem-estar do paciente. Se você tem dúvidas sobre a adenoidectomia ou deseja agendar uma consulta com um especialista, entre em contato com a nossa clínica!

  • Otosclerose: o que é e como tratar?

    A otosclerose é uma doença caracterizada pelo crescimento anormal do osso dentro do ouvido médio, afetando principalmente o estribo, um dos menores ossos do corpo humano. Esse crescimento impede a transmissão eficiente das vibrações sonoras, resultando na perda auditiva condutiva. Em alguns casos, a doença também pode afetar a cóclea, causando perda auditiva neurossensorial. A causa exata da otosclerose ainda não é totalmente compreendida, mas fatores genéticos e hormonais parecem desempenhar um papel importante. A doença é frequentemente hereditária, sendo comum em pessoas com histórico familiar da condição. Além disso, mudanças hormonais, como as que ocorrem durante a gravidez, podem agravar os sintomas. Sintomas da Otosclerose Os principais sintomas incluem: Perda auditiva progressiva, geralmente em um dos ouvidos inicialmente Dificuldade em ouvir sons graves Zumbido (tinnitus) Tonturas ou desequilíbrio em alguns casos Diagnóstico O diagnóstico da otosclerose é feito por um otorrinolaringologista, que pode solicitar exames como a audiometria e a tomografia computadorizada para avaliar a extensão da doença. Tratamentos Disponíveis 1. Uso de Aparelhos Auditivos Nos casos mais leves e moderados, o uso de aparelhos auditivos pode ajudar a melhorar a audição, amplificando os sons e compensando a perda auditiva. 2. Medicamentos Alguns médicos podem recomendar o uso de fluoreto de sódio para retardar a progressão da doença, mas a eficácia desse tratamento ainda é debatida. 3. Cirurgia (Estapedectomia) A estapedectomia é um procedimento cirúrgico que substitui o estribo afetado por uma prótese, restaurando a transmissão do som. Essa cirurgia tem altas taxas de sucesso e pode melhorar significativamente a audição do paciente. A otosclerose é uma doença auditiva progressiva que pode impactar a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, com o avanço da medicina, existem opções eficazes para controlar e tratar a condição. Se você percebe dificuldades na audição ou outros sintomas relacionados, procure um especialista para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado.

  • Você costuma segurar o espirro?

    Segurar o espirro é algo que muita gente faz por hábito ou para evitar constrangimentos em público. No entanto, essa prática aparentemente inofensiva pode trazer riscos à saúde. O Que Acontece Quando Você Segura o Espirro? O espirro é um reflexo natural do corpo para expulsar partículas irritantes do nariz, como poeira, pólen ou germes. Quando você segura o espirro, a pressão gerada no sistema respiratório precisa encontrar outra saída. Isso pode causar: Danos ao Tímpano:  A pressão pode viajar para o ouvido médio, aumentando o risco de rompimento do tímpano. Lesões nos Seios da Face:  A força do ar comprimido pode danificar os seios da face e provocar infecções. Problemas Vasculares:  Em casos raros, a pressão pode afetar vasos sanguíneos no cérebro, levando a dores de cabeça intensas ou até hemorragias. Por Que Seguramos o Espirro? Muitas pessoas seguram o espirro por questões sociais, para evitar chamar atenção ou por educação. Outros acreditam que é possível conter a propagação de germes dessa forma. No entanto, cobrir o nariz e a boca com um lenço ou o braço ao espirrar é muito mais seguro e eficaz. Qual a Forma Correta de Espirrar? A maneira mais higiênica de espirrar é cobrindo o nariz e a boca com um lenço descartável. Se não tiver um lenço à mão, use a parte interna do cotovelo para evitar a disseminação de germes pelas mãos. Não Segure o Espirro! Embora possa parecer educado ou conveniente, segurar o espirro pode prejudicar sua saúde. Permita que o seu corpo faça o que é natural, mas faça isso de forma higiênica e segura. Da próxima vez que sentir aquele “atchim” chegando, deixe-o sair sem culpa – sua saúde agradece!

