TESTE OLFATÓRIO

O olfato é um dos cinco sentidos do corpo humano, e é responsável pela nossa capacidade de sentir cheiros, sua perda é conhecida como anosmia (total) ou hiposmia (parcial). Ela pode ser decorrente de alguma patologia subjacente, como resfriados que deixam a pessoa com o nariz entupido, ou não vir acompanhada de nenhuma outra complicação. A condição, que pode ser súbita ou gradual e durar de períodos curtos à até vários meses, é classificada como:

Temporária: considerada a forma mais comum de anosmia, costuma estar relacionada a gripes, resfriados ou alergias;

Permanente: decorre a partir de lesões definitivas dos nervos olfativos ou infecções graves que acometem o nariz, diminuindo as possibilidades de cura.




O diagnóstico pode ser feito por meio do teste do olfato de Connecticut. Esse teste não possui riscos e nem causa desconforto ao paciente, e é dividido em duas partes, a quantitativa e a qualitativa.

Na fase Qualitativa, diferentes odores são apresentados ao paciente, para que ele possa diferenciá-los. Os aromas são armazenados em um tubo de ensaio vedado, de forma que o paciente não possa identificar não o que está dentro.





Na fase Quantitativa, é feita a diluição de uma substância e de acordo com a resposta do paciente à essa diluição é possível mensurar se o olfato está normal, pouco comprometido ou muito comprometido.

Ao decorrer do tempo o teste pode ser refeito e utilizado de maneira comparativa aos feitos anteriormente pelo paciente e analisar o progresso de sua reabilitação.





Sentir cheiros por vezes nos despertam lembranças e sentimentos, perder essa capacidade além de desagradável, pode afetar a percepção do paladar, e para aqueles que passaram por essa experiência e ainda não recuperam o sentido completamente existe um treinamento que pode ajudar no processo de reabilitação, procure o seu médico!






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