  • Sua perda auditiva pode ser deficiência de vitamina

    A perda auditiva é um problema que afeta milhões de pessoas no mundo todo e pode ter diversas causas, como envelhecimento, exposição a ruídos altos, doenças autoimunes ou infecções. No entanto, uma causa menos conhecida, mas igualmente importante, é a deficiência de vitaminas . Estudos sugerem que níveis inadequados de certos nutrientes podem desempenhar um papel significativo na saúde auditiva. A saúde dos ouvidos depende do bom funcionamento de várias estruturas, incluindo o ouvido interno, nervos auditivos e vasos sanguíneos. Para que essas estruturas operem de maneira eficaz, o corpo precisa de um suprimento adequado de nutrientes. A deficiência de vitaminas pode causar: Danos ao ouvido interno : Certas vitaminas são antioxidantes, protegendo as células sensoriais do ouvido interno contra danos oxidativos. Problemas de circulação : Algumas vitaminas ajudam a manter os vasos sanguíneos saudáveis, garantindo o fluxo de oxigênio e nutrientes para os ouvidos. Inflamação ou degeneração : A falta de nutrientes pode aumentar os processos inflamatórios, prejudicando estruturas auditivas importantes. Vitaminas Ligadas à Saúde Auditiva Vitamina D Função : Essencial para a saúde óssea e para prevenir a otosclerose, uma condição que causa crescimento anormal dos ossos do ouvido médio e pode levar à perda auditiva. Deficiência : Pode enfraquecer os ossos do ouvido, resultando em perda auditiva condutiva. Fontes : Sol, peixes gordurosos, ovos e laticínios fortificados. Vitamina B12 Função : Essencial para o sistema nervoso e para a produção de mielina, uma camada protetora ao redor dos nervos, incluindo o nervo auditivo. Deficiência : Associada à perda auditiva neurossensorial, que ocorre devido a danos no ouvido interno ou no nervo auditivo. Fontes : Carne, peixe, ovos, leite e alimentos fortificados. Ácido Fólico (Vitamina B9) Função : Promove a saúde dos vasos sanguíneos e melhora o fluxo de sangue para o ouvido interno. Deficiência : Pode reduzir a capacidade do ouvido interno de converter sons em sinais elétricos para o cérebro. Fontes : Vegetais de folhas verdes, feijão, frutas cítricas e cereais fortificados. Vitamina A Função : Importante para a regeneração celular e manutenção das células ciliadas do ouvido interno, responsáveis pela captação de som. Deficiência : Pode levar à degeneração dessas células, causando perda auditiva. Fontes : Cenoura, batata-doce, abóbora e fígado. Vitamina C Função : Antioxidante poderoso que combate os radicais livres e reduz inflamações. Deficiência : Pode aumentar o risco de danos oxidativos no ouvido interno, especialmente em pessoas expostas a ruídos altos. Fontes : Frutas cítricas, morango, kiwi e pimentão. Vitamina E Função : Outro antioxidante crucial que protege as células auditivas contra danos. Deficiência : Pode comprometer o fluxo sanguíneo no ouvido interno e causar perda auditiva. Fontes : Oleaginosas, sementes, abacate e óleos vegetais. Estudos Que Ligam Vitaminas à Saúde Auditiva Pesquisas científicas têm demonstrado que pessoas com níveis baixos de vitaminas, especialmente B12 e folato, apresentam maior risco de perda auditiva. Por exemplo: Um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition  mostrou que baixos níveis de ácido fólico estão associados a uma maior prevalência de perda auditiva relacionada à idade. Outro estudo revelou que pessoas com deficiência de B12 têm maior chance de desenvolver zumbido (tinnitus) e perda auditiva neurossensorial. Prevenção e Cuidados Para prevenir a deficiência de vitaminas e proteger sua audição, considere: Adotar uma dieta equilibrada : Inclua alimentos ricos em vitaminas essenciais para a saúde auditiva. Suplementação : Se necessário, converse com um médico ou nutricionista sobre a suplementação. Evitar fatores de risco : Limite a exposição a ruídos altos e mantenha hábitos saudáveis, como exercícios físicos, que melhoram a circulação. Check-ups regulares : Realize exames auditivos periódicos e cheque seus níveis de vitaminas, especialmente se tiver sintomas como zumbido ou perda auditiva. A relação entre a deficiência de vitaminas e a perda auditiva reforça a importância de uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes. Pequenas mudanças no estilo de vida podem fazer uma grande diferença para sua saúde auditiva a longo prazo. Portanto, cuidar da dieta não só melhora sua qualidade de vida geral, mas também ajuda a manter sua capacidade de ouvir o mundo ao seu redor.

  • Cuidados com os ouvidos das crianças durante as viagens de férias

    Viajar com crianças durante as férias é uma experiência divertida e repleta de descobertas, mas também exige atenção redobrada, especialmente em relação à saúde auditiva dos pequenos. Mudanças de altitude, longos períodos em ambientes barulhentos e até mesmo a exposição prolongada a fones de ouvido podem afetar os ouvidos das crianças. Para garantir que as férias sejam tranquilas, listamos algumas dicas para cuidar da saúde auditiva delas durante a viagem. 1. Atenção às Mudanças de Altitude Viagens de avião ou para regiões montanhosas podem causar desconforto devido à diferença de pressão nos ouvidos. Para aliviar esse incômodo: Ofereça algo para a criança mastigar ou chupar, como chicletes (para crianças maiores) ou balas, durante a decolagem e a aterrissagem. Para os bebês, amamentar ou oferecer a mamadeira pode ajudar. Ensine a criança a realizar a técnica de "bocejar" ou engolir repetidamente para equilibrar a pressão. 2. Proteção Contra Ruídos Excessivos Ambientes barulhentos, como aeroportos, rodoviárias ou shows, podem prejudicar a audição, especialmente dos mais novos, que são mais sensíveis. Use protetores auriculares adequados para crianças em locais muito ruidosos. Evite ficar próximo a fontes de barulho intenso, como motores de aviões ou caixas de som. 3. Cuidado com o Uso de Fones de Ouvido Durante viagens longas, é comum distrair as crianças com música ou filmes. No entanto, o uso de fones de ouvido em volume alto por períodos prolongados pode prejudicar a audição. Utilize fones de ouvido com limitadores de volume, especialmente projetados para crianças. Faça pausas regulares de 30 minutos a cada hora de uso. Certifique-se de que o volume está em um nível seguro (recomendado: abaixo de 60% da capacidade máxima). 4. Evite a entrada de água nos ouvidos Viagens para praias ou piscinas são uma delícia, mas o excesso de água nos ouvidos pode levar a infecções, como a otite externa. Use protetores auriculares específicos para mergulho. Após o banho de mar ou piscina, seque delicadamente os ouvidos com uma toalha. Evite o uso de hastes flexíveis, que podem causar lesões ou empurrar a cera para dentro. 5. Cuide de infecções respiratórias Resfriados e gripes comuns em viagens podem causar congestão nasal e impactar os ouvidos. Para prevenir complicações: Mantenha o nariz da criança limpo com soluções salinas. Consulte um pediatra antes de viajar se a criança apresentar sintomas gripais. 6. Esteja preparado para emergências Se a criança reclamar de dor de ouvido persistente durante a viagem, procure um médico o quanto antes. Dor, zumbido ou perda temporária de audição podem indicar problemas que precisam de atenção. Cuidar dos ouvidos das crianças durante as férias é essencial para evitar desconfortos e problemas maiores. Com alguns cuidados simples e planejamento, você garante que todos possam aproveitar a viagem com saúde e tranquilidade. Afinal, férias inesquecíveis são feitas de momentos felizes – e não de preocupações.

  • A importância da cera para ter ouvidos saudáveis

    Quando se fala em saúde auditiva, a cera de ouvido, ou cerúmen, muitas vezes é vista como algo indesejável ou até mesmo sujo. No entanto, essa substância natural desempenha um papel essencial na proteção e manutenção da saúde dos nossos ouvidos. O Que é a Cera de Ouvido? A cera de ouvido é uma substância produzida pelas glândulas ceruminosas e sebáceas localizadas no canal auditivo externo. Ela é composta por uma mistura de lipídios, proteínas e células mortas da pele. Essa combinação única cria uma barreira protetora que mantém nossos ouvidos funcionando corretamente. Funções da Cera de Ouvido Proteção Contra Infecções : A cera de ouvido possui propriedades antibacterianas e antifúngicas que ajudam a prevenir infecções no canal auditivo. Ela impede o crescimento de bactérias e fungos que podem causar otites e outros problemas. Barreira Contra Partículas Estranhas : O cerúmen atua como uma armadilha para poeira, sujeira e outros pequenos detritos que podem entrar no ouvido. Isso evita que essas partículas causem irritação ou danos ao tímpano. Lubrificação : A cera ajuda a manter o canal auditivo lubrificado, prevenindo ressecamento e coceira. Um canal auditivo seco pode ser mais suscetível a infecções e desconforto. Autolimpeza : A cera de ouvido é uma substância autolimpante. Conforme falamos e mastigamos, o movimento da mandíbula ajuda a mover a cera de dentro do canal auditivo para a parte externa do ouvido, onde ela pode ser facilmente removida durante a higiene pessoal. Cuidados com a Cera de Ouvido Apesar de suas funções protetoras, o acúmulo excessivo de cera pode causar problemas como sensação de ouvido tampado, diminuição da audição ou até mesmo dor. Por isso, é importante manter um equilíbrio. No entanto, o uso de cotonetes ou outros objetos para remover a cera pode ser prejudicial, pois empurram a cera mais para dentro do canal auditivo, aumentando o risco de bloqueio e infecções. A limpeza deve ser feita com cuidado, apenas na parte externa do ouvido. Para casos de acúmulo excessivo ou sensação de obstrução, o ideal é procurar um profissional de saúde, como um otorrinolaringologista, que pode realizar a remoção segura da cera. A cera de ouvido é mais do que apenas uma substância que precisamos remover. Ela desempenha um papel vital na proteção dos ouvidos contra infecções, partículas estranhas e ressecamento. Entender sua importância e saber como cuidar corretamente dos ouvidos é fundamental para manter a saúde auditiva em dia. Por isso, valorize o papel do cerúmen e cuide dos seus ouvidos de maneira adequada!

  • Otites de verão: como previnir e tratar?

    Com a chegada do verão, aumenta o número de pessoas que procuram atividades aquáticas para se refrescar do calor. No entanto, junto com o lazer, pode surgir um problema muito comum nesta época do ano: as otites de verão. O que é Otite de Verão? A otite de verão, também conhecida como otite externa, é uma inflamação no ouvido externo, geralmente causada pela entrada e permanência de água no canal auditivo. Essa condição cria um ambiente ideal para a proliferação de bactérias e fungos, levando à infecção. Causas Comuns Água acumulada : A principal causa é a permanência de água no ouvido após nadar ou tomar banho, especialmente em piscinas, rios e praias. Ambiente úmido : A umidade constante e o calor favorecem o desenvolvimento de microorganismos. Higiene inadequada : O uso de cotonetes ou outros objetos para limpar os ouvidos pode danificar a pele do canal auditivo, facilitando a infecção. Sintomas Os sintomas mais comuns da otite de verão incluem: Dor no ouvido Coceira intensa Secreção de líquido Vermelhidão e inchaço do canal auditivo Diminuição da audição Prevenção Para evitar a otite de verão, algumas medidas preventivas são fundamentais: Secar bem os ouvidos : Após nadar ou tomar banho, seque cuidadosamente os ouvidos com uma toalha. Uso de protetores auriculares : Use tampões de ouvido próprios para natação para evitar a entrada de água. Evitar a automedicação : Não utilize produtos ou medicamentos nos ouvidos sem orientação médica. Higiene adequada : Não use objetos pontiagudos ou cotonetes para limpar o canal auditivo. Tratamento Caso a otite de verão se desenvolva, o tratamento geralmente envolve: Medicação : O uso de gotas auriculares antibióticas ou antifúngicas prescritas por um médico. Analgesia : Para alívio da dor, podem ser recomendados analgésicos e anti-inflamatórios. Evitar molhar os ouvidos : Durante o tratamento, mantenha os ouvidos secos para acelerar a recuperação. Quando Procurar um Médico Se os sintomas persistirem ou se agravarem, é essencial procurar um otorrinolaringologista para uma avaliação mais detalhada e tratamento adequado. As otites de verão podem ser evitadas com cuidados simples e atenção à higiene auricular. Aproveitar o verão sem preocupações passa por prevenir infecções nos ouvidos, garantindo um período de diversão e saúde.

  • Como se proteger de gripes e infecções de ouvidos nos banhos de piscina?

    Os banhos de piscina são uma das atividades favoritas durante o verão, mas é importante tomar alguns cuidados para evitar problemas de saúde como gripes e infecções de ouvido. A seguir, confira dicas essenciais para se proteger enquanto aproveita os dias de calor na piscina. 1. Evite Piscinas Superlotadas Piscinas muito cheias aumentam a chance de contaminação por vírus e bactérias. Sempre que possível, escolha horários menos movimentados ou piscinas com controle de acesso. 2. Tome Banho Antes e Depois da Piscina Lavar-se antes de entrar na piscina ajuda a remover bactérias e resíduos que podem estar na pele. Após o banho de piscina, um chuveiro com sabão remove qualquer cloro e possíveis contaminantes. 3. Use Protetores Auriculares Os protetores auriculares são uma ótima solução para evitar que a água entre nos ouvidos, reduzindo o risco de infecções como otite externa, conhecida como "ouvido de nadador". 4. Seque Bem os Ouvidos Após nadar, seque cuidadosamente os ouvidos com uma toalha. Evite o uso de cotonetes, pois podem empurrar água e cera para dentro do canal auditivo. 5. Evite Ficar Molhado por Muito Tempo Ficar com roupas de banho molhadas por muito tempo pode enfraquecer o sistema imunológico, tornando-o mais suscetível a gripes. Troque de roupa assim que sair da piscina. 6. Alimente-se Bem e Hidrate-se Manter o sistema imunológico fortalecido é crucial para prevenir gripes. Inclua alimentos ricos em vitaminas, especialmente a vitamina C, e beba bastante água. 7. Esteja Atento ao Cloro Piscinas devidamente tratadas com cloro ajudam a matar germes. No entanto, níveis muito altos ou baixos de cloro podem ser prejudiciais. Certifique-se de que a piscina seja bem mantida. 8. Evite Piscinas em Dias Frios Se a temperatura ambiente ou da água estiver muito baixa, evite nadar para prevenir resfriados e hipotermia, que podem enfraquecer seu sistema imunológico. Seguindo essas dicas, você poderá aproveitar os dias de piscina com mais segurança e menos preocupações. Cuide-se e divirta-se!

  • 4 curiosidades sobre os fones de ouvido

    Os fones de ouvido são itens indispensáveis para muitas pessoas no dia a dia, seja para ouvir música, assistir a vídeos ou participar de reuniões online. No entanto, poucos se atentam aos impactos que eles podem ter na saúde auditiva. 1. Volume Excessivo Pode Causar Perda Auditiva Permanente Uma das principais causas de danos auditivos relacionados aos fones de ouvido é o volume elevado. Sons acima de 85 decibéis (dB) podem causar perda auditiva permanente se a exposição for prolongada. Para se ter uma ideia, muitos dispositivos permitem volumes que ultrapassam os 100 dB – equivalente ao som de uma britadeira! Use a regra 60/60: mantenha o volume abaixo de 60% da capacidade e limite o uso a no máximo 60 minutos contínuos. 2. Fones Intra-auriculares São Mais Prejudiciais Que os Over-ear Os fones intra-auriculares, aqueles que ficam dentro do canal auditivo, podem ser mais prejudiciais à saúde auditiva do que os fones do tipo over-ear (que cobrem as orelhas). Isso ocorre porque os intra-auriculares posicionam o som mais próximo do tímpano, aumentando o risco de lesões. Se você prefere esse tipo de fone, opte por modelos com isolamento acústico, para evitar a necessidade de volumes altos. 3. Uso Prolongado Pode Causar Infecções no Ouvido O uso constante de fones, especialmente em ambientes quentes e úmidos, pode criar condições ideais para o crescimento de bactérias e fungos. Isso aumenta o risco de infecções no ouvido externo. Para evitar esse problema, limpe seus fones regularmente e dê pausas ao usá-los, permitindo que seus ouvidos "respirem". 4. Cancelamento de Ruído Pode Beneficiar a Saúde Auditiva Fones com tecnologia de cancelamento de ruído ativo podem ser aliados da saúde auditiva. Eles reduzem os sons externos, permitindo que você ouça em volumes mais baixos, sem precisar competir com o barulho ao redor. Essa tecnologia é especialmente útil em ambientes barulhentos, como transportes públicos ou escritórios. Os fones de ouvido podem ser grandes aliados na rotina, mas o uso consciente é essencial para preservar a saúde auditiva a longo prazo. Faça pausas, mantenha o volume moderado e escolha modelos que atendam às suas necessidades sem comprometer seu bem-estar. Afinal, cuidar dos seus ouvidos é fundamental para continuar desfrutando dos sons da vida!

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Sobre a Otorrino DF

